10/09/2007

• Astrologia: Em busca do autoconhecimento

A astronomia descreve o que a astrologia interpreta e atribui significados. Um astrônomo está interessado na origem, evolução, composição, classificação e dinâmica de todos os corpos celestes. Já um astrólogo lê a posição dos astros e atribui significados a essas posições




O horóscopo é uma parte da astrologia que leva em consideração apenas o signo solar, resultando daí aquilo que vemos diariamente nos jornais, que é uma forma bem mais superficial da astrologia. “Um mapa astral completo contém os doze signos do zodíaco, dois luminares, oito planetas, doze casas, alguns pontos e tudo isso em interação. Podemos ainda acrescentar à interpretação as estrelas fixas, os pontos arábicos, os pontos médios, as harmônicas, entre tantos outros recursos”, explica a astróloga, especialista em previsões e relacionamentos, Cá Roman, 31 anos.

Segundo Cá Roman, dentro da astrologia existem duas correntes, uma que acredita na influência dos astros e outra que considera que os astros estão sincronicamente ajustados com a vida na Terra. “Eu particularmente sigo a corrente que crê na sincronicidade. Acho muito ingênuo da nossa parte acreditar que um planeta, como Plutão, por exemplo, exerça uma força gravitacional capaz de influenciar nosso comportamento”, defende. “Já a sincronicidade pode ser resumida pela frase, contida na tábua de esmeralda, - O que está abaixo é como o que está acima e o que está acima é como o que está abaixo. Ou seja, os 
astros são apenas um reflexo do que somos e do que fazemos por aqui. Não adianta culpar os astros pelo nosso comportamento. Não é o Marte no céu que faz com que eu seja mais ou menos agressiva.”, explica.


Na astrologia, defende Cá Roman, não há signos bons ou ruins e sim características bem ou mal trabalhadas. “Quem conhece o seu mapa tem autoconhecimento, e quem tem autoconhecimento consegue trabalhar bem suas características”, adverte. “Devemos ter em mente que uma pessoa não é apenas seu signo solar, sua personalidade é composta por nuances de todos os signos, uns mais e outros menos. Portanto quem critica um signo deve lembrar que está criticando a si mesmo, já que o mapa astral é composto pelos doze signos”, ensina a astróloga.

Quem quer buscar o autoconhecimento para conseguir controlar melhor suas características e interagir melhor com o mundo e com as pessoas ao redor, Cá Roman recomenda que a pessoa procure fazer o seu mapa astral. “Com o mapa astral é possível melhorar nossos relacionamentos, descobrir como agir melhor em determinadas situações e em quais não devemos nos manifestar”, diz.

Para fazer qualquer trabalho que envolva a astrologia é necessário que a pessoa forneça seus dados de nascimento. “A partir desses dados é possível fazer o mapa astral (que traz informações importantes sobre a personalidade da pessoa, proporcionando autoconhecimento), previsões, sinastria (comparação de dois ou mais mapas com o objetivo de melhor entender os relacionamentos) entre outras possibilidades”, finaliza.




Mais informações: 
Cá Roman
Fone:(51) 3737-2730 e8438-8444
E-mail: casastral@gmail.com e
http://siriusastrologia.blogspot.com/

2 comentários:

Anônimo disse...

Muito interessante esta abordagem da sincronisidade.
Atila

Anelise disse...

Cássia, muito legal a tua entrevista, ficou bem explicado pra quem não conhece muito, como eu, hehehe, beijos!

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