29/04/2015

• Mitos e verdades sobre os produtos de limpeza

Diariamente, consumidores se deparam com dúvidas sobre o uso dos produtos de limpeza

Água sanitária ou alvejante? Produto de limpeza causa alergia? O álcool está proibido? Todos, principalmente, as donas de casa têm inúmeras dúvidas sobre a utilização correta dos produtos de limpeza e os cuidados diários no manuseio de sabão em pó, detergente, água sanitária, alvejante, entre outros. A Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins (Abipla), com o intuito de ajudar o consumidor e também desmistificar algumas crenças, elaborou no portal do Programa Movimento Limpeza Consciente (www.limpezaconsciente.org.br) um espaço para responder sobre as principais dúvidas. 

“É essencial informar à população sobre o uso correto e, até mesmo, como descartar as embalagens desses produtos após sua utilização. O portal é um aliado não só das empresas, mas de toda a população. Reunimos as informações mais relevantes para auxiliar na promoção de um consumo consciente e que não agrida o meio ambiente”, declara Maria Eugênia Proença Saldanha, presidente-executiva da Abipla.

O movimento apresenta iniciativas, visando estimular o crescimento sustentável da indústria de produtos de limpeza, procurando despertar a conscientização sobre o tema e incentivando ações efetivas por parte das indústrias e, também, dos consumidores. Em 2012, o programa entrou em sua segunda fase, com a assinatura de um pacto setorial com o Ministério do Meio Ambiente, com destaque para quatro pilares: regularização de empresas no setor de saneantes; descarte de embalagens pós-consumo; uso correto de produtos de limpeza e compactação e concentração de produtos.

Veja, abaixo, alguns mitos e verdades:

1. Produtos de limpeza utilizados corretamente economizam água e energia?
Sim. O uso de produtos de limpeza de maneira correta, ou seja, conforme indicação do fabricante, na embalagem, permite a economia do uso de recursos naturais. Um estudo europeu demonstrou que usando corretamente detergente para lavar roupa na máquina, em sua carga máxima, é possível economizar 700 milhões de litros de água por dia.

2. Detergentes em pó poluem as águas?
Não. Estudos realizados por universidades brasileiras demonstram que a quantidade de fosfatos e tensoativos presentes nos detergentes estão em quantidade muito pequena, não provocando eutrofização ou gerando espumas. Os tensoativos aniônicos, ativos utilizados nos detergentes, são biodegradáveis por exigência legal. Já a quantidade de fosfato em detergente em pó é limitada por legislação ambiental específica.

3. As espumas de Pirapora são causadas por produtos de limpeza?
Não. As espumas são causadas por diversos fatores, somados, inclusive, pela queda da água que provoca agitação dos mananciais e também pela quantidade de proteínas presente nos rios. Se observar bem será possível perceber que a espuma dos rios assemelha-se a clara de ovo (proteína) batida em neve.

4. Álcool é proibido pela Anvisa?

A única graduação considerada segura pela Anvisa para o álcool de uso doméstico líquido é até 54° GL. Produtos com graduação superior a esta devem ser comercializados apenas em formulações em gel.

5. Limpa forno é perigoso?
Depende da formulação. Alguns produtos utilizados para limpar forno, não registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária, utilizam ingredientes proibidos que podem causar sérias lesões. Por isto, procure sempre marcas regularizadas pela Anvisa e leia o rótulo dos produtos, seguindo todas as recomendações dos fabricantes.

6. Produtos de limpeza causam alergias?
Todos os produtos certificados pela Anvisa passam por testes rigorosos para não causar problemas de saúde para os consumidores. É importante ressaltar que as alergias são causadas devido à sensibilidade específica de cada pessoa, alguns tipos, por exemplo, são desenvolvidas com o tempo, por conta da exposição a determinados agentes. 

7. Produtos vendidos em caminhões e casas são tão bons quanto os produtos vendidos nos supermercados?
Não. Produtos comercializados em caminhões e casas são chamados de informais. Sua fabricação e comercialização são irregulares, sem a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e não seguem padrões de qualidade. Ou seja, não há garantia de sua eficácia. Além do mais, o uso pode prejudicar o meio ambiente e ainda causar problemas para o consumidor. 

8. Alvejante pode ser usado para desinfetar frutas e legumes?
Não. Os alvejantes podem ser utilizados na desinfecção de ambientes e na lavagem de roupas. É proibida por lei sua indicação para desinfetar frutas e legumes. O mais indicado para frutas e legumes é lavar com água sanitária.

9. Produtos de limpeza podem ser misturados um com outro?
Não. Os produtos de limpeza são produzidos para serem utilizados individualmente, sem nenhuma associação. Por serem produtos químicos, misturá-los pode gerar um novo produto, que poderá ser altamente prejudicial ao ser humano.

10. Produtos com cloro, como água sanitária, mancham as roupas?
Dependerá das características da peça de roupa e da quantidade utilizada do produto. Para evitar manchas, verifique as informações nas etiquetas das roupas, em algumas peças, por exemplo, não é recomendada a utilização de água sanitária.

11. Água sanitária deixa a roupa branca amarelada?
A água sanitária pode ser utilizada no processo de branqueamento de roupas. Para que as peças não fiquem amareladas, o modo de uso indicado pelo fabricante e, que está contido no rótulo desses produtos, deve ser seguido. Não se esqueça de observar as informações da etiqueta das roupas.

Sobre a ABIPLA

A Abipla é uma sociedade civil de âmbito nacional, que há mais de 30 anos representa o setor de produtos de limpeza e afins: nas linhas doméstica, profissional e institucional. Seu modo de atuar democrático permite que todos os associados tenham participação expressiva nas decisões tomadas e contem com assessoria constante para temas atuais e relevantes para o desenvolvimento do setor. Desde a sua fundação em 1976, a Abipla tem alcançado ganhos importantes, focando seu trabalho em algumas prioridades, como Agenda Tributária - com atuação na busca constante pela redução de tributos que incidem sobre a indústria; Assuntos Regulatórios e Meio Ambiente – por conta das constantes mudanças na legislação e do desafio ambiental crescente no planeta; Combate à Informalidade - um dos grandes desafios do setor tanto pela questão da saúde pública, quando pela concorrência desleal com as empresas formais; e Estímulo ao Micro e Pequeno Empresário - uma vez que as micro, pequenas e médias empresas representam 95% do setor. Com mais de 70 associados, a Abipla busca constantemente maneiras de atender as exigências que recaem sobre a indústria, garantindo a eficácia e a segurança dos produtos oferecidos ao consumidor. A associação tem atuado de forma sistemática junto às autoridades responsáveis pela execução da Política de Vigilância Sanitária, procurando assegurar a saúde da população por meio da normatização dos produtos de limpeza. Sua trajetória é marcada por conquistas que incentivam o crescimento do setor e contribuem para o desenvolvimento sustentável do Brasil.

27/04/2015

• Especialista fala sobre mitos e verdades dos tratamentos de fertilidade

Engravidar por técnicas de reprodução assistida é mais seguro e menos complicado do que se imagina
Ainda existem preconceitos que impedem um melhor esclarecimento da realidade dos tratamentos de infertilidade, o que pode causar preocupação desnecessária em pacientes. 

Uma situação verificada constantemente dentro dos consultórios de medicina reprodutiva, por exemplo, são mulheres que querem engravidar por volta dos 40 anos por conta das demandas profissionais que as obrigam a postergar a maternidade. “Quando a idade pode ser um percalço para a gravidez natural é que se percebe a grande aplicação da reprodução assistida. Acontece que, apesar da vida moderna, convenções sociais retrógradas reforçam o preconceito contra esse tipo de procedimento, e a paciente acaba se encontrando em uma situação conflitante” explica a Dra. Cláudia Gomes, médica especialista em reprodução assistida do Grupo Huntington. 

Para esclarecer os principais mitos que assombram pacientes durante o tratamento de fertilidade, a Dra. Cláudia Gomes, com base em seu vasto histórico de pacientes e procedimentos realizados, ajuda a derrubar equívocos que geram insegurança e aflição aos pacientes durante os tratamentos de reprodução assistida :

- A minha gravidez está 100% garantida com a Fertilização in vitro (FIV)

“Não. As taxas de sucesso na fertilização in vitro não passam de 60% dos casos a cada tentativa, considerando as melhores chances possíveis. Porém, constantemente a ciência busca melhorar essas taxas por exemplo com novas medicações hormonais as táticas de estimulação da ovulação são aperfeiçoadas. O mesmo acontece com o meio de cultivo de embriões e do preparo seminal. Quando falamos em interação do embrião com o endométrio a novidade é um novo teste para verificar a receptividade do útero ao embrião.” diz a Dra. Cláudia.

- Vou ficar gorda!

O uso de hormônios para a estimulação ovariana, em especial a progesterona podem causar um inchaço devido à retenção de líquido que pode elevar o peso da paciente a no máximo 2 ou 3 kg durante o tratamento. Isto ocorre como consequência da ação da progesterona em receptores mineralocorticóides. Ao término do tratamento, ou quando se interrompe o uso da medicação, as pacientes tendem a eliminar estes “quilinhos” a mais através da urina.

- Meu filho vai nascer com deficiência se for por fertilização in vitro!

“Este risco existe (quando falamos em síndromes, como Down), mas é equivalente às pacientes férteis e aumentam conforme a idade e não tem a ver com a técnica em si, mas com a estrutura da célula embrionária. Essa possibilidade, no entanto, pode ser evitada após a fertilização in vitro, quando os embriões são submetidos ao chamado diagnóstico pré-implantacional, através de uma biópsia para a certificação da presença de todos os cromossomos no embrião chamada de CGH (Comparative Genomic Hybridization). Depois de assegurada a normalidade cromossômica, o embrião será transferido ao útero” explica a Dra. Cláudia.

- A biópsia embrionária vai fazer meu filho nascer sem partes do corpo!

“A biópsia embrionária é realizada no trofoectoderma, parte do blastocisto (nome dado ao embrião no 5º dia de cultivo em laboratório) que dará origem à placenta. Portanto, esta análise traduz a carga cromossômica do futuro embrião, mas sem danificá-lo, já que a massa celular interna do blastocisto, que dará origem ao embrião, não será afetada” pondera a médica.
- Se urinar, evacuar, andar e descer escadas vou “perder” o tratamento.
Essas ações não comprometem o tratamento. Seria necessário algum trauma com sangramento para eliminar os embriões, por exemplo.

- Se eu mantiver relações durante o tratamento, isso vai me ajudar a engravidar.

Se o casal é infértil, ou seja, mantém relações sexuais frequentes e desprotegidas e não conseguem obter a gestação após um ano de tentativas, é provável que essa estratégia não funcione. Também durante o processo de estimulação ovariana, utilizamos certas medicações que impedem a ovulação até que os óvulos sejam recolhidos dos folículos para a fertilização. Uma vez sem óvulo, não tem como ocorrer gravidez.

Esclarecendo mais alguns mitos:

1. O tratamento de fertilidade não causa câncer.
2. Apenas 20% das mulheres que fazem o tratamento têm gêmeos, não todas.
3. Não conseguir ter filhos não é um problema somente da mulher. Muitos homens têm problemas de infertilidade também.
4. A idade pode ser um empecilho para a gravidez , mas isso não determina totalmente que a mulher não poderá ter filhos.

Sobre o Grupo Huntington

Criada em 1995, a Huntington Medicina Reprodutiva é um dos maiores grupos do Brasil, com cinco unidades instaladas em São Paulo e uma nova unidade em Campinas. Sob a direção de Paulo Serafini e Eduardo Motta, renomados especialistas na área, o grupo é referência nacional e internacional em tratamentos para fertilidade. A Huntington possui corpo médico e técnico-científico altamente capacitado, que se destaca na prática clínica, cirúrgica e tecnológica. Os principais tratamentos utilizados atualmente são: Inseminação Artificial, Fertilização in Vitro, além de técnicas de reversão de vasectomia e de laqueadura, entre outras. Visite  

26/04/2015

• Hipertensão pode ser tratada de maneira natural


Nutricionista dá dicas de como controlar a hipertensão sem abusar de remédios. 

A hipertensão arterial, conhecida popularmente como pressão alta, é uma doença caracterizada pelo aumento dos níveis tensionais no sangue. Essa condição é uma síndrome metabólica que, geralmente, é acompanhada de outras alterações, como a obesidade. Milhões de brasileiros são portares da doença.

Ela ocorre quando as artérias sofrem algum tipo de resistência, e perdem a habilidade de exercer os movimentos de contração e dilatação. Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, o coração e os vasos podem ser comparados a uma torneira aberta, ligada a vários "esguichos". Se fecharmos a ponta dos esguichos, a pressão lá dentro aumenta. Ou seja, se os vasos são estreitados, a pressão sobe.

Apesar de existir tratamento químico, por meio de remédios, a hipertensão pode ser tratada de maneira natural, segundo a nutricionista Paula Borges. "Alimentos saudáveis podem reduzir os níveis da pressão arterial, eliminando ou minimizando a quantidade de medicamentos utilizados. Dessa forma, o paciente também pode controlar seu peso, evitando a obesidade e ajudando a melhorar suas condições de vida", afirma.



A nutricionista explica que pessoas hipertensas podem comer, em média, seis gramas de sal por dia, incluindo o sal natural dos alimentos. Dessa forma, é necessário selecionar com cuidado o que será ingerido. "Alimentos industrializados, como salgadinhos e molhos prontos, podem ser verdadeiras armadilhas para quem é hipertenso", diz Paula. Frutas, legumes e verduras frescas, além de leguminosas como feijão, ervilha e lentinha, são ricos em potássio, e devem ser consumidos em abundância, segundo ela.

A especialista em atendimento clínico e esportivo pontua, ainda, que as medidas simples são as mais eficazes no combate à hipertensão. "Reduzir a ingestão de sal, perder peso, evitar a ingestão de bebidas alcoólicas, além de comer mais vegetais, cereais, frutas e ômega 3 (através de peixes, por exemplo), são formas de reduzir consideravelmente a pressão arterial, e evitar doenças posteriores", finaliza.

Serviço: Paula Souza Borges- Nutricionista CRN 1989/PR

Atendimento Clinico e Esportivo

Site: 

E-mail: contato@paulasouzaborges.com.br

Fone: (41)3282-5776 / 9677-6925

24/04/2015

• Uso indevido da maquiagem pode comprometer a saúde ocular

Oftalmologista do Hospital CEMA dá algumas dicas de como usar a maquiagem sem prejudicar os olhos

A maquiagem é um item indispensável no ritual da beleza feminina. Lápis, rímel, sombra, delineador e corretivo, são alguns dos produtos que contribuem para realçar ainda mais os traços das mulheres e fazem com que se sintam mais bonitas e atraentes. Porém, é necessário prestar atenção em alguns cuidados ao utilizar a maquiagem na região dos olhos.

De acordo com o oftalmologista do Hospital CEMA, Leonardo Marculino, o uso inadequado dos produtos pode causar lesões na córnea e/ou conjuntiva, já que eles funcionam como um corpo estranho nos olhos. Ao perceber sintomas como vermelhidão local, coceira, inchaço ou qualquer alteração na pele ao redor dos olhos, a mulher deve retirar a maquiagem e procurar um oftalmologista, pois pode estar com algum tipo de alergia.

Além disso, as mulheres devem ficar atentas à data de validade dos produtos, pois, além de não terem o efeito ideal, têm mais chances de causar efeitos colaterais como alergias e o ressecamento da pele no local aplicado. O especialista do CEMA também alerta que não se deve dormir com maquiagem, porque as substâncias contidas nela causam danos às células da pele, gerando envelhecimento precoce e maior possibilidade de surgimento de alergias.

Para retirar a maquiagem, o ideal seria utilizar produtos específicos para a região das pálpebras, já que possui a pele mais sensível. "Deve-se tomar todo o cuidado para não deixar os produtos caírem nos olhos, tanto as maquiagens quanto os demaquilantes", ressalta o oftalmologista. No caso da utilização de cotonete para retirar resquícios de produtos nos cílios, é importante que esteja umedecido e não toque os olhos. Além disso, ele deve estar limpo.

O médico também explica que a maquiagem deve ser de uso pessoal, se for compartilhada, poderá transmitir doenças contagiosas. Para as usuárias de lentes de contato, o especialista afirma que elas podem se maquiar antes ou depois de colocá-las. O importante é tomar os mesmos cuidados para que os produtos utilizados não caiam nos olhos.

22/04/2015

• Mitos e verdades sobre varizes

Dr. Eduardo Brigídio lista os principais mitos

As mulheres são as que mais sofrem com o problema. Até oito vezes mais do que nos homens as varizes, chamadas veias doentes, são passíveis de vários mitos e verdades quanto à sua incidência.

O cirurgião vascular Dr. Eduardo Brigídio, explica tudo sobre o assunto e dá dicas para prevenção do problema:

- A meia elástica auxilia no tratamento das varizes

VERDADE:
A meia elástica é uma terapia compressiva fundamental no tratamento de varizes. No entanto, deve ser prescrita pelo médico pois cada caso exige uma graduação correta, variando de tonalidades e tecidos específicos que não comprometem a parte estética.

- Cirurgia de varizes prejudica a circulação sanguínea

MITO: Pelo contrário, na cirurgia são retiradas apenas as veias doentes e o organismo se adapta instantaneamente à retirada delas, corrigindo o problema circulatório. O tratamento é que não termina com a cirurgia. O médico orienta com relação a continuação de acordo com o caso de cada paciente.

- A cirurgia de varizes é arriscada

MITO: Atualmente existem técnicas avançadas que permitem menores complicações cirúrgicas, retorno mais rápido às atividades e menor tempo de recuperação. Importante ressaltar que uma avaliação prévia rigorosa com um médico especialista é fundamental para que assim o paciente tenha garantia de um procedimento realizado nos padrões corretos e mundialmente estabelecidos.

- Mulheres têm mais chance de desenvolver varizes do que os homens

VERDADE: A incidência de varizes nas mulheres é muito mais alta do que nos homens devido às alterações hormonais que elas enfrentam frequentemente durante a vida como menstruação, gestação e menopausa.

- A alimentação influencia na formação de varizes

MITO: Não existe nenhum alimento que previna ou favoreça o aparecimento de varizes. No entanto, a obesidade é um dos fatores de risco mais importantes. Os especialistas indicam uma alimentação balanceada, prática de atividade física regular e controle do peso como prevenção.

- As varizes são um problema genético

VERDADE: As varizes possuem causas genéticas, mas a manifestação da doença varicosa está muito relacionada aos hábitos e estilo de vida, como o sedentarismo. É possível prevenir o aparecimento das varizes com a prática de atividade física, alimentação balanceada e controle do peso.

- Cruzar as pernas causa varizes

MITO: Não existe verdade nessa afirmação e sabemos que esse mito surgiu do fato de que pessoas com predisposição para varizes que ficam em pé ou sentadas na mesma posição durante muito tempo podem ter uma piora acelerada no quadro de varizes. Nestes casos, a recomendação é usar meia elástica, fazer pausas para caminhar ou repousar por alguns minutos durante o dia.

- Existem cosméticos que eliminam as varizes

MITO: Não existe nenhum creme que é capaz de eliminar as varizes, tampouco medicamento aprovado pela SBACV (Sociedade Brasileira de Cirurgia Vascular) que tenha algum benefício para acabar com essas veias. Há algumas substâncias tópicas que aliviam parcialmente os sintomas e diminuem o edema das pernas.

- Exercícios de impacto provocam varizes

MITO: A prática de exercício físico leva ao fortalecimento da musculatura da perna e é indicada para pessoas com varizes ou predisposição ao problema.

Única restrição é a carga exagerada em musculação.

- O uso de hormônios pode agravar o quadro de varizes

VERDADE: O uso de anticoncepcionais, por exemplo, principalmente os mais antigos, têm uma dosagem alta de estrógeno e progesterona e propicia geralmente o aparecimento de vasinhos na região das pernas. Mulheres sem histórico de varizes podem utilizar sem problema esses medicamentos.

- Exercícios aeróbicos ajudam a evitar varizes

VERDADE: Os exercícios aeróbicos auxiliam no fortalecimento da musculatura dos membros inferiores, ou seja, o músculo fica mais forte e bombeia mais o sangue para as veias, evitando o aparecimento de varizes

- Gravidez causa varizes

VERDADE: Devido às alterações hormonais constantes que as mulheres têm durante este período, durante a gravidez o sangue venoso tem dificuldade de retornar ao coração, e assim a pressão venosa fica maior na perna, o que pode gerar um quadro de dilatação das veias, de edema e dor.

- Musculação em excesso provoca varizes

MITO: Quando a pessoa treina musculação de forma mais intensa, ela queima toda a gordura e fica com os músculos e as veias mais aparentes.

- Vasinhos podem virar varizes

MITO: Cerca de 75% das mulheres têm esses micro-vasos superficiais da pele, que dilatam com aumento da pressão. O aparecimento dos vasinhos está relacionado ao uso de deles isoladamente é um problema estético, e eles não desaparecem sem o tratamento adequado. Já as varizes são dilatações de vasos venosos que podem levar a alterações funcionais nas pernas. Portanto, para tratar os vasinhos é necessário uma avaliação com um cirurgião vascular para definir se o problema é apenas essa rede de vasinhos ou se a paciente apresenta um problema maior que necessite de correção prévia.

- Depilação causa varizes

MITO: O mito surgiu pelo medo de que o calor da cera fosse capaz de dilatar as veias e piorar o quadro, massa cera fica aplicada na pele por um tempo curto que não permite a dilatação das veias. No entanto, pessoas que já têm varizes devem tratá-las antes de se depilar.

- Varizes só é problema para pessoas idosas

MITO: A incidência de varizes na adolescência é grande. A partir da primeira menstruação, a propensão para o aparecimento de varizes é maior, já que a alteração hormonal é um dos fatores desencadeantes, principalmente em 20% das mulheres que chegam a ter varizes antes dos 30 anos.

- Salto alto provoca varizes

VERDADE: Se o sapato alterar o funcionamento normal da bomba muscular da panturrilha, também conhecida como batata da perna, pode aumentar o risco de insuficiência venosa dos membros inferiores, principalmente para mulheres acima do peso. No entanto, não é causa isolada do surgimento de varizes.

Se você tem varizes, procure o seu médico.


Sobre o Dr. Brigídio
Dr. Eduardo Alves Brigídio formou-se na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de São Francisco em 1989. Realizou residência médica em Cirurgia Geral na Santa Casa de São Paulo no período de 1990 a 1992 e especializou-se em Cirurgia Vascular em 1994, no mesmo local. Título de especialista em Cirurgia Vascular pela AMB e atuação em Cirurgia Endovascular. Chefe de serviço do Hospital do Mandaqui desde 2005, onde atua como Coordenador da Residência Médica e é membro do Comitê de Ética e Pesquisa. Chefe de equipe do Hospital São Luiz Anália Franco. Professor adjunto da disciplina de Cirurgia da Universidade Nove de Julho, desde fevereiro de 2008. Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e CIrurgia Vascular, onde tem participado de Congressos Nacionais e Internacionais. Mestrando em Medicina pela Universidade Nove de Julho.


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20/04/2015

• Todos têm problemas - o que muda é a forma a qual se lida com eles

Deixe a culpa e a comodidade de lado e foque na solução .

Nunca se viu tantas pessoas reclamando de seus problemas. É reclamação via celular, redes sociais, blogs, pessoalmente, ligações, etc. Mas e o que elas fazem para mudar o que lhes incomoda? Muitas vezes nada.

“Para alguns, reclamar é um hábito tão comum que já lhes passa despercebido. Às vezes as pessoas não estão nem a procura de soluções, apenas desejam reclamar da vida por uma questão de mania já instalada nelas”, comenta o psicólogo e coach João Alexandre Borba.

Um dos maiores problemas do “reclamão” é que ele acha que a única pessoa certa é ele, e que o mundo é quem está errado. “A pessoa que reclama demais vive insatisfeita e em posição passiva – mas, ao mesmo tempo, sente-se superior aos outros e é exigente, tornando-se, muitas vezes, amarga e afastando as pessoas sem nem perceber”, comenta o psicólogo.

O nível e quantidades de reclamações feitas por uma pessoa servem para revelar uma só coisa: o quão pessimista e amarga ela é. “É o tipo de pessoa que vê o copo meio vazio – e não meio cheio; - que sempre percebe o que está faltando, e não o que foi feito. E é claro que, com o tempo, quem está a sua volta começa a se afastar, afinal, ninguém consegue permanecer muito tempo perto de uma pessoa cheia de razão e que está sempre insatisfeita”, comenta Borba.

Portanto, para evitar esses problemas, é preciso que sejam tomadas atitudes certeiras. “Antes de tudo perceba se o motivo de sua reclamação realmente é um bom motivo – ou se você está reclamando apenas por mania. Pare por uns minutos e foque-se nisso. O motivo é válido? Ok, parta para ação. O motivo não é válido e só vai gerar desgaste? Deixe-o de lado – para o seu próprio bem e para aqueles que vivem próximos a você, seja no trabalho ou na vida pessoal”, sugere Borba.

Independente de o motivo, reclamar nunca é a solução. “Seja de você mesmo ou dos outros, a reclamação nunca irá resolver nada – só irá piorar as coisas. Hábitos comuns, como culpar os outros, achá-los ineficientes e se justificar, funcionam como uma espécie de droga que alivia o seu estresse e o seu medo de fracassar. Esse mecanismo é feito muitas vezes de forma inconsciente, como uma forma de ajudar a passar pelo mau momento – afinal, se você estivesse sendo bem sucedido, não precisaria colocar a culpa nos outros, justificar-se e, muito menos, reclamar”, exalta o especialista.

Resumidamente, pessoas que reclamam demais viram chatas e, para evitar esse problema, é preciso tomar alguma atitude. “Foque nas soluções. Deixe de lado a preguiça e o comodismo e resolva seus problemas”, exalta Borba.

É claro que é mais fácil reclamar do que ir à luta – mas ficar esperando que as soluções caiam do céu é injustificável. Para ter sucesso as pessoas precisam estar convencidas de que as únicas responsáveis por tudo de bom e tudo de ruim que acontece nas suas vidas são elas mesmas – e que, para resolver isso, é preciso colocar as mãos na massa – e não jogar a culpa para os outros ou pra si mesmo. “No dia em que a mesma velocidade que você utiliza para se culpar por não avançar na vida for substituída pela responsabilidade em melhorar suas estratégias, você vai longe”, conclui o coach.

Serviço: João Alexandre Borba

Master Coach Trainer e Psicólogo

joao.alexandre@live.com

https://www.facebook.com/joaoalexandre.c.borba


17/04/2015

• Tudo na vida é afetado pelas atitudes que você toma, mas afinal, você sabe o que é ter atitude?


Coaching auxilia as pessoas a tomarem a iniciativa e a seguirem seu caminho em busca de objetivos concretos. 

Atitude. Ao ouvir essa palavra, no que você pensa?

Independente das possíveis opiniões controversas, uma boa saída para responder essa questão é entender que atitude é um sentimento interior que se expressa pelo comportamento exterior, - já que as pessoas sempre projetam no exterior aquilo que sentem internamente. Não importa o que aconteça: a atitude sempre vem à tona, - afinal, até mesmo aqueles que optam por ignorar fatos ou acontecimentos também tomam atitudes – as de “deixar para lá”.

Segundo Andreia Rego, Psicanalista e Coach de Desenvolvimento Humano no Rio de Janeiro/RJ, é a atitude que dá “cor” a cada aspecto da vida das pessoas. “Resumidamente, a atitude é como o pincel da mente: ela pode pintar tudo de cores claras ou brilhantes, criando uma obra-prima, ou transformar tudo em algo escuro e sombrio. Tudo depende da forma a qual o indivíduo enxerga a vida, se sente e deixa isso transparecer para o mundo”, comenta a especialista, que lembra que não existe uma única parte da vida de qualquer um que não seja afetada pelas atitudes tomadas.


Porém, é normal que a maioria sinta insegurança na hora de tomar atitudes e fazer escolhas, pois escolher algo é dizer “não” para todo um leque de possibilidades. “Ao definir alguma coisa, sempre acaba se ‘perdendo’ outra e o ser humano não quer perder nada: porém, só resta a cada um medir os prós e contras de cada atitude, de cada escolha que se faz. Um exemplo simples é o relacionamento: ao optar por um relacionamento, o casal decide dizer ‘não’ para todo o resto do mundo e concentrar todo o seu esforço para si mesmo e seu parceiro. Essa é uma atitude que trará consigo benefícios e prejuízos, mas é a eles próprios que cabe medir se essa é uma escolha que, no final, trará mais pontos positivos. Isso vale também para viagens, mudança de emprego, escolha do curso de vestibular, etc. Enfim: para tudo na vida será preciso ter atitude e escolher os caminhos a serem seguidos”, exalta a coach. 

Sabendo que essa atitude para tomada de decisões nem sempre é tarefa fácil, uma boa dica é recorrer ao coaching, método que traz consigo técnicas que auxiliam as pessoas nas escolhas incisivas para o alcance das próprias metas, evitando perda de tempo e de foco. “É o coachee (cliente) quem decide seus objetivos, o coach (profissional) apenas tem o trabalho de transformar essa caminhada até a meta de forma mais objetiva”, resume Andreia.

A pessoa deve estar sempre ciente de que seu futuro será influenciado pelas atitudes que toma – e, para entender de onde vêm essas atitudes, você pode fazer a si mesmo algumas perguntas que ajudam a responder isso:


1 – Personalidade – quem é você?



2 – Ambiente – o que está à sua volta?
3 – A expressão dos outros – o que você sente?
4 – Auto-imagem – como você se vê?
5 – Expor-se a oportunidades de crescimento – o que você experimenta?
6 – Cercar-se de colegas/amigos – com quem você anda?
7 – Crenças – no que você acredita?
8 – Escolhas – o que você faz?




“Lembre-se sempre de que todo pensamento que você tem molda a sua vida – e que a soma de todos esses pensamentos é o que compreende a sua atitude geral. Quanto mais você vive, mais escolhas faz e mais responsável você é pelo rumo que sua vida está tomando”, conclui a profissional, que lembra que um dos alertas que o Coaching traz é: “De quem depende a melhor atitude para fazer diferença?”

Serviço: Andreia Rego

Psicanalista e Coach de Desenvolvimento Humano
Face:  
Instagram: Andreia Rego
Site: http://coachandreiarego.com.br/
E-mail: asrego@gmail.com
Celular: 21 99941.9950

15/04/2015

• Como a imagem pessoal impacta na vida profissional


Cuidados com a aparência, comportamento e uma boa postura nas redes sociais pode evitar problemas no trabalho. 

Não adianta: com a internet todos ficam sabendo da vida de todos, seja uma promoção no trabalho, passando pelas festas, comemorações e postagens de gosto duvidoso. Querendo ou não, as redes sociais revelam traços de personalidade e postura pessoal, e, de repente, a forma a qual uma pessoa é vista em seu ambiente de trabalho pode ser prejudicada por causa da sua presença mal aproveitada nas redes sociais, - afinal, ali não existe privacidade e pode ser chocante ver um funcionário ou colega envolvido em alguma postagem de cunho preconceituoso, por exemplo.

E é muito por causa desse demasiado uso da internet que hoje se tornou mais difícil separar a imagem pessoal da profissional – e isso pode, muitas vezes, prejudicar aqueles que não sabem como alinhar as duas. Cíntia Seabra, Master Coach e Psicóloga Clínica, comenta que a forma a qual se enxerga uma pessoa é a soma de sua imagem pessoal com a profissional, - e que, quando há algum problema em uma das duas, ambas podem ser afetadas.

A profissional ressalta que o bom senso deve estar acima de tudo e de todos e lembra que com o advento das redes sociais, pode ser bem arriscado uma pessoa se manifestar nestes espaços para falar mal ou reclamar da empresa em que trabalha, expor intimidades pessoais, mentir ou se exceder em vantagens pessoais. “Todos conhecem pessoas que são legais pessoalmente, mas que, quando se trata da postura online, são chatas – e, muitas vezes por causa dessas atitudes nas redes sociais, elas acabam sendo mal vistas no âmbito pessoal e profissional”, comenta Seabra.

Muito disso acontece porque, quando se está na internet, é possível “vestir uma máscara” e falar tudo aquilo que não se tem coragem de se dizer pessoalmente – uma atitude condenável, porém, muito comum. “Para evitar que isso aconteça, a pessoa precisa estar ciente de suas ideias, postura, e de como deseja ser vista pelos outros, seja pessoal ou virtualmente. É preciso que ambas as imagens sejam condizentes e complementares – e não opostas”, exalta.

Porém, a psicóloga lembra que existem também outros aspectos importantes na hora de conhecer melhor o lado pessoal de alguém, como a aparência física e o comportamento. “Para evitar que a imagem pessoal interfira negativamente na profissional, é preciso estar atento, sim, a sua aparência: independente do que digam, sua aparência é seu cartão de visitas. É claro que não é preciso ser a ‘Miss Brasil’, mas pessoas que se portam de maneira correta, com roupas adequadas, cabelos, dentes, unhas e barbas bem cuidados, são mais bem vistos no ambiente de trabalho, afinal, como se pode exigir qualidade, esmero e que algo seja impecável no trabalho, quando a sua imagem pessoal não condiz com isto que você prega e defende?”, ressalta Seabra.

Além disso, a Coach comenta que outros aspectos importantes para manter uma boa imagem frente aos colegas de trabalho, aos amigos virtuais e em todas as outras áreas da vida são: evitar a fofoca, manter a saúde - física e mental - em dia, não se envolver com o que não lhe diz respeito, ser pontual, proativo, organizado, positivo e estar sempre disposto a ajudar e a aprender coisas novas. “Mas não para por aí. Mantenha sempre em mente a importância de levar a sério a tríade: responsabilidade, competência e ética. Isto é: se comporte de forma responsável dentro e fora do ambiente de trabalho; esbanje sua competência ao desenvolver suas atividades profissionais e, independente da situação, seja ético”, conclui Seabra.

Serviço: 

Cintia Seabra
Master Coach e ​​Psicóloga Clínica

cintia@seabracoaching.com.br
cintia@osegredodoemagrecimento.com.br
http://www.seabracoaching.com.br
http://osegredodoemagrecimento.com.br

13/04/2015

• Estresse do dia a dia pode causar queda de cabelo

Além do estresse, alguns medicamentos podem provocar a queda dos fios

O cabelo não é só a moldura do rosto ou uma proteção para a cabeça, ele faz parte de uma simbologia com os mais diferentes significados, e a sua perda tende a minar as mais resistentes forças que carregamos internamente, podendo causar ansiedade e depressão. Hoje em dia as pessoas se declaram “muito estressadas” e relacionam a queda de cabelo ao fato de passarem por períodos de elevada tensão emocional, e isso só mostra que a Alopecia (queda de cabelo) está relacionada aos efeitos psicossomáticos (em que a mente influência a forma como as pessoas sentem as coisas). Quando a queda capilar aparece através de fatores genéticos, ou de fatores externos, podemos dizer que existe tratamento para ambos.



Segundo a terapeuta capilar Sandra Assis Maia da clínica capilar Alto Stima, o tratamento pode ser feito através da Medicina Antroposófica que enfoca os fatores que sustentam a saúde humana através do reforço da fisiologia do paciente e da individualidade, ao invés de apenas tratar os fatores que causam a doença. “A autodeterminação, autonomia e dignidade dos doentes é um tema central, terapias são acreditadas para aumentar as capacidades de um paciente se curar do problema capilar apenas com um tratamento psicológico”, esclarece.

A consequência da doença pode estar ligada aos hábitos do dia a dia, seja por uma doença sanguínea ou por outro fator que somente com um diagnostico preciso, pode chegar à causa e saber o que está causando a perda dos fios. Em casos extremos, o estresse pode levar a queda de cabelo grave. Há certos tipos de estresse que afetam o sistema circulatório periférico, prejudicando a fixação dos fios no couro cabeludo. “Além do estresse, alguns medicamentos podem provocar a queda dos cabelos. O efeito colateral de alguns remédios como: antidepressivos, anfetaminas, medicações para emagrecimento e para tratamento de acne, podem fazer com que o fio caia e ocorra o eflúvio telogeno(é a antecipação da queda de cabelo podendo dificultar a reposição). Deve-se atentar ao descrito à bula e sempre que possível conversar com um médico”, explica Sandra.

Caso você note a perda excessiva de cabelo procure um tricologista. Este profissional irá avaliar o motivo, a gravidade e o melhor tratamento para o seu caso. Os cabelos são símbolos de autoestima tanto para os homens e, principalmente, mulheres. 

Evite o estresse seguindo algumas dicas:

Aproveite seus dias de folga- Não desperdice os dias de descanso. Use-os para passear, praticar esportes, ver amigos e estar com a família. 

Leia um livro - Ler faz a gente relaxar e se distrair. Conhecer novos lugares, mesmo sem sair do lugar, que por meio da ficção, faz muito bem à mente.

Dance - Mexa o corpo dançando. Quer maneira melhor de mandar o estresse embora? Seja sozinho ou acompanhado, nada é melhor que dançar para se livrar da tensão gerada no dia a dia.

Acupuntura - Esta técnica medicinal de origem chinesa já é bem aceita pela medicina ocidental. A acupuntura pode ser recomendada para casos mais graves de estresse, mas só deve ser feita com prescrição médica e por um profissional habilitado.

Ao longo do dia de trabalho, tire alguns minutos para se distrair - Faça pausas de cinco minutos, levante-se da sua mesa e vá dar uma volta, nem que seja pelos corredores.

Descanse - Cansaço não se resolve com truque, mas com repouso.
Saia da rotina -- Mudar a rotina faz bem não só para a memória, mas também aumenta o ânimo.

Sobre a Clínica Capilar Alto Stima

Fundada pela terapeuta capilar Sandra de Assis Maia, graduada em pela Faculdade Unida de Vitória (2011), Pós Graduação em Tricologia e em Terapia Ortomolecular, Membra do Corpo Docente da Associação Internacional da Argentina de Tricologia, Membra da Associação Brasileira de Tricologia (ABT), Holística e sócia-diretora da Clínica Capilar Alto Stima. A Clínica conta com uma equipe de diversos profissionais treinados para realizar os trabalhos. O espaço oferece tratamento capilar para todos os tipos de cabelos ressaltando alguns serviços como: diagnóstico, avaliação com aparelho de tricoscopia, terapia ortomolecular e tricologia. A Clínica também possui serviços complementares de salão. Site: 

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