29/06/2015

• O poder da paternidade

Sabe aquele velho ditado popular que diz que todos temos um lugar ao sol? Pois bem, esta força de encontrar o seu canto, reconhecer o seu espaço e demarcar limites vem da principal figura masculina na vida de toda criança: o pai.
Na ausência do pai, a criança busca sempre esta figura essencial que irá lhe ajudar com os limites e com a sua força de se posicionar diante da vida. É importante ressaltar que quanto mais bem amparada desta imagem interna masculina, ou seja, o pai que habita dentro de cada um de nós, mais bem resolvidos quanto ao “nosso lugar ao sol” estaremos. Quanto mais meu espaço interno é respeitado e quanto mais conheço minhas regras e leis internas, mais compreensivo e respeitoso eu serei com as outras pessoas, não precisando invejá-las ou mesmo puxar o tapete de ninguém para chegar aos meus objetivos.
A força de um pai está muito relacionada à despedida por parte do jovem adulto de seu lar para sua ida ao mundo, onde conquistará seu lugar na sociedade, podendo contribuir, fazendo a diferença. Portanto, é importante que os pais saibam o seu papel no psicológico de seus filhos para que possam sempre oferecer uma base de amor e acolhimento necessários para que a criança se desenvolva firme, sentindo-se amparada e sabendo que alguém muito especial acredita e torce pelo seu sucesso na vida.
Sempre que atendo pais que se encontram perdidos com relação a como educar seus filhos, ofereço três valiosas dicas psicológicas:
1)    Seja firme e afetuoso ao transmitir um pedido ao seu filho. Uma ordem pode ser transmitida com amor.
2)    Elogie-o sempre que algo diferente for realizado. Não fique somente observando ações iguais as suas.
3)    Valorize cada traço único na personalidade de seu filho e jamais queira que ele seja você. Para que ele te traga orgulho e admiração, você só precisa acreditar nele e valorizar seus pontos fortes. A segurança de uma criança vem de suas raízes, de seus pais.
Não existe nada mais enriquecedor do que receber um grande suporte e consideração da própria fonte paterna.
Serviço: João Alexandre Borba
Master Coach Trainer e Psicólogo
21 9.9804-2805

26/06/2015

• Seios grandes

Dores fortes e complexo psicológico. Gigantomastia prejudica postura. 

O implante de silicone é uma das cirurgias plásticas mais realizadas no Brasil. Enquanto muitas mulheres realizam o sonho de ficar com os seios maiores e mais visíveis, outras sofrem com o tamanho excessivo das mamas. A gigantomastia é o termo técnico para definir a hipertrofia mamária, caracterizada quando o volume ultrapassa as medidas convencionais. “Existe uma classificação das hipertrofias. Elas podem ser categorizadas nos graus I, II, III e IV. No caso da gigantomastia, a hipertrofia ultrapassa o grau IV”, explica o cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco da Clínica Michelangelo em Curitiba-PR.
Os graus I e II correspondem a aumentos subjetivos, já o grau III apresenta sintomas físicos, como dores nas costas e alterações na coluna vertebral. No grau IV, o mais severo, os sintomas são mais agressivos e os seios possuem um tamanho desproporcional a estrutura corpórea da mulher. “Pode haver ainda a chamada hipertrofia juvenil, que atinge pacientes jovens, e a hipertrofia com ptose, quando os seios são caídos. O crescimento exagerado da glândula mamária ou do tecido adiposo da região causa alterações nos tecidos e dificuldades para amamentar”, elucida.
Para determinar se a paciente possui gigantomastia são usados vários parâmetros de análise, como o peso, altura, largura do tórax e estrutura osteomuscular. Além disso, são levadas em consideração as queixas relacionadas à postura incorreta, distúrbios respiratórios, aspecto deformado das mamas e problemas psicológicos. “A mulher fica com auto-estima baixa, complexo e há prejuízos nos relacionamentos sociais por causa da dificuldade de aceitar a sua própria imagem corporal”, ressalta o médico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
Entre as causas da gigantomastia estão os distúrbios glandulares, menopausa precoce, hipertrofia virginal ou puberal, diabetes, aspectos hereditários, distúrbios emocionais, obesidade e hipertrofia após a gravidez. “O tratamento para o problema é a correção por meio de intervenção cirúrgica. A plástica tem como objetivo reduzir o volume, deixando as medidas em harmonia e equilíbrio. A cirurgia ainda é benéfica para a coluna, as costas e reduz as dores causadas pelo peso excessivo”, afirma Pacheco.
A principal vantagem da cirurgia plástica é o resultado imediato, já que após a operação é possível visualizar a redução do tamanho das mamas. A intervenção ainda proporciona o remodelamento dos seios, melhorando o seu formato. “De acordo com o estado de saúde da paciente, os critérios de segurança e a indicação médica é possível associar a redução mamária a outros procedimentos cirúrgicos, como a lipoaspiração. A técnica utilizada para reduzir as mamas varia conforme o caso e as necessidades da paciente”, acrescenta Pacheco.
Mesmo com a correção do volume mamário, algumas pacientes precisam tratar os problemas dorsais com sessões de fisioterapia, RPG e terapias alternativas específicas. “Em adolescentes e mulheres jovens é preciso realizar um diagnóstico preciso e mais aprofundado, já que o corpo está passando por grandes transformações hormonais. A indicação da cirurgia deve ser feita com critérios rigorosos e todos os fatores que podem influenciar o processo devem ser discutidos entre o especialista e a paciente”, observa o médico.
No pós-operatório é indicado o uso de um sutiã especial, que não possui armações de metal, enchimentos ou costuras duras. O sutiã não pode apertar a região e deve ser o mais confortável possível, já que ele deverá ser usado por um mês durante o dia e também para dormir. “Os movimentos com os braços devem ser leves e após três semanas a paciente volta, de forma progressiva, as suas atividades normais. É normal os seios ficarem inchados, sensíveis e com manchas avermelhadas, que somem naturalmente com o passar do tempo”, finaliza.
Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)
Cirurgião Plástico
Email: plastica.pacheco@yahoo.com.br
Fone: (41) 3022-4646 e 4141-4424
Endereço: Rua Augusto Stellfed, 2.176, Champanhat, Curitiba/PR.

24/06/2015

• Felicidade

Para cada pessoa, a felicidade surge de maneira diferente, seja em pequenos momentos, ou em grandes ações. 

Pode-se dizer, tranquilamente, que o objetivo da maioria das pessoas, na vida, é ser feliz. Por isso que elas buscam alcançar seus objetivos, sejam eles profissionais ou pessoais; para serem felizes.
Em meio a correria do dia a dia, parece não existir mais tempo para encontrar a tão desejada felicidade.  Muitos esperam achar uma felicidade instantânea, que nunca vá embora. Para alguns ela realmente surge, para outros, não. Para cada pessoa, a felicidade surge de maneira diferente, seja em pequenos momentos, ou em grandes ações.
A felicidade também surge de maneiras distintas para o sexo masculino e o feminino. Os homens, por exemplo, se satisfazem de maneira muito simples. Segundo a psicóloga Carla Ribeiro eles se consideram felizes se tiverem dinheiro e um ótimo carro, se puderem viajar e sair com os amigos, além de assistir aos seus esportes preferidos.
Carla, que é especialista em saúde masculina, explica que, ao longo da vida de um homem, ele aprende, salvo exceções, a ser um "homem de verdade". Nestas lições de vida, três valores primordiais são enfatizados, para que as pessoas tenham uma imagem máscula dele: o que ele é, o que ele faz e quanto dinheiro ele ganha. A busca da felicidade de um homem começa por aí.
A psicóloga explica que o sentimento de felicidade do homem está na quantidade de "medalhas" que ele ganha na vida. No pensamento masculino, é indispensável ter uma boa companheira ao seu lado.
A especialista enfatiza que, tanto para homens quanto para mulheres, a felicidade será plena quando ela abrir espaços vazios em nossa vida. "Ela transmite bem-estar, tranquilidade e segurança", comenta.
Serviço: Carla Ribeiro
Psicóloga Clínica e Hospitalar voltada para Saúde do Homem
Celular: 21 9.9908-1834
Endereço: Av. Nelson Cardoso, 1149 - sala 1213, Taquara, Jacarepaguá - Rio de Janeiro/RJ.

22/06/2015

• A importância do controle sobre si mesmo

Como o controle sobre seu próprio cérebro pode impactar na sua vida 

O corpo humano, em sua totalidade, é cheio de mistérios. Muitas pesquisas já foram realizadas, para que chegassem a resultados conclusivos sobre os dois lados do cérebro, suas características e para quais habilidades eles se encaixam melhor.
O lado direito é a parte intuitiva, imaginativa e impulsiva do nosso cérebro. É nessa parte, também, que se localizam as emoções e a impulsividade. Já o lado esquerdo do nosso órgão é caracterizado como lógico, analítico e estratégico. É ele quem analisa as decisões a sangue frio, e pensa antes de agir.
Apesar do que muitas pessoas podem pensar, é mais comum que utilizemos a parte direita do que a esquerda de nosso cérebro. Mesmo os que se consideram mais racionais, ainda é possível observar características emocionais em suas tomadas de decisão. Afinal, é o lado direito que, por exemplo, nos faz trabalhar de maneira maquinal, sem refletir sobre as nossas ações. Esse tipo de trabalho, chamado de piloto automático, é relacionado com uma metáfora já bastante difundida, que fala sobre o Elefante, o lado direito do cérebro, e o Condutor, representante do lado esquerdo.
A primeira personagem é preguiçosa, aprende com lentidão e de modo repetitivo, e concentra todas as nossas emoções. É ela quem comanda a maior parte das ações que realizamos em um dia, causando, frequentemente, a sensação de que o trabalho não está rendendo como deveria. Já o Condutor, a parte esquerda do cérebro, é racional e analítico, refletindo sempre antes de tomar alguma decisão. Apesar de apresentar inúmeros benefícios, é pouco utilizado: só usamos o Condutor em, no máximo, 5% do nosso dia.
Dominar o lado direito do cérebro é um desafio árduo. Passar a enxergar as possibilidades da vida pelo lado analítico, também. Porém, essa é a melhor opção, segundo especialistas, para promover a autoliderança, impactando positivamente no trabalho, estudos e atividades em geral.
Esse tema, e as formas como se tornar líder de si mesmo, aprendendo, assim, a liderar os outros, serão abordados no Congresso Internacional de Autoliderança, que acontecerá em Gramado, no Rio Grande do Sul, nos dias 25 e 26 de abril.
O tópico do Elefante e Condutor é uma das especialidades de Domi Müller,  idealizador e um dos especialistas que participará do evento. Lá, ele fará o lançamento do seu Livro "Saia do Piloto Automático e Lidere Seu Próprio Destino- Um guia de autoliderança para fazer a vida valer a pena", que busca, ao longo de dez capítulos, inspirar o leitor a tomar as rédeas de sua própria vida.
No Congresso será lançado o livro.  O e-book já está disponível exclusivamente para aqueles que comprarem os ingressos:  http://www.congressodeautolideranca.com/TICKETS .  Ao comprar o ticket, imediatamente ele recebe um e.mail com login e senha para acessar a área dos congressistas e acessar o e-book e outros quatro livros digitais de outros palestrantes.
Serviço:
Domi Müller:
Congresso Internacional de Autoliderança:

19/06/2015

• Especialista dá dicas de alimentação saudável

Em comemoração ao Dia Nacional da Nutrição, profissional da área dá informações sobre alimentação saudável. 

No dia 31 de março, é comemorado o Dia Nacional da Nutrição. Essa data é ideal para que uma reflexão sobre o que se tem ingerido seja feita, além de uma avaliação se cada um está fazendo boas escolhas, para garantir o bem estar e a saúde.
Foi comprovado, através de diversos estudos ao longo dos anos, que os hábitos alimentares e exercícios físicos diários tem a capacidade de melhorar a qualidade de vida de um indivíduo. Além disso, práticas saudáveis podem ajudar a evitar doenças sérias, como obesidade e hipertensão arterial, além de controlar o aumento nos níveis de glicose sanguínea e o colesterol. Segundo a nutricionista Paula Borges, a dieta adequada, combinada aos exercícios físicos, ainda garante o bem estar emocional, pois deixa o indivíduo satisfeito consigo mesmo.
Entretanto, a profissional, que é especialista em atendimento clínico e esportivo, adverte: para garantir uma dieta saudável, as escolhas devem ir além do prato. "É necessário observar o que comemos entre as refeições, e ficarmos atento àquilo que, eventualmente, consumimos, como café e doces", afirma. Ela explica que os alimentos devem ser consumidos em quantidade e qualidade adequadas às necessidades de cada indivíduo, e, durante as refeições, é importante garantir um ambiente calmo, que também atenda suas necessidades emocionais e sociais.
Ela diz, ainda, que a industrialização e a urbanização trouxeram o aumento da ingestão de calorias e diminuição da prática de atividades físicas, estabelecendo, dessa forma, o princípio do sobrepeso, por causa da maior ingestão de comida e menor gasto energético. "Atualmente, a obesidade é a terceira maior doença nutricional do Brasil, sendo apenas superada pela anemia e desnutrição. É comum observar mudanças nas dietas de países em desenvolvimento, por causa de alterações econômicas e sociais, como vem acontecendo no Brasil", explica a profissional.
Paula explica que é importante atentar-se aos exageros, e procurar, sempre, controlar o consumo de gorduras saturadas e trans, como determinadas carnes, creme de leite, frituras e salgadinhos, por exemplo. "No período da tarde, os lanches devem ser mais leves, para não causar a sensação de moleza e indisposição. Frutas e biscoitos integrais são o ideal", afirma. Além disso, ela conta que o café não pode ser consumido de modo exagerado, principalmente próximo às refeições, pois ele interfere na absorção de alguns nutrientes, como o ferro e o cálcio.
A nutricionista explica que, com atitudes simples, como comer alimentos ricos em fibras, carboidratos, verduras e legumes, além de ingerir muita água por dia, podemos garantir qualidade de vida e longevidade. "Espero que, neste dia 31 de março, as pessoas possam repensar seus hábitos alimentares, e se dedicarem a manter uma vida mais saudável", finaliza Paula.
Serviço: Paula Souza Borges
Nutricionista CRN 1989/PR
Atendimento Clinico e Esportivo
(41)3282-5776 / 9677-6925

17/06/2015

• Homofobia pode estar ligada a desejos reprimidos

Segundo psicólogo, ataques homofóbicos podem ter relação com opção sexual reprimida. 

No ano de 2013, no Brasil, foram assassinados 313 membros da comunidade LGBT, segundo pesquisa do Grupo Gay Bahia (GGB), ou seja, um assassinato há cada 28 horas. Se compararmos nossos números com os do Chile, que teve apenas quatro assassinatos de transexuais, travestis, lésbicas, bissexuais ou gays no mesmo período, podemos perceber que crimes ligados à homofobia acontecem 80 vezes mais no Brasil que no país vizinho.
Crimes realizados por razões homofóbicas são feitos por pessoas que sentem antipatia, desprezo, preconceito, aversão e, até mesmo, medo, por homossexuais, bissexuais, travestis e transgêneros. Ao longo dos anos, a mídia brasileira expôs muitos casos de agressões físicas e verbais cometidas por pessoas que possuem a percepção de que a orientação não heterossexual é negativa e “errada”.
Segundo pesquisa de cunho psicológico, a homofobia pode estar ligada a um sentimento reprimido que o agressor possui. Por exemplo, homens que foram criados em lares machistas, opressores e homofóbicos possui grandes chances de se descobrirem homossexuais, com o passar do tempo. Em um estudo, em que os pesquisadores analisaram as diferenças entre o que as pessoas dizem sobre sua orientação sexual e sua orientação verdadeira (baseando-se em reações que os pacientes apresentaram), foi possível perceber duas coisas. A primeira é que os participantes que possuíam pais mais abertos e compreensivos estavam mais em contato com sua orientação verdadeira, seja o indivíduo hetero ou homeafetivo. A segunda constatação foi a de que os filhos de pais conservadores apresentavam desejos homossexuais, porém escondiam isso, e, muitos, possuíam tendência a um comportamento homofóbico.
Segundo o psicólogo João Alexandre Borba, quem agride o próximo por ter convicções diferentes das suas, é porque não tem maturidade para sustentar suas próprias convicções. Ou seja, muitas vezes, ao agredir o outro por ele ser diferente de si, é provável que você seja mais parecido com ele do que pensa.
Borba afirma que teve um paciente com um caso evidente de repressão de sentimentos. “Ele agredia homens que mostravam afeição por outros rapazes, e sempre demonstrava muita raiva ao falar sobre isso. Após algum tempo, eu sugeri que essas reações eram uma negação de seus desejos; ele se ofendeu e demorou um mês para voltar a se consultar comigo”, conta o psicólogo.
Um mês depois do ocorrido, entretanto, o paciente retornou ao consultório, para dizer que havia “ficado” com um amigo, e não sabia o que fazer com isso. “Hoje, anos depois, eles namoram. Meu paciente está feliz e parou de agredir a si mesmo e aos outros homens”, explica o profissional.
O especialista afirma que a partir do momento em que as pessoas passam a se aceitarem verdadeiramente, a violência acaba e o respeito e a compreensão ao próximo passam a tomar lugar da antiga raiva contida, afinal, só podemos oferecer respeito quando antes o auto respeito acontece.
Serviço: João Alexandre Borba
Master Coach Trainer e Psicólogo

15/06/2015

• 5 passos para melhorar a autoestima

Coach dá dicas de como elevar sua autoestima. 

A forma como uma pessoa enxerga a si mesma é chamada de autoestima. É ela que causa felicidade ou tristeza em uma pessoa, que a faz sentir bem consigo mesma ou não. Ela é, também, uma poderosa aliada que permite atingir grandes conquistas, além de fazer com que a pessoa acredite em seu próprio potencial, e se coloque no caminho para realizar seus sonhos.
Porém, a autoestima só pode ter todo seu potencial utilizado quando as pessoas estão bem consigo mesmas, coisa que nem sempre acontece. Segundo a Madalena Feliciano, Presidente do Instituto Profissional de Coaching, muitas vezes, o indivíduo se torna seu próprio inimigo. "As pessoas se colocam para baixo, e isso as impede de alcançar suas metas pessoais", explica a especialista.
Madalena afirma que, com exercícios simples, é possível aumentar a autoestima, abrindo caminho para a autorrealização. "Principalmente em mulheres, podemos ver casos de autoestima baixa, e que impedem uma felicidade plena. O primeiro passo para tratar isso é a aceitação de si mesma. Depois, é necessário observar se não é o caso de mudar alguma característica ou hábito que servem de obstáculo na sua autoaceitação", pondera.
A coach listou alguns passos simples para aumentar a autoestima, confira:
1.   Analise sua vida:
Você realmente está vivendo a vida que gostaria? O seu trabalho lhe traz felicidade? Está satisfeito consigo mesma? Segundo Madalena, o primeiro passo é analisar como a pessoa esta levando a vida, para determinar quais os aspectos que necessitam ser mudados. Com uma simples ferramenta de Coaching, "Roda do Equilíbrio da Vida", pode-se facilmente identificar quais áreas deverão ser trabalhadas e quais ações serão necessárias.
2.   Não tome decisões precipitadas:
Mesmo julgando que sua vida necessita de melhoras, o ideal é não se apressar demasiadamente. "Não querer mudar do dia para noite é fundamental, pois o resultado não é imediato, e sim progressivo", cita a coach. Com pequenas ações diárias podemos chegar ao cenário desejado.
3.   Não se critique demais
Madalena afirma que, mesmo se você encontrar muitos itens a serem alterados em sua vida, é comum que as pessoas exagerem no primeiro momento, e se cobrem demais por mudanças drásticas. "Tudo deve ser levado de modo saudável". Estar próximo a pessoas positivas e manter-se alerta aos pensamentos negativos é um exercício simples com excelentes resultados, pontua.
4.   Encare seus problemas de frente
A Coach orienta, o ideal é não fugir dos seus obstáculos. "Fugir do que dá medo é compreensível, mas não ajuda em nada no processo de melhora de si mesmo", afirma.
5.   Trabalhe no seu autoconhecimento
Reconhecer seus defeitos e qualidades, encarando-os como um conjunto de características que formam o indivíduo, é essencial, de acordo com Madalena. "Responsabilizar-se por suas escolhas é uma etapa importante no amadurecimento e melhoria pessoal', finaliza a coach.
Serviço: Instituto Profissional de Coaching
Madalena Feliciano
Diretora Geral
(11) 2737-1685
E-mail: 
madalena@ipcoaching.com.br
Site: 
www.ipcoaching.com.br

12/06/2015

• As vilãs das cirurgias

As queloides e as cicatrizes hipertróficas são determinadas a partir de fatores genéticos. 

Uma das primeiras preocupações de quem vai se submeter a uma cirurgia é em relação à cicatrização. Muitos têm medo que, após a cirurgia, ainda fique um estigma feio e aparente, por exemplo. De acordo com o cirurgião plástico Dr. Alderson Luiz Pacheco, de Curitiba, a cicatriz depende da genética de cada paciente. “A queloide e as cicatrizes hipertróficas são determinadas por fatores genéticos, que causam cicatrizes anômalas. Normalmente, o organismo possui mecanismos que detectam quando a cicatriz reparou o dano causado e o processo é interrompido, mas, nestes casos, a produção de tecido continua e ultrapassa a região reparada”, explica.
Segundo Pacheco, a cicatriz é um tecido fibroso, que preenche o espaço do tecido que sofreu o trauma – ou seja, a área do corte – mantendo a parte interna do corpo segura.  A textura deste tecido é diferente da pele normal, e pode ser sentida ao apalpar a região ou percebida visualmente. “Pessoas afrodescendentes, de origem asiática e mulheres têm maior propensão a desenvolver queloides”, aponta.
A diferença entre a quelóide e a cicatriz hipertrófica é, na verdade, bem simples. A segunda não ultrapassa a região lesionada e com o tempo pode regredir, a ponto de ter um aspecto visual de boa qualidade se tratada adequadamente. “No caso da hipertrófica, o tratamento mais indicado é o não-cirúrgico, que é menos invasivo, visando intensificar a regressão. Ele pode ser feito com aplicação de correntes elétricas, procedimento chamado de eletroterapia, ou até mesmo com a aplicação de laser, a laserterapia”, esclarece o especialista. Normalmente, a queloide começa a surgir três meses após a cirurgia, mas o tratamento para evita-la pode ser realizado logo após o início da recuperação, com bandanas elásticas e fitas adesivas de silicone, para comprimir o local.
Se, mesmo assim, a anomalia não puder ser evitada, existem outros tipos de tratamento que são utilizados com o objetivo de diminuí-la. “É possível fazer uma cirurgia reparadora para eliminar os excessos de tecido, mas, em 45% dos casos, há reincidência", adverte o cirurgião.
Outra alternativa é a aplicação de corticóide através de injeção, já que este procedimento diminui a produção de colágeno e reduz a inflamação. “A injeção diminui a espessura da cicatriz e alivia a coceira e a dor posteriores, porém pode provocar manchas na pele que devem ser tratadas após o processo. O procedimento pode causar dor, por isso é recomendado anestesia local”, observa.
Há ainda a betaterapia, que consiste em irradiar a cicatriz através de uma placa que contém o átomo radioativo estrôncio, e é semelhante à radioterapia. “Este tratamento é eficaz desde que seja feito 48 horas após a cirurgia, e também causa manchas na pele”, acrescenta Pacheco. 
O cirurgião plástico finaliza dizendo que, independentemente se as queloides e cicatrizes hipertróficas puderem ser evitadas, ou apenas diminuídas, é imprescindível que os pacientes procurem informações sobre os procedimentos e médicos que irão atendê-los. "Quando se trata da saúde, qualquer cuidado é pouco, e é dever do paciente estar ciente sobre os riscos e cuidados que devem ser tomados antes e depois da cirurgia", completa.
Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)
Cirurgião Plástico
Email: plastica.pacheco@yahoo.com.br
Fone: (41) 3022-4646 e 4141-4424
Endereço: Rua Augusto Stellfed, 2.176, Champanhat, Curitiba/PR.

10/06/2015

• O tabu do sexo na terceira idade

Especialista explica que as relações sexuais após os 60 anos devem ser encorajadas, independentemente do tabu que paira sobre o assunto. 

É comum as pessoas acreditarem que, depois de uma certa idade, o sexo desapareça da vida particular. Muitos acham que o sexo seja uma atividade presente na vida dos jovens, e que, nos homens, entre os 60 e 70 anos, ele diminua drasticamente, e se torne inexistente depois disso. Nas mulheres, a crença popular é que ele esvaeça ainda mais cedo: a partir da menopausa e a consequente incapacidade de gerar filhos.
Entretanto, segundo apontamentos de estudos recentes, pessoas idosas possuem, sim, uma vida sexual ativa. O sexo exerce um importante papel na saúde física e mental de homens e mulheres acima de 60 anos. Segundo a psicóloga clínica e hospitalar, Carla Ribeiro, de Jacarepaguá- RJ, o ato sexual, nessa idade, assume características particulares. “Ele se torna mais tranquilo e carinhoso, próprio de quem já desenvolveu intimidade com a outra pessoa e já conhece a si mesmo muito bem”, afirma.
A especialista em saúde masculina explica que a frequência da relação sexual, para o idoso, não é o mais importante, e, sim, a qualidade dela, detalhe que, geralmente, não é valorizado na juventude. Além disso, é imprescindível que o casal procure manter “a chama acesa”. “O sexo pode ser usado para combater o desânimo perante a vida, que pode aparecer nessa idade, por exemplo. Entusiasmar-se e manter o bom humor é uma ótima forma de manter-se positivo”, pontua Carla.
Ela ainda enfatiza que não deve haver nenhuma forma de preconceito, seja por parte do próprio casal, ou de pessoas próximas, ao tratar sobre sexo na terceira idade. “O ato sexual entre duas pessoas é uma forma de demonstrar amor e manter-se sadio, ele não deve ser tratado como “tabu” por causa da idade dos praticantes”, explica a psicóloga. “Se as pessoas se sentirem bem consigo mesmas e com seus parceiros, esta é uma atividade que deve ser encorajada e praticada por muitos anos, independentemente da idade”, conclui.
Serviço: Carla Ribeiro
Psicóloga Clínica e Hospitalar voltada para Saúde do Homem
Celular: 21 9.9908-1834
Endereço: Av. Nelson Cardoso, 1149 - sala 1213, Taquara,
Jacarepaguá - Rio de Janeiro/RJ.

08/06/2015

• Doenças cardiovasculares podem ser tratadas de maneira natural

Especialista dá dicas de como prevenir e tratar doenças cardiovasculares com grãos integrais. 

O coração é um dos órgãos que mais trabalha no corpo humano, bombeando o sangue oxigenado para o corpo inteiro, dia e noite, sem parar. Qualquer interrupção do seu ritmo natural, seja por ficar algum tempo sem bater (por menor que este tempo seja), ou acelerar de modo excepcional, pode ser fatal. Se o coração não está bem, então o resto do sistema pode ser comprometido.
No Brasil, a cada dois minutos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), uma pessoa morre de problemas cardiovasculares. Segundo a própria entidade, a tendência é que este número aumente para 1,5 mortes ocorridas em apenas um minuto até 2015, além de atentar para a conta que mostra que, até 2014, o número de mortos por doenças cardiovasculares no país aumente 250%. Caso as pessoas não comecem a se conscientizar, os problemas ligados ao coração podem se tornar muito mais sérios do que já são.
Apesar desse cenário pessimista, a nutricionista Paula ​Souza, de Curitiba, afirma que é possível cuidar do coração de maneira saudável, por meio de uma alimentação balanceada, e destaca a importância dos grãos na regulamentação da saúde cardiovascular. "Os grãos integrais, como aveia, semente de linhaça e farelo de trigo, são ricos em substâncias antioxidantes, fibras e gorduras nutritivas. Ao incluí-los na dieta diária, eles ajudam a manter o coração sadio, além de diminuir o risco de outras doenças, como pressão alta, AVC e infarto", explica à profissional.
Ela pontua que estudos recentes demonstram que, de fato, a ingestão diária de alimentos integrais ricos em fibras está diretamente ligada com uma redução da taxa de mortalidade relacionada a doenças cardiovasculares. "Para preservar a saúde, não é preciso muito: apenas 25 a 28 gramas de cereais diários, que podem estar no arroz e no pão integral, por exemplo," diz Paula, que é especializada em atendimento clínico e esportivo.
Entretanto, a nutricionista adverte que apenas passar a ingerir grãos não é o suficiente. "É preciso ressaltar que, junto da inclusão de fibras na dieta, combater o sedentarismo, assim como outros vícios e erros alimentares, também é essencial, além de, claro, manter uma regularidade nos cuidados com a alimentação e o corpo ao longo de toda vida", finaliza.
Serviço: Paula Souza Borges
Nutricionista CRN 1989/PR
Atendimento Clinico e Esportivo
(41)3282-5776 / 9677-6925

05/06/2015

• Verdades e mitos sobre a lipoaspiração

Cirurgião plástico desmitifica informações importantes sobre um dos procedimentos estéticos mais realizados no país. 

No Brasil, em 2013, foram realizadas, aproximadamente, 1.491.721 cirurgias plásticas. Este número colocou o país em 1º lugar no ranking mundial de cirurgias plásticas, ficando na frente dos Estados Unidos, segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps). A lipoaspiração é segundo essa pesquisa, o segundo procedimento mais realizado no país, sendo ultrapassado apenas pela mamoplastia de aumento, mas, mesmo com o alto número de pessoas que a realizam, muitos ainda não sabem as características da lipoaspiração.
Segundo o Dr. Alderson Luís Pacheco, cirurgião plástico que atua em Curitiba, existem muitos mitos sobre a lipoaspiração, e que geram dúvidas sobre o que ela é, qual sua utilidade, quais os seus riscos, etc. “O primeiro ponto que deve ser esclarecido é o que é, de fato, este procedimento estético. Trata-se de uma cirurgia que aspira gordura por meio de sucção, englobando outros métodos, como, por exemplo, lipolight, minilipo e vibrolipoaspiração”, explica. Ele explica, ainda, que é altamente recomendado realizar este, e qualquer outro procedimento estético, com um cirurgião plástico, já que ele estudou a finco o assunto.
Pacheco ainda afirma que, como toda outra cirurgia, a lipoaspiração tem, sim, riscos. Entretanto, ele explica que ela é uma das intervenções estéticas mais realizadas atualmente, e possui um baixo índice de complicações. “A anestesia a ser realizada também contribui para maior segurança do procedimento. Por exemplo, a anestesia local deve ser priorizada quando o paciente não possui tanta gordura a ser retirada. O cirurgião responsável deve saber analisar as necessidades e especificidades de cada caso”, pontua.
Ele ainda frisa que é a análise de cada paciente deve ser feita de maneira minuciosa, para que todas as providências adequadas sejam tomadas. “A pessoa que se submete à uma cirurgia também deve se atentar para as especialidades do médico, o local que será realizada a cirurgia e quais são suas expectativas para com o procedimento. Muitas vezes, por exemplo, as pessoas desejam uma lipoescultura- que segue os mesmos princípios da lipoaspiração, porém injeta a gordura retirada em um outro local- e nem sabem, por falta de informação”, finaliza Alderson.
Serviço: Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)
Cirurgião Plástico
Fone: (41) 3022-4646 e 4141-4424
Endereço: Rua Augusto Stellfed, 2.176, Champanhat, Curitiba/PR.

03/06/2015

• Deixe a timidez de lado e torne-se um bom líder

Para chegar à liderança é preciso se expor - e não deixe que a timidez lhe impeça de alcançar o sucesso. 

Hoje, para se ter sucesso na vida profissional – e até mesmo na pessoal, - é preciso muito mais do que um bom currículo, criatividade, dedicação, esforço, vontade, etc. É preciso saber expor todas essas qualidades por meio da fala, postura e aparência – afinal, quem não é visto, não é lembrado.
E quem não é lembrado perde as chances que lhe aparecem de conquistar uma promoção e tornar-se líder de uma equipe – resumidamente, perde a chance de crescer. “O problema é que muitas pessoas extremamente capazes deixam essas oportunidades únicas passarem devido a timidez, por terem medo de falar em público e de se exporem em frente a seus colegas e chefes”, comenta Eraldo Melo, empresário e palestrante motivacional.
Ser tímido não é e nunca foi problema, é uma característica necessária e comum ao ser humano, porém, quando a timidez começa a interferir negativamente na vida das pessoas, as impedindo de tomarem atitudes simplesmente por terem “vergonha”, a questão torna-se mais séria. “Principalmente no mundo profissional: ser uma pessoa muito tímida pode ter impacto negativo. O mundo está cada vez mais competitivo e, para conquistar uma vaga de emprego e/ou uma promoção, é preciso que a pessoa enfrente esse possível desconforto e mostre o porquê merece essa valorização – afinal, se ela não fizer isso, outro fará, e ela terá perdido uma oportunidade de crescer”, exalta Melo.
Afinal, porque uma empresa contratará uma pessoa que tem boas ideias, mas não as expõe frente aos chefes/colegas? Ou melhor: como que os chefes saberão que essa pessoa tem boas ideias se ela não as compartilha? “Quando o profissional possui esse padrão de comportamento, se abstendo de participar de reuniões e não expondo suas principais qualidades e ideias durante uma entrevista, por exemplo, ele já sai atrás dos outros. Trabalhar significa ‘vender o seu peixe’ diariamente – e como fazer isso se você tem vergonha de aparecer?”, ressalta o especialista, que ganhou sua primeira promoção, na empresa que, hoje, é sua, ao se mostrar comunicativo e pró-ativo.
E isso é ainda mais importante para aqueles que almejam cargos de chefia. “Uma das exigências para esses cargos é saber se relacionar e passar ordens para os subordinados, e a pessoa tímida sente-se insegura nessas situações - e em todas as outras as quais precisa ter um comportamento expositivo. Dessa forma, é preciso saber lidar com a timidez, evitando que ela torne-se o maior obstáculo na vida de um profissional que pretende chegar a um cargo de gestão. É muito chato saber que pessoas menos competentes, porém, mais extrovertidas, conquistam esses cargos por serem mais confiantes e demonstrarem isso durante o expediente/entrevista – e isso é comum”, lamenta o empresário, hoje dono de cinco empresas de prestações de serviços.
Porém, para não deixar que a timidez cause esses problemas, já existem formas de tratá-la e lidar com o desconforto, tornando-o cada vez menor e menos incômodo para quem sofre com ele. “Hoje já está provado que, quando reconhecida a causa da timidez, é possível reprogramar a mente para minimizar este mal. Além disso, uma boa dica é obter bastante conhecimento nas mais variadas áreas, pois ao dominar mais assuntos, a pessoa se sentirá mais segura para expor suas ideias – e isso inclui temas do trabalho”, sugere.
“Caso a pessoa sinta que não consegue ultrapassar esse obstáculo sozinha, existem muitos profissionais qualificados no mercado de trabalho que podem auxiliar nesse processo, passando exercícios diários que ajudem a aumentar a autoconfiança, melhorar a oratória e autoestima, etc.”, conclui o especialista.
Serviço: Eraldo Melo
Empresário, Psicólogo, Escritor e Palestrante Motivacional
Fone: (64) 8122-5397 | (64) 9939-3435

01/06/2015

• Exercite sua criatividade e descubra um novo mundo de possibilidades

Especialista dá dicas de como estimular a criatividade. 

Criatividade é tudo. Um bom currículo e boas experiências são, sim, características importantes na vida profissional, mas a criatividade é algo que faz as pessoas se sobressaírem entre as outras. E por que isso acontece? Porque o nível de criatividade de umas pessoas é tão alto que fatores mais “certinhos”, como o currículo, são deixados de lado por alguns momentos. Mas é possível treinar o cérebro para ele ser mais criativo? Andreia Rego, Psicanalista e Coach de Desenvolvimento Humano no Rio de Janeiro/RJ, responde:
“Dependendo do histórico de cada um, acredito que as vivências e experiências podem contribuir para ser mais criativo. Obviamente, há algumas questões que são favoráveis para que a mente diminua seu ritmo cerebral e abra espaço para o ócio. Ter um bom sono, meditar, promover relaxamento e bem estar, por exemplo. Nesses momentos de certo desligamento aumentam as chances de novas ideias e insights aparecerem”, explica. 
A coach ressalta que fazer atividades diferentes do cotidiano também pode ajudar a estimular as diversas áreas do cérebro, provocando os neurônios a realizarem novas conexões para que a criatividade seja mais bem explorada. “A criatividade está associada à inventividade, à inteligência e ao talento, natos ou adquiridos, para criar, inventar, inovar, quer no campo artístico, quer no científico, esportivo ou no cotidiano profissional e doméstico”, comenta Andreia Rego.
A coach comenta que uma técnica recomendada a fim de estimular a criatividade é o brainstorming, que já é muito utilizada em empresas. “Esse é o momento de permitir o pensamento livre. É a hora em que surgem os insights, que acontecem as discussões de ideias e que todos sentem-se livres para falarem aquilo o que quiserem, sem conceitos de certo ou errado”, diz.
Ainda para aqueles que desejam estimular a criatividade e trabalhar mais com essa característica, existem atividades cotidianas que podem ajudar nesse processo, desde leitura, passando por viagens, manutenção de alimentação saudável, contato com a natureza, prática de artes, ouvir música e/ou tocar um instrumento, dançar, aprender algo novo sempre que possível, etc.
“É preciso ter em mente que cada ser humano é diferente e pode adotar o que melhor funcionar para si mesmo, a fim de aguçar sua criatividade. Não existe receita pronta para isso, o que realmente importa é o exercício mental – que, para alguns, consiste no relaxamento enquanto para outros consiste em ler ou fazer atividades que estimulem o cérebro, como palavras cruzadas ou tocar um instrumento musical. Cabe a cada um descobrir o que melhor lhe aflora a criatividade – e, a partir de então, usar e abusar disso”, conclui Andreia Rego.
Serviço: Andreia Rego
Psicanalista e Coach de Desenvolvimento Humano
Instagram: Andreia Rego
Celular: 21 99941.9950

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