30/09/2015

• É melhor fazer plástica no inverno?

O clima frio pode diminuir o desconforto do paciente durante a recuperação. 

O número de cirurgias plásticas realizadas durante o inverno, no período de maio a agosto, costuma crescer em 35%. Muitos clientes alegam que é para ter se recuperado à tempo do verão e exibir o corpo sem medo. Outras vezes é porque é mais confortável ter a recuperação durante as férias e não ter que se preocupar com faltar aulas ou trabalho.
O cirurgião da Clínica Michelangelo, Alderson Luiz Pacheco, atuante em Curitiba, afirma que a preferência por essa época do ano é até recomendada pelos médicos, porque a convalescência tende a ser mais fácil e menos dolorida. "A paciente fica menos inchada já que no frio a dilatação de vasos e retenção de líquidos é menor, além de que quando há a necessidade de usar uma cinta, não se sente tanto calor", explica Pacheco.
As cintas utilizadas no pós-cirúrgico geralmente são grossas, e mesmo quem não transpira frequentemente sofre com o calor gerado, então no inverno o desconforto é menor. As cirurgias mais feitas são: mamoplastia de aumento, lipoaspiração e correção de orelhas de abano. É durante as férias que os pais levam as crianças que sofrem com as orelhas de abano para corrigi-las, pois assim não prejudica o período escolar.
O sol é um grande inimigo da cirurgias plásticas, principalmente se tratando de cicatrizes. A pele não pode se danificar pelas ações do sol, portanto, realizar a cirurgia em uma época fria e com pouca incidência de sol, em que passamos a maior parte do tempo em ambientes fechados, é uma medida inteligente.
O cirurgião lembra que além de se preocupar com o período depois do procedimento e dos cuidados que se deve ter, é importante ser cauteloso na hora de escolher a clínica e o especialista que se responsabilizará pelo seu corpo. Portanto confie no seu médico e o resultado será satisfatório.
Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)
Cirurgião Plástico
Email: plastica.pacheco@yahoo.com.br
Fone: (41) 3022-4646 e 4141-4424
Endereço: Rua Augusto Stellfed, 2.176, Champanhat, Curitiba/PR.

28/09/2015

• A febre da rinoplastia

Procedimento já é um dos mais realizados no país, mudando a vida de muitas pessoas que se sentem insatisfeitas. 

Atualmente, o Brasil é o país que mais realiza cirurgias plásticas no mundo. Segundo pesquisas, só em 2013, foram realizados 1,49 milhões de procedimentos no país, 40 mil a mais do que nos Estados Unidos. Apesar dos maiores pedidos continuarem sendo lipoaspiração e implante de silicone nos seios, uma tendência que vem sendo acompanhada é o aumento do número de rinoplastias realizadas pelos brasileiros, já que, só em 2013, mais de 77 mil operações desse tipo foram realizadas.
Segundo o que conta Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico que atua em Curitiba, a rinoplastia consiste na correção estética do nariz, conforme a preferência do paciente. "Alguns querem  aumentar, diminuir, dar projeção à ponta e até diminuir o osso do nariz, mas o pedido mais comum continua sendo o de afinar a estrutura como um todo. Outros motivos podem estar associados à estética, como a correção do septo nasal e a turbinectomia (retirada de parte dos cornetos nasais). Essa cirurgia pode ser feita a partir dos 15 anos de idade, já que é nesse período da vida que o desenvolvimento facial das pessoas está completo", explica.
O cirurgião explica que na hora de escolher um "novo nariz" é preciso que, ao mesmo tempo em que o profissional respeite a opinião do paciente, exista o bom senso de saber analisar a proporção e simetria facial, para que a pessoa não se arrependa. "Muitas vezes, o paciente sozinho não consegue identificar o que é o melhor para ele, e é aí que entra o papel de tentar demonstrar, de forma gentil, quais seriam boas opções para a pessoa, de modo que ela perceba as possibilidades. Quando se realiza uma mudança no aspecto do nariz, o rosto todo se transforma, e, por isso, é preciso saber escolher com cuidado", pontua.

Enquanto o pré-operatório dessa cirurgia é bem simples (jejum de oito horas e suspensão de remédios coagulantes por sete dias antes da cirurgia), o pós-operatório requere muita atenção. "A maioria dos pacientes não reclama de dor, e, quando ela aparece, é solucionada com um analgésico, mas por pelo menos sete dias não se respira ou come direito, além de ser difícil dormir, pois a cabeça deve estar sempre elevada. O repouso é absoluto por sete dias, e moderado até o 15º dia após o procedimento. Também é preciso observar que pode haver algum sangramento", adverte o profissional.
Apesar dos pontos negativos do pós-operatório, Pacheco afirma que esta é uma cirurgia que traz resultados rápidos, e que muda completamente a vida de uma pessoa. "Em cerca de 30 dias já é possível  ver 95% do resultado final, e, em todos os pacientes, é possível perceber o impacto que a transformação trás em suas vidas. O nível de autoestima das pessoas aumenta muito, pois elas passam a se amar mais, já que a mudança é tão visível", conclui.
Serviço: Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)
Cirurgião Plástico
Fone: (41) 3022-4646 e 4141-4424
Endereço: Rua Augusto Stellfed, 2.176, Champagnat, Curitiba/PR.
Fontes da Toda Comunicação Curitiba/PR

25/09/2015

• Cansou das orelhas de abano? Conheça a cirurgia que resolve seus problemas

A otomoplastia é uma cirurgia simples que resolve um problema que atinge muitas pessoas, melhorando a autoestima. 

A condição popularmente conhecida como "Orelha de Abano" representa uma deformidade congênita que afeta aproximadamente 5% da população mundial, e, por mais que possa parecer um problema pequeno e banal, não é bem assim para quem sofre disso. Principalmente na infância, é comum essas pessoas enfrentarem o bullying, recebendo apelidos como "dumbo", "orelhudo", "orelha de burro" e o que mais vier.
Felizmente, para quem se sente incomodado com o aspecto das orelhas, existe uma solução: a otoplastia. Segundo Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico que atua em Curitiba, essa cirurgia consiste na alteração da formação da orelha, que pode fugir ao que é considerado normal. "Essa mal formação vem do nascimento, e depende de fatores genéticos. A orelha de abano aparece quando a borda lateral é mais distanciada da cabeça que o normal, aparentando ter um tamanho maior do que o normal. Também não existe a anti-hélice (dobra interna da orelha), que também é corrigida no procedimento", explica.
Ele afirma que não existe uma idade limite para essa cirurgia ser realizada, mas o ideal é que os pais optem por fazê-la logo na infância de seus filhos. "Eu diria que entre os cinco ao sete anos é um bom momento, pois, além da orelha já estar completamente formada, atingindo quase o tamanho da de um adulto, isso evita que a criança possa sofrer algum problema na escola, devido aos comentários ou zombarias dos colegas", pontua.
Pacheco ainda diz que a cirurgia em si é muito rápida, entre trinta minutos a uma hora, e existem divergências quanto a anestesia que é aplicada. "Em adultos, é utilizada a anestesia local com sedação assistida, e, em crianças, é usada a geral. Em determinados casos, a pessoa pode receber alta no mesmo dia, e, mesmo se a internação for necessária, ela não passa de um dia", observa.
O cirurgião finaliza, esclarecendo que as cicatrizes, normalmente, são imperceptíveis, e os resultados podem ser percebidos em pouco tempo. "Em dois meses já é possível perceber a diferença entre o que era antes para o que é agora. As pessoas, em geral, percebem um aumento muito grande na autoestima, pois, geralmente, este é um problema que incomoda a vida inteira de alguém", conclui.
Serviço: Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)
Cirurgião Plástico
Fone: (41) 3022-4646 e 4141-4424
Endereço: Rua Augusto Stellfed, 2.176, Champagnat, Curitiba/PR.
Fontes da Toda Comunicação Curitiba/PR

23/09/2015

• Poeira, tempo seco e rinite: Uma combinação nada saudável

Fonte da foto: cemahospital.com.br

Cerca de 90% das pessoas que sofrem com a doença são alérgicas a poeira domiciliar; especialista do Hospital CEMA explica a causa e dá dicas de como evitar crises respiratórias

Com a chegada da primavera e a atípica ausência de chuvas, há um grupo de pessoas que sofrem muito mais do que outras as consequências do tempo seco: aquelas que têm rinite alérgica. Atualmente, cerca de 30% das pessoas no Brasil sofrem do problema, segundo a Academia Brasileira de Rinologia. E 90% delas são sensíveis a um ácaro comum, presente na poeira domiciliar. "Através do prurido (coceira) e irritação nos olhos, nariz, garganta e pulmões o corpo reconhece a poeira e reage a ela. Tudo isso pode desencadear doenças como a rinite alérgica e outras", explica o otorrinolaringologista do Hospital CEMA, Cícero Matsuyama.

A rinite alérgica é a resposta do organismo a um componente considerado nocivo. O nariz funciona como um filtro que impede a entrada de agentes que possam prejudicar a saúde dos pulmões. No entanto, partículas como poeira, pólen e pelos de animais, que a maioria considera normal, para o organismo do alérgico é nocivo. Daí vem o espirro, a coceira, obstrução nasal, a coriza: são sintomas de que o corpo está tentando eliminar o potencial agressor. Alguns casos de rinite são sazonais e estão associados à alergia ao pólen e fungos presentes no ar. No entanto, a grande maioria tem no ácaro o maior vilão.

O ácaro é um aracnídeo que se alimenta de restos de alimentos, tecidos, pele humana e de animais. Por isso, engana-se quem pensa que somente a poeira visível está cheia desses microrganismos: eles também estão presentes nas fibras dos colchões, nos travesseiros e móveis e gostam de ambientes quentes e úmidos, sem muita iluminação. O hábito de espanar ou varrer o ambiente não diminui a quantidade de ácaros, apenas os espalha. O ideal é recorrer sempre a um pano úmido. O especialista do CEMA lembra ainda do quanto a água é essencial nessa composição. "Para amenizar a poeira no ambiente é importante fazer uso de umidificadores e manter uma hidratação rigorosa", ressalta. 

Já no caso das crianças e idosos, que são mais sensíveis a problemas respiratórios, é necessário recorrer à inalação com solução fisiológica, se preciso. Quanto ao tempo seco, o médico recomenda que as pessoas - não somente as que sofrem de rinite alérgica - evitem banhos quentes demorados e o uso de espanadores ou aspiradores de pó que não possuem filtros do tipo HEPA ou de água. Tais filtros são melhores que os comuns, pois filtram até 99,9% das impurezas contidas no ar que respiramos. A manutenção do ar-condicionado, inclusive o do carro, também é outro item importante, pois aparelhos sem a devida limpeza podem acumular fungos, bactérias e ácaros, provocando assim mais crises alérgicas. 

21/09/2015

• 21 de setembro: Dia Mundial de Combate ao Alzheimer

Fonte da foto: http://hypescience.com/
Especialista alerta sobre sintomas de AlzheimerDados da Associação Internacional Alzheimers Disease Internacional (ADI), com sede na Inglaterra, apontam que atualmente há cerca de 36 milhões de indivíduos portadores do Mal de Alzheimer. Para 2030, a previsão é que o número aumente 85%. A estimativa revela que a América Latina tropical, onde está localizado o Brasil, será a região com maior aumento percentual, cerca de 146%.

São números alarmantes que serão lembrados na próxima segunda-feira, 21 de setembro, Dia Mundial de Combate ao Alzheimer. Segundo a médica Ester London, chefe do serviço de neurologia do Hospital VITA Batel, a doença acomete cada vez mais pessoas.

Atualmente, é responsável por 60% dos casos de demência em idosos. Segundo a ADI, cerca de 5% dos brasileiros com mais 65 anos sofrem de Alzheimer. A estimativa é de que atualmente cerca de 1,2 milhão de brasileiros sejam portadores da doença degenerativa, sendo que muitas delas ainda não foram diagnosticadas. 

Segundo Ester, depois dos 65 anos de idade, a chance de alguém desenvolver a doença duplica a cada cinco anos. Com 85 anos de idade, as chances são de 50%. A médica explica que um paciente demora anos para saber que é portador de Alzheimer. Uma das causas é o fato dos sintomas da doença, como perda de memória e raciocínio lento, serem interpretados pelos parentes como consequências do envelhecimento e não uma enfermidade.

Sintomas - A doença neurológica degenerativa afeta a memória, fala e a noção de espaço e tempo do indivíduo, podendo provocar apatia, delírios e, em alguns casos, comportamento agressivo. Um dos primeiros sintomas é a perda de memória para fatos recentes. Depois, ocorre a desorientação quanto a lugares e datas e mudança de humor e comportamento - irritabilidade e agressividade. Na fase avançada, a pessoa pode ter alucinações, dificuldade na fala e na alimentação. Além disso, pode não reconhecer mais os familiares e torna-se totalmente dependente.

Pesquisas realizadas pela Academia Brasileira de Neurologia (ABN) apontam que 95% das vítimas morrem até cinco anos após apresentar os primeiros sintomas e que a maioria das mortes é registrada em brancos e na Região Sudeste.
Diagnóstico - Se dá através de entrevista (história de vida, clínica, familiar, idade, escolaridade), teste cognitivo (miniexame do estado mental, teste do relógio, teste de fluência verbal), e posteriormente por meio de exames laboratoriais (hemograma completo, hormônios tireoidianos, enzimas hepáticas) e de imagem (tomografia, ressonância magnética).

Principais grupos e fatores de risco - Em geral, a doença de Alzheimer afeta pessoas com mais de 65 anos, mas existem pacientes com início por volta dos 50 anos. As causas da doença não são totalmente conhecidas, alguns estudos citam fatores importantes para o desenvolvimento da doença como: pré-disposição genética, escolaridade, hipertensão, diabetes mellitus, acidente vascular cerebral (AVC) prévio, colesterol aumentado e idade avançada.

Tratamento - Ao apresentar qualquer um dos sintomas, o paciente deve buscar um neurologista para ser avaliado. O tratamento visa retardar o máximo possível a evolução da doença e orientar a família sobre a evolução da mesma.

Prevenção - Pesquisa realizada por cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, sugere sete medidas que podem evitar milhões de casos de Alzheimer em todo o mundo. Os fatores são ligados a estilo de vida: não fumar, ter uma dieta saudável, prevenir o diabetes, controlar a pressão arterial, combater a depressão, fazer mais atividades físicas e aumentar o nível de educação. Para os cientistas, metade dos casos da doença no mundo se devem a falta destas medidas de saúde e basta uma redução de 25% nos sete fatores de risco para evitar até 3 milhões de casos.

Outro estudo sobre prevenção da doença refere-se à alimentação. Durante 10 anos, cerca de mil pessoas foram acompanhadas por pesquisadores norte-americanos. Os participantes que seguiram a dieta MIND - junção dos nomes da dieta Mediterrânea e da dieta Dash (Dietary Approaches to Stop Hypertension - Abordagem dietética para parar hipertensão, em tradução livre) - tiveram risco para Alzheimer reduzido em 53% em comparação com as pessoas que fizeram outras dietas.

Confira lista de alimentos que compõem a dieta Mind: 
Ingerir todos os dias: Grãos integrais (três ou mais porções), folhas verdes (uma porção), outros vegetais (uma ou mais porções) e uma taça de vinho (preferencialmente o tinto).
Na maioria dos dias da semana: Castanhas (como amêndoas e noz) e azeite de oliva (se possível, usar também no preparo das refeições).
Algumas vezes por semana: Vagens (como feijão e lentilha), mirtilo, morango e aves.
Ao menos uma vez por semana: Peixes

Alimentos que devem ter o consumo reduzido: 
Manteiga ou margarina (menos de uma colher de sopa por dia)
Fast food e frituras (menos de uma porção por semana)
Queijos gordurosos (menos de uma porção por semana)
Carne vermelha (menos de quatro vezes por semana)
Bolos, tortas e outros doces (menos de cinco porções por semana)

18/09/2015

• Retomando a vida sexual depois dos 50 anos

Especialista fala sobre como voltar a ter relações sexuais com mais frequência depois dos 50 anos. 

Conforme as pessoas vão envelhecendo, é normal que elas passem a ter relações sexuais com menos frequência, mesmo se a pessoa possuir um parceiro de longa data. De acordo com pesquisas na área de gerontologia, segmento da medicina que estuda as questões multidimensionais do envelhecimento e da velhice, se comparado aos homens, as mulheres têm três vezes mais chances de serem afetadas sexualmente por causa da idade, pelas alterações hormonais que caracterizam essa parte da vida.
Entretanto, os homens também sofrem com a idade, pois, a partir dos 50 anos, pode ser mais difícil ter e manter uma ereção por bastante tempo, também pelo fato de que os níveis de testosterona diminuem com a idade. De acordo com um estudo realizado pelo National Council on Aging (Conselho Nacional do Envelhecimento, em inglês) dos EUA, metade dos norte-americanos com mais de 60 anos tem relações sexuais pelo menos uma vez por mês.
Segundo a psicóloga clínica e hospitalar voltada à saúde do homem, Carla Ribeiro, que atua em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, o desejo sexual pode, sim, diminuir com a idade, mas ele não é o principal motivo pelo qual as pessoas têm menos relações sexuais a partir dos 50 anos. “Muitos fatores, tanto psicológicos quanto fisiológicos, podem atrapalhar o desejo sexual de alguém, e, por isso, existem muitas soluções para resolver esse problema. Por exemplo, para homens, remédios que corrigem disfunções eréteis podem ser usados para garantir um tempo maior durante o ato sexual, mas é preciso conversar com seu médico antes de realmente começar a usa-los”, explica.
A profissional também afirma que a falta de energia pode diminuir a vontade de ter relações sexuais. “A melhor maneira de contornar esse problema é não pensar no sexo como uma atividade atlética que demanda posições exuberantes ou que deva durar por horas. Procure enxergar o sexo como um momento de prazer para você e sua parceira, e tente fazer de tudo para que seja uma experiência relaxante, com massagens, carícias ou até mesmo banhos, já que essa é uma ótima forma de desestressar no final do dia”, observa.
Carla finaliza, esclarecendo que, de longe, a melhor forma de solucionar o problema da falta de sexo a partir dos 50 anos é falar com seu parceiro ou parceira. “O diálogo pode resolver muito mais do
que se pensa, pois, dessa forma, é possível conhecer novamente a pessoa com que você decidiu dividir sua vida, e fazer com que os momentos íntimos voltem a ser não só frequentes, como também prazerosos para ambos”, conclui.
Serviço: Carla Ribeiro
Psicóloga Clínica e Hospitalar voltada para Saúde do HomemE-mail:  caribeiro.psi@gmail.com
Celular: 21 9.9908-1834
Endereço: Av. Nelson Cardoso, 1149 - sala 1213, Taquara,
Jacarepaguá - Rio de Janeiro/RJ.

16/09/2015

• Cálculo biliar: prevenção, sintomas e alimentação adequada

http://www.richinfoods.com/
Cristais na vesícula é a doença do aparelho digestivo campeã de indicações cirúrgicas
 Cálculo biliar – mais conhecido como pedra na vesícula – é a presença de pedras no interior da vesícula biliar. A doença é a campeã de indicações cirúrgicas entre os problemas relacionados com o aparelho digestivo. 
Segundo a nutricionista do Hospital Santa Cruz, Jennifer Partika, é importante saber que a alimentação pode influenciar o surgimento das pedras. Quem não dispensa um fast-food, salgadinhos, massas refinadas e carnes gordurosas, está no grupo de risco. Além das pessoas com fatores hereditários e metabólicos. 
“Hábitos saudáveis, como uma boa alimentação que inclua frutas e verduras, muita água e uma rotina de exercícios, pode prevenir ou controlar a doença. Mas é importante lembrar que antes de começar qualquer tipo de dieta devemos consultar um especialista, pois o tratamento deve ser individualizado”, cita.
 Muitas vezes esquecida por todos, mas fundamental para o processo de digestão, a bile – substância produzida pelo fígado e armazenada nela – é responsável por ajudar na digestão da gordura que consumimos todos os dias. “A alimentação deve ser o mais natural e colorida possível (frutas, hortaliças, sucos naturais e água). Para controlar e reduzir o colesterol e o consumo de gordura é fundamental evitar alimentos industrializados como refrigerantes, enlatados, embutidos e congelados.”, menciona a nutricionista.
 Pacientes com cálculos biliares podem não apresentar sintomas. A identificação, nestes casos, ocorre em exames de rotina ou durante outros procedimentos médicos. Os sintomas mais comuns podem incluir dores que surgem em intervalos de tempo, febre, inchaço abdominal, náuseas e vômitos, fezes com cor de argila e dores na região lombar.
O médico do Hospital Santa Cruz, Leonardo Andriguetto, afirma que determinados grupos e condições podem acelerar a formação de cálculos. “Existem inúmeros fatores de risco para a formação dos cálculos, entre elas as principais são histórico familiar, sexo feminino, sedentarismo, fatores nutricionais, obesidade e perda rápida de peso, por exemplo”, cita.
Porém é preciso estar atento às complicações das pedras, como a intensificação das dores abdominais. Quando isto ocorre, é preciso avaliar as soluções para o caso. Em um grande número de casos, cada vez mais numerosos, o procedimento cirúrgico é indicado. 
"A cirurgia para retirada da vesícula é realizada preferencialmente por via laparoscópica, e hoje está indicada para todos os pacientes portadores de cálculos na vesícula, principalmente os sintomáticos, exceto se o risco cirúrgico for muito elevado devido a fatores como idade muito avançada e problemas cardiovasculares graves, por exemplo. Essa é uma cirurgia relativamente simples, com baixos índices de complicações, e de recuperação cirúrgica rápida. Caso o risco cirúrgico seja elevado, o tratamento é apenas sintomático.”, finaliza.

14/09/2015

• Dicas para manter a postura correta no dia a dia

Profissional explica quais posições adequadas que devem ser seguidas no dia a dia para manter uma boa saúde postural. 

Com a correria do dia a dia, por diversas vezes, as pessoas ignoram os efeitos que determinadas ações podem ter futuramente, comprometendo sua saúde. Uma das atitudes mais comuns - e mais errôneas - que as pessoas têm é relativo à posição com que exercem suas atividades diárias, colocando em risco sua saúde postural.
Segundo a fisioterapeuta Carla Tissiane de Souza Silva, atuante em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, é necessário trabalhar para sempre buscar uma postura correta, que deve ser funcional e esteticamente aceitável. "O ideal é procurar ter um equilíbrio entre os músculos e o esqueleto, permitindo proteger as estruturas de suporte de corpo contra lesões ou deformidades, não causando fadiga. Para que isso ocorra, é preciso avaliar se as suas atitudes corporais diárias estão corretas", explica Carla, que possui formação em RPG e no método Pilates, e, atualmente, está se especializando em Osteopatia e é mestranda em Atividade Física e Saúde.
Ela afirma que, por mais que possa parecer difícil, seguindo algumas dicas específicas é possível adequar sua postura com as atividades do dia a dia, tanto no trabalho como em casa.
Confira suas dicas para ter uma saúde postural adequada:
1.   Ao dormir
O ideal é possuir um colchão semi-rígido ou de espuma, que permita que o peso seja bem distribuído. O colchão mais próximo do ideal é aquele que você não afunda quando deita. Além de também ter um bom travesseiro, sua postura na cama deve ser observada. Caso você durma de barriga para cima, utilize um travesseiro embaixo dos joelhos; caso você durma de lado, um travesseiro entre as pernas dobradas é uma boa opção. Dormir de bruços deve ser evitado ao máximo, mas, caso você não consiga de nenhuma outra forma, coloque o travesseiro embaixo da barriga, e não da cabeça.
2.   Ao cuidar da casa
Evite trabalhar com o tronco totalmente inclinado se estiver em pé e utilize uma leve flexão dos joelhos para melhor acomodar sua coluna e não sobrecarregar articulações; na hora de passar a roupa, a mesa deve ter uma altura suficiente para que a pessoa não se incline. Ao elevar algum peso acima da cabeça deve-se apoiar o peso no corpo, e subir em uma escada ou banco para guardá-lo adequadamente. Para erguer um peso qualquer, o correto é abaixar-se flexionando os joelhos até embaixo, sem curvar a coluna, e levantar-se transferindo o peso para as pernas, não para a coluna.
3.   No trabalho
Para se sentar corretamente na mesa de trabalho, o ideal é encostar as costas na cadeira, além de manter os pés apoiados no chão e procurar ocupar a maior área possível do assento com as coxas. Evitar torções de corpo inteiro, levantando-se ou usando uma cadeira que gire com facilidade para falar com alguém ou pegar algo também é uma dica valiosa para evitar lesões.
A profissional lembra que, para quem não consegue corrigir sozinho sua própria postura, o tratamento por RPG (Reeducação Postural Global) é uma boa opção. "A boa saúde da coluna depende do que fazemos no dia a dia, nessas pequenas atitudes que permitem manter o equilíbrio do corpo. A prática de RPG e Pilates, por exemplo, são formas de fortalecer a musculatura da coluna e equilibrar as cadeias musculares, o que facilitam manter uma postura adequada e permitindo uma postura harmônica e equilibrada tanto funcionalmente como esteticamente", pontua.
Carla finaliza, afirmando que a RPG deve ser sempre aplicada por fisioterapeutas especializados, para que o tratamento realmente ajude, ao invés de piorar a saúde postural da pessoa.
Serviço: Inspire Fisioterapia e Pilates
Carla Tissiane de Souza Silva - Crefito-8 149838-F
Fisioterapeuta
Fones: Unidade 01: (41) 3385 4924/ Unidade 02:3404-7155
Unidade 01: Alcídio Viana, 1001 - 4º andar/sala42, Bairro São Pedro, São José dos Pinhais PR.
Unidade 02: Av. Rui Barbosa, 5864 , Bairro Afonso Pena, São José dos Pinhais PR.
Facebook: Inspire Fisioterapia e Pilates

11/09/2015

• 4 motivos para investir no Botox

Cirurgião explica porque essa técnica é um bom investimento para quem quer rejuvenescer. 

Todos os anos, o mercado estético é inundado por novos tratamentos que prometem combater o envelhecimento. Aparelhos importados de última geração, estímulo de colágeno, peelings e cremes que se dizem milagrosos são apenas algumas das opções que existem. A indústria da vaidade e da beleza é o 4º maior do mundo, incluindo diversos bens que podem massagear o ego, como carros, celulares, e, claro, produtos estéticos.
Entretanto, mesmo com todas as tecnologias e tratamentos hoje disponíveis para rejuvenescer a pele e retardar o envelhecimento, a toxina botulínica, comumente chamada de Botox, ainda é a principal escolha dos pacientes. De acordo com uma pesquisa realizada, em 2011, pelo Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia, 43% dos procedimentos estéticos feitos para amenizar rugas foram feitos por meio da toxina botulínica.
O cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco, que atua em Curitiba, acredita que o Botox é uma das melhores opções para quem quer resultados rápidos e duradouros. “Por precisar ser reaplicado apenas duas vezes ao ano, para manter a aparência do paciente, pode-se dizer que ele é uma boa alternativa para quem quer rejuvenescer o rosto”, afirma.
Ele listou ­4 motivos pelos quais investir em Botox é uma boa opção:
1.   Eficácia e mecanismos de ação:
“A toxina botulínica é eficaz para amenizar rugas provocadas por vícios de expressão (como na testa, por exemplo), mesmo não sendo indicada para combater a flacidez da pele”, explica o médico;
2.   Outros procedimentos X Botox:
Pacheco confirma que não existe nenhum outro procedimento que se compare ao efeito da toxina botulínica, no quesito de disfarçar as rugas. “Por atuar diretamente no músculo, o Botox também pode agir de maneira preventiva contra as marcas de expressão”, pontua;
3.   Regiões que podem ser beneficiadas:
O Botox pode agir em diversas regiões do rosto, para garantir uma aparência jovem a quem procura esse tratamento. Entretanto, as partes mais beneficiadas pela técnica são as rugas da testa, região entre as sobrancelhas, pés de galinha e qualquer ruga que se forme próximo aos olhos;
4.   Periodicidade das aplicações:
Cada organismo reage de uma maneira, mas, segundo o que conta Alderson, é comum que a reaplicação da toxina botulínica ocorra 4 a 6 meses após a primeira sessão. Ou seja, o efeito dura mais do que muitos outros tratamentos.
Serviço: Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)
Cirurgião Plástico
Fone: (41) 3022-4646 e 4141-4424
Endereço: Rua Augusto Stellfed, 2.176, Champanhat, Curitiba/PR.

09/09/2015

• Azia: uma perspectiva global

http://www.cuidadosmil.com.br/
Odery Ramos Júnior*
A azia, que é a sensação de queimação no peito, relacionada à alimentação, é considerada um dos sintomas cardinais da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). Para fins práticos, a azia é considerada um sintoma sugestivo para o diagnóstico de DRGE. 
A prevalência da DRGE vem aumentando em todo o mundo, variando de 2,5% a 6,6% na Ásia e de 13,8 a 25,8% na América do Norte. No Brasil, um estudo de incidência em conjunto com a DataFolha indicou que 12% dos indivíduos entrevistados tinham azia pelo menos duas vezes por semana, sugerindo o diagnóstico de DRGE. Levando-se em consideração outros transtornos ditos atípicos, como: tosse, pigarro, dor de garganta, a prevalência da doença em nosso meio pode chegar a cerca de 20% da população. 
A razão para o aumento da DRGE não está totalmente esclarecido, mas parece estar correlacionada com o aumento da obesidade e hábitos alimentares. Essa doença está associada a um impacto significativo na qualidade de vida e na redução da produtividade pessoal e profissional, além de estar associada a um maior risco de esôfago de Barrett, uma condição pré-maligna que pode progredir para adenocarcinoma de esôfago.
Felizmente, a DRGE pode, geralmente, ser tratada de forma segura e eficaz com medicamentos, tendo ainda a opção de uma cirurgia antirefluxo, em alguns casos. 
A Organização Mundial de Gastroenterologia (WGO) pretende chamar a atenção sobre a importância da azia, tanto para o público leigo bem como para os profissionais da saúde, por meio de uma campanha mundial denominada Dia Mundial da Saúde Digestiva, realizada em 29 de maio. A recomendação é que as pessoas devem prestar atenção na presença do sintoma, e, se necessário, procurar um médico para esclarecimentos.

Dr. Odery Ramos Júnior, gastroenterologista e nutrólogo do Hospital VITA Curitiba

07/09/2015

• Parto normal x parto humanizado: você conhece as diferenças?

http://ilovesaude.com/
Doutor Thor Schmidt, médico catarinense adepto do parto humanizado, dá dicas e explica sobre o assunto
A maioria das mulheres passam grande parte da gestação preocupadas como será a hora do parto, afinal, a própria palavra já se tornou sinônimo de algo sacrificado, difícil e muitas vezes doloroso. Mas será que a hora de receber o bebê tão aguardado por nove meses deve ser realmente traumática? Para Thor Schmidt, médico obstetra e ginecologista adepto do parto humanizado, não.
Com experiência na área, Thor é defensor deste tipo de parto e afirma que, com ele, a mulher pode ter domínio e mais participação do momento do nascimento do bebê. “O parto humanizado representa uma retomada da confiança na capacidade da mulher parir sem intervenções excessivas”, afirma Thor. Quando se fala em humanização da assistência ao parto envolve também uma mudança de atitude: respeitar os desejos das futuras mães. Lançado em 2002 pelo Ministério da Saúde, o Programa de Humanização do Pré-Natal e Nascimento (PHPN). Visa melhorar os serviços de saúde para acolher a gestante e que sejam adotadas apenas as medidas benéficas e com fundamentação científica, durante o pré-natal, parto e puerpério.
Pesquisas mostram que muitas das intervenções médicas praticadas atualmente no parto normal são, na verdade, desnecessárias. No entanto, continuam sendo feitas. O uso rotineiro de enema (lavagem intestinal), de raspagem dos pelos púbicos, de infusão intravenosa (soro) e da posição supina (mulher deitada de barriga para cima) durante o trabalho de parto estão entre as condutas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Porém, fazem parte do protocolo de assistência de muitos hospitais e maternidades, sendo realizadas todos os dias, de forma indiscriminada.
Já no parto humanizado as intervenções são feitas de forma criteriosa e apenas quando realmente necessário, ou existir algum risco para mãe ou bebê. “O movimento de humanização do parto, que cresce em várias partes do mundo, tem uma visão diferente: a mulher é protagonista do próprio parto e deve participar ativamente de todas as decisões, em parceria com os profissionais que lhe darão assistência”, explica Thor Schmidt. No parto humanizado, a mulher é incentivada a se informar e a fazer suas próprias escolhas. Seus desejos são acolhidos e respeitados.
As diferenças entre os dois tipos de parto iniciam no pré-natal, onde na humanização além da abordagem necessária através das rotinas, são discutidos os aspectos emocionais, angústias e dúvidas de maneira mais detalhada visando preparar para o Parto e esclarecer dúvidas a respeito das alterações fisiológicas da gestação e os possíveis sinais de alerta para a necessidade de atendimento médico. Ao decorrer da gestação são aguardados os sinais fisiológicos de início do trabalho de parto espontâneo, preferencialmente sem uso de medicações indutoras de contrações e ruptura espontânea da bolsa amniótica. A escolha da posição durante o Parto é também levada em consideração para melhoria da dor e ansiedade da futura mãe, sendo algumas vezes utilizada bola, massagem, banheira e posições diversas de acordo com a vontade da mesma e disponibilidade do serviço. A realização de episiotomia é restrito a raros casos necessários. Se o bebê nascer bem, como ocorre na maioria dos casos, o contato com a mãe é imediato e o clampeamento do cordão umbilical é realizado após o mesmo parar de pulsar.
Na humanização do parto a paciente passa a assumir um papel ativo, sendo respeitadas suas vontades, esclarecidas suas dúvidas e e amenizados seus medos. Ficando obstetra responsável por realizar as rotinas recomendadas, excluindo doenças e alterações que indiquem em uma minoria das vezes a cesariana, acompanhar o trabalho de parto junto da gestante dando suporte para um parto mais seguro e tranquilo. O sucesso deste processo está muito ligado a presença de uma equipe multidisciplinar.

04/09/2015

• Hábito reduz mortes por diarreia e infecções respiratórias

Conjuntivite, diarreia infecciosa, gripes, infecções respiratórias, Hepatite A e as chamadas infecções hospitalares ou infecções relacionadas aos serviços de saúde, são alguns dos problemas de saúde que podem ser prevenidos com o simples gesto de lavar as mãos. 

Lavar as mãos dura menos de um minuto e pode salvar vidas. O hábito reduz em 50% o índice de mortes por diarreia e em 25% as por infecções respiratórias, e são mais eficientes do que prevenção por meio de vacinas ou intervenções médicas. Além disso, pesquisas mundiais apontam que 40% das pessoas não lavam as mãos depois de ir ao banheiro.

Com o objetivo de prevenir doenças e reduzir infecções, a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou o Dia Mundial de Higienização das Mãos, celebrado em 5 de maio. A data serviu para alertar a população sobre a importância e a necessidade de manter as mãos limpas e higienizadas. 

Lavar as mãos com água e sabonete líquido deve ser um hábito automático, feito não somente no setor de saúde, mas também em casa, escolas e comunidade. Manter as mãos limpas é uma prática ou hábito seguro que precisa ser seguido por todos.

Confira abaixo algumas dicas básicas sobre a forma correta de higienização das mãos e também como proceder quando não há condições ideais para lavar as mãos.

Quando lavar as mãos: 
Antes de comer;
Antes e depois de ir ao banheiro;
Sempre que levar a mão ao nariz ou à boca;
E sempre que perceber que estão sujas e precisam ser higienizadas.

Como higienizar: A correta higiene das mãos é feita com água corrente, sabonete líquido e papel toalha para secar a pele. As bactérias são removidas por ação mecânica, ou seja, é necessário esfregar as mãos. A espuma presente no sabonete também ajuda a remover a gordura da pele, eliminando maior quantidade de germes.

Sabonete: Fora de casa, é necessário usar sempre sabonete líquido. Se a única opção for utilizar em barra, não use, pois quem lavou as mãos antes deixou bactérias no produto. Nesse caso, esfregue as mãos, seguindo os movimentos que faria com o sabão, lavando apenas com água.

Secagem: A secagem das mãos deve ser com material de uso exclusivo, ou seja, toalhas de papel descartáveis. Se as opções forem as de pano ou toalhas convencionais, melhor não secar. Não enxugar na roupa para não contaminar novamente as mãos. O ar quente, disponível em aparelhos também é eficaz e tem o mesmo efeito da toalha de papel. Outro cuidado importante é fechar a torneira protegendo a mão com o papel.

Sem água: Na ausência de pia (ou a presença de uma pia que não oferece condições de higiene), o gel de limpeza de mãos é tão eficiente quanto uma lavagem correta das mãos, já que a maioria contém álcool, que remove boa parte das bactérias. No caso de outros produtos, como lenços umedecidos, é preciso prestar atenção à formulação. As que contiverem álcool são eficazes, mas os demais farão apenas a limpeza parcial das mãos.

Marta Fragoso, infectologista e coordenadora do Núcleo de Gestão de Segurança Assistencial dos Hospitais VITA Curitiba e VITA Batel.

02/09/2015

• Treinamentos diários rápidos auxiliam na melhora da dicção

Especialista oferece seis dicas para melhorar a fala durante apresentações, discursos e até no dia-a-dia. 

Uma pessoa, para ser considerada como uma boa oradora precisa possuir algumas características em comum, como saber utilizar bem o seu tom de voz, escolher com cuidado as palavras que serão ditas, ter um olhar expressivo, saber como gesticular, a postura que deve ser utilizada durante uma apresentação, etc. Porém, saber falar bem exige muito mais do que simplesmente “abrir a boca e falar”. Para que tudo saia como planejado é preciso saber respirar de forma correta – para não cortar as frases no meio ao faltar ar -, e ter uma boa dicção das palavras.
Eraldo Melo, empresário e palestrante motivacional, comenta que dicção é a forma de articular e pronunciar as palavras, emitindo de forma correta os fonemas exigidos pelo idioma que será falado – e, quanto mais correta a dicção, mais compreensível se tornam as palavras para aqueles que lhe ouvem. “Uma boa oratória está diretamente ligada a uma boa dicção – e as duas, quando unidas, podem abrir muitas portas para a carreira profissional e até mesmo para a vida pessoal das pessoas. Comunicação é algo necessário em todos os âmbitos da nossa vida – e saber como se comunicar de forma clara e direta é imprescindível”, diz.
Quanto melhor for a oratória e dicção de uma pessoa, mais chances ela terá de alcançar a excelência na hora de se fazer entender pelos outros. “Para pessoas que utilizam da oratória diariamente no trabalho, como professores, palestrantes, diretores de empresa, etc., torna-se ainda mais importante ter uma boa dicção, afinal, um bom professor, por exemplo, precisa saber o que falar e como falar para que seus alunos lhe entendam – e como eles irão entender se as palavras forem ditas com uma má dicção?”, exemplifica Melo.
E não é só no trabalho que isso é importante: como conversar com uma pessoa se você não entende as palavras que ela diz? “Porém, aqueles que possuem dificuldades na hora de falar corretamente não precisam ficar desesperados: não se trata de uma doença, e sim de falta de treinamento. Ter uma boa oratória, saber lidar com as pausas de respiração e, por fim, ter uma boa dicção, são questões que podem – e devem – ser treinadas por todos, indiferente de sua aptidão para essas qualidades. É só treinando que se conquistará melhores resultados nessa área”, explica.
Para isso, o especialista oferece dicas de alguns treinamentos que podem ser feitos por qualquer pessoa no dia-a-dia. Confira:
01.   Relaxe os músculos da face. Para isso, sorria, gargalhe, alongue-se, faça movimento de mastigação, comprima os músculos do rosto, etc.;
02.   Treine por meio de trava-línguas: (o famoso “Três pratos de trigo para três tigres tristes” nunca lhe foi tão importante);
03.   Preste atenção nas consoantes: as letras “L”, “T”, “D” ou “N”, por exemplo, pedem que a língua seja elevada até atrás dos dentes incisivos superiores, sendo encostada no céu da boca para que a pronúncia seja correta;
04.   Pratique exercícios de dicção repetitivos: escolha uma frase curta e a repita inúmeras vezes, mas sem deixar a clareza para trás. “Opte por frases com padrões diferentes de pronúncia, assim esse exercício é melhor aproveitado”, sugere o empresário, que hoje é dono de cinco empresas diferentes;
 05.   Grave sua voz: grave-se enquanto você lê um discurso qualquer. Ao terminar, ouça-o. “Essa é uma das melhores formas para identificar os principais pontos falhos da sua oratória. Preste atenção na dicção – existem algumas letras/palavras que não foram bem pronunciadas? Quais?, - na velocidade da fala, ritmo, entonação, etc.” aconselha o especialista;
06.   Na dúvida ou na insegurança, procure um bom profissional: pessoas que estudaram e trabalham com isso saberão com excelência os exercícios que devem ser feitos para que cada pessoa melhore sua dicção. “Fazemos atividades personalizadas para cada pessoa a fim de melhorar sua comunicação verbal, - e os resultados são sempre positivos, afinal, não existe perfeição, então sempre há algo que pode ser melhorado”, conclui Melo. 
Serviço: Eraldo Melo
Empresário, Psicólogo, Escritor e Palestrante Motivacional
(64) 8122-5397 | (64) 9939-3435

Mais visualizadas na última semana