• Você cuida bem da sua saúde?

A importância da alimentação saudável e a atividade física 

 
As comidas fáceis e rápidas, chamadas de fast food ganham cada vez mais espaço na vida do brasileiro. Pelo tempo escasso entre uma atividade e outra do dia, a maioria acaba ingerindo uma quantidade grande de calorias a mais do que a necessária, gerando um acúmulo de gordura. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cada dez pessoas, seis estão com excesso de peso no Brasil.
 
A alimentação regrada a atividade física é o ideal para ter uma vida saudável. A empresa carioca Highlab produz e comercializa vários produtos que complementam os exercícios físicos na busca pelo objetivo. Além do whey protein, suplemento alimentar que auxilia na manutenção da massa magra do corpo, a empresa comercializa termogênicos, pré-treinos para dar energia, ômega 3 para emagrecimento, além de produtos importados.
 
No caso da fisiculturista Suelem Andrade, o sedentarismo foi motivo para mudar de vida. "Há dois anos eu era uma pessoa sem ânimo e vontade de ir atrás dos meus objetivos. Nessa época enfrentei problemas de saúde, minha pressão e minha glicose em níveis altíssimos. Por isso, decidi mudar de vida e me dedicar aos treinos". Hoje Suelem tem 18 anos, é fisiculturista da categoria model fitness, estuda Nutrição e complementa o treino com os produtos daHighlab.
 
Essa é a primeira parceria de Suelem. “A parceria com a Highlab para mim está sendo uma porta aberta a mais na minha vida. É maravilhoso alcançar os meus objetivos e levar a marca da Highlab para os campeonatos que participo para crescermos juntos. Eu tomei um pré-treino da marca e aprovei. Ele me deu um estimulo e um resultado muito rápido, difícil de encontrar”, diz.
 
De acordo com o proprietário da empresa, João Moraes, “não queremos ser vistos como mais uma empresa no mercado de suplementação. Buscamos ser diferentes, construir novas ideias e expectativas. Somos ambiciosos o bastante para mudar a forma que as pessoas veem o mercado, para que a cada dia mais homens e mulheres busquem ter saúde e acima de tudo satisfação consigo mesmos”.
 
Os produtos são vendidos pela loja virtual no site www.highlabshop.com.br ou na loja física, no Barra World – Shopping & Park na Barra daTijuca, Rio de Janeiro. “Através da criação de produtos diferenciados pela qualidade dos ingredientes e formulações que atendem aos padrões de qualidade e segurança rigorosos, temos desenvolvido uma base de clientes fiéis que nos permite continuar a formular produtos eficazes”, conclui Moraes.
 
A Highlab tem uma canal no Youtube repleto de depoimentos de outros atletas que fizeram parceria e aprovam o trabalho de excelência da empresa. Para ver a entrevista com a atleta Suelem Andrade acesse www.youtube.com/watch?v=A5PdRNd8gA4&feature=youtu.be.
 
Serviço:
Highlab
João Moraes
(21) 2143-0644
(21) 99147-3340
Barra World – Shopping & Park - Av. Alfredo Baltazar da Silveira, 520 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ.

• 4 coisas que você precisa saber sobre câncer e tabagismo




O tabagismo é considerado a principal causa de morte evitável pela Organização Mundial da Saúde (OMS)

O tabagismo é considerado a principal causa de morte evitável pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Além de ser responsável pelo desenvolvimento de aproximadamente 80 doenças. Estimativas da OMS apontam que mais de 10 mil pessoas morrem todos os dias  em consequência de doenças provocadas pelo cigarro.

“A fumaça do cigarro contém mais de 4000 substancias químicas, tóxicas na sua maioria e com potencial bem definido para causar vários tipos de câncer. Como causa de dependência está a nicotina, e quando tentam parar de fumar, os pacientes referem sofrer com os sintomas da síndrome de abstinência”, menciona o pneumologista do Hospital Santa Cruz, em Curitiba, João Daniel Carneiro Franca.

“Os Estados Unidos são um país com aproximadamente 320 milhões de habitantes e destes 19% são tabagistas. No Brasil somos 200 milhões e 16% da população total é fumante. Fazendo um paralelo entre os países uma vez que as características raciais e comportamentais são muito semelhantes entre os dois países, aqui deveriam ser feitos aproximadamente 130 mil diagnósticos de câncer de pulmão por ano”, completa.

Cenário mundial

Estima-se que existam mais de um bilhão de fumantes no mundo. Atualmente, mais de cinco milhões de pessoas são vítimas do tabagismo todos os anos. Se as tendências de aumento do consumo persistirem, alcançaremos a marca de dez milhões de mortes anuais em até quinze anos.

Potencial fatal

O fumo já é responsável por 30% das mortes por câncer. Este número é ainda mais expressivo nos casos das mortes por câncer de pulmão. Em 2014 foram diagnosticados 224.210 casos de câncer de pulmão nos Estados Unidos, no mesmo ano no Brasil foram feitos 27.330 novos diagnósticos da doença. Os dados encontram-se subestimados no Brasil por uma série de fatores: dificuldade de acesso à saúde por grande parcela da população, diagnósticos errados, preenchimento incorreto de atestados de óbito, etc.

Relação tempo x consequências

Pessoas que iniciam o hábito de fumar jovens, tem maior chance de desenvolver doenças relacionadas ao tabagismo. O usuário de uso mais leve – ou social – também pode ser impactado por males ligados ao fumo. O especialista lembra que a exposição regular ao cigarro é um risco, independentemente da quantidade consumida.

Fumantes passivos

O risco do desenvolvimento de doenças não se limita aos fumantes ativos, mas também aos passivos. Estima-se que, apenas no Brasil, mais de duas mil pessoas morrem todos os anos por causa do fumo passivo. Este tipo de tabagismo aumenta o risco de câncer de pulmão em até 30% e de infarto em até 25%. Se imaginarmos que as crianças podem ser expostas desde muito pequenas, o cenário é ainda mais perturbador.

Centro de Oncologia do Hospital Santa Cruz

Para combater os diversos tipos de câncer associados ao cigarro e oferecer o tratamento humanizado ao paciente, o Centro de Oncologia do HSC está conectado com os centros de referência no Brasil e um corpo clínico internacional. Além do acompanhamento de uma equipe multidisciplinar composta por médicos especializados, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas e psicólogos.

“A equipe multidisciplinar permite o sucesso do tratamento devido ao suporte integral ao paciente e também aos seus familiares, com maior adesão ao tratamento proposto, possibilitando assim melhores resultados”, explica a responsável pelo setor de oncologia do Hospital Santa Cruz, Ana Maria Oliveira dos Santos.
Tags: saúde, câncer, tabagismo, tratamento do câncer, hospital

Sobre a marca


O Hospital Santa Cruz, tradicional no Paraná, completa 50 anos em 2016, e conta com uma estrutura privilegiada e uma sofisticada hotelaria hospitalar. Com uma equipe médica de referência internacional, além de equipamentos de última geração. Ao todo, o Hospital Santa Cruz conta com 191 leitos e realiza mais de 12 mil atendimentos por mês, entre atendimentos de urgência e emergência.

Desde a sua fundação, em 1966, o Hospital Santa Cruz é considerado um centro de excelência no atendimento nas áreas de Cardiologia, Oncologia, Ortopedia, Neurologia e Neurocirurgia, com foco principal a saúde e bem-estar de seus pacientes. Neste sentido, desde 2010 o Hospital destaca-se pela certificação nível III da Organização Nacional de Acreditação (ONA), o mais alto nível da Certificação Nacional.

• Artigo: Alterações do humor, cansaço excessivo, aumento de peso e dificuldade de concentração podem ser sintomas de hipotireoidismo

Daniele Tokars Zaninelli*
O hipotireoidismo é a disfunção tireoideana mais comum, atingindo cerca de 7 a 12% dos brasileiros (desde as formas mais leves até as mais graves). Pode ocorrer em qualquer idade, em ambos os sexos. Porém, ocorre de 5 a 10 vezes com mais frequência nas mulheres do que nos homens. A falta de tratamento do hipotireoidismo leva a sintomas que podem afetar a qualidade de vida, além de se associar a um aumento na morbimortalidade, principalmente por doenças cardiovasculares.
Com forma bem parecida com a de uma borboleta, a glândula tireoide fica localizada na parte anterior do pescoço, logo abaixo do Pomo de Adão. É responsável por regular a função de importantes órgãos como coração, cérebro, fígado e rins, e por produzir os hormônios T3 (triiodotironina) e o T4 (tiroxina).
Os hormônios tireoideanos agem em todo o organismo, regulando sua velocidade de funcionamento. Sendo assim, a produção de quantidades insuficientes de hormônio pela tireoide pode levar às mais diversas manifestações, como: alterações do humor, depressão, queda de cabelos, unhas fracas, intestino preso, cansaço excessivo, aumento de peso sem explicação, pele seca, dificuldade de concentração, diminuição da libido.
Os medicamentos usados para o tratamento do hipotireoidismo contém o LT4 sintético, que é idêntico ao principal hormônio produzido pela tireoide. É importante realizar o acompanhamento periódico para adequação da dose utilizada.
Atenção - Doses excessivas de hormônios tireoideanos podem se associar a um aumento no risco de osteoporose, doenças cardiovasculares, arritmias cardíacas e aumento da mortalidade por outras causas, especialmente em idosos. Cuidado com fórmulas para emagrecimento, rejuvenescimento e fadiga, que muitas vezes contém hormônios da tireoide (T3 e T4) em sua composição, pois além de não trazerem benefícios, podem causar sérios danos à saúde.
Quem deve fazer exames para investigar disfunções da tireoide?Idade acima de 35 anos (repetir a cada 5 anos);
Quem já apresentou alguma alteração nos exames de tireoide;
Aumento de volume da tireoide (bócio);
Histórico de cirurgia da tireoide;
Presença de outras doenças autoimunes como diabetes tipo 1, vitiligo, anemia perniciosa, lúpus e artrite reumatóide;
Histórico familiar de doença tireoidiana ou outra patologia autoimune;
Alteração de exames laboratoriais como: aumento do colesterol, da prolactina ou anemia;
Uso de medicações como lítio e amiodarona;
Presença de apneia do sono;
Mulheres grávidas;
Mulheres pós-menopausa.

*Dra. Daniele Tokars Zaninelli, endocrinologista do Hospital VITA

• Perder peso no inverno é possível

Nutricionista dá dicas para perder peso na época mais fria do ano

Emagrecer em qualquer época do ano já é um desafio para a maioria das pessoas. No inverno torna-se praticamente impossível então? Errado. Perder peso na época mais fria do ano é possível. Quem dá dicas sobre como emagrecer no inverno é a nutricionista credenciada da Paraná Clínicas, Deborah Gariba.

Segundo a especialista, não é preciso abandonar todas as delícias do inverno, mas consumir fondues, massas e chocolate quente, podem boicotar a dieta e a saúde. E, por isso, é possível fazer algumas substituições. “A bebida, por exemplo, pode ser feita com leite desnatado, cacau em pó com canela e mel ou açúcar de coco/demerara. No fondue, pode-se substituir o óleo fervendo na panela por caldo temperado com legumes ou restringir o consumo para 1 vez por semana e escolher a refeição que irá sair da dieta habitual”, indica.

Corpo aquecido

Para se manter aquecido, o corpo aumenta o gasto calórico em até 10%: esta condição, aliada a uma dieta balanceada e exercícios físicos, é um empurrão para quem quer chegar ao verão com o corpo em dia. “O corpo trabalha mais para se aquecer e gasta mais calorias para isso. Aproveite esse benefício que o frio proporciona. Agora é a época de malhar pesado, fazer exercícios aeróbicos e se alimentar bem”, reforça a nutricionista.

Alimentos termogênicos podem manter o corpo aquecido e também dar um gostinho especial aos alimentos, além de contribuir para a perda de peso: Cafeína, canela, chá verde, guaraná em pó, gengibre, pimentas (que só não devem ser consumidos por hipertensos e pessoas com doenças do trato intestinal), além de fibras, também aumentam o gasto calórico.

Sopas e caldos

Sopas e caldos, além de aquecerem o corpo e manterem a imunidade em dia, dão saciedade. Outra dica, já que as pessoas têm mais fome no inverno, é utilizar as sopas como entrada, o que diminui a vontade de comer outras coisas. Além do benefício da hidratação proporcionado pelas sopas e esquecida nos dias frios. A especialista reforça a importância de evitar sopas e caldos cremosos, com adição de leite, creme de leite, queijos variados e adicionais, como pães, torradas e tortas – para reduzir o valor calórico da preparação.

Saladas e frutas

Deborah lembra que no inverno muitas pessoas deixam de consumir a saladas e frutas e indica algumas possibilidades para o consumo destes alimentos. “Uma dica é fazer folhas verdes e vegetais refogados, pois são fundamentais para um emagrecimento saudável. Opte por frutas assadas ou cozidas para a sobremesa ou lanche da tarde. Além de saudáveis, elas também são importantes para a perda de peso. Adicione canela às frutas. Isso as deixará ainda mais saborosas e ajudará a acelerar o metabolismo”, menciona.

Dê uma cara nova para as suas receitas favoritas

Procure alternativas mais saudáveis e menos calóricas para preparar as receitas que você mais gosta. É possível, por exemplo, diminuir o uso de óleo e açúcar, optar pelo forno ao invés das frituras ou trocar a farinha branca por farinha de linhaça ou chia.

Curta o sol

Ficar exposto ao sol, mesmo nos dias mais frios, estimula a liberação da serotonina (responsável por nos fazer sentir bem e feliz). Poucos minutos por dia, principalmente no horário do almoço, diminuirá a ansiedade e vontade de comer doces ao longo do dia.

Rotina saudável

Beba água e outros líquidos como chás e sucos. Se o tédio bater e a vontade de comer um doce aparecer, prepare um chá quente ou um café. Não esqueça dos exercícios físicos para manter o corpo em dia e aquecido nos dias frios. Ah, e lembre-se de dormir oito horas por dia.

Procure um especialista

Há casos que a pessoa não consegue emagrecer mesmo seguindo uma alimentação que julga adequada. Por isso, é comum que surja a frustração por estar seguindo as indicações e não conseguir perder peso. Se isso acontecer, é preciso investigar os motivos. O ideal é procurar um nutricionista para verificar a dieta adequada.

Receita de chocolate quente funcional

1 xic (medida de uma xic grande, aquelas que todo mundo tem em casa) de leite vegetal da sua preferência
30g (uma barrinha) de chocolate – usei chocolife, mas escolha um amargo sem glúten e sem lactose!
1 1/2 col de biomassa de banana verde – eu gosto bem grossinho, se quiser mais líquido use menos
opcional: essência de baunilha e canela em pó

Modo de preparo

Bata o leite com a biomassa, só para ela dissolver legal. Leve ao fogo médio e adicione o chocolate picado, mexa sempre até derreter todo o chocolate, ficar homogêneo e começar a engrossar. Se quiser adicione a essência de baunilha ou a canela, e só colocar em uma xícara e servir.

Sobre a marca


Há mais de 46 anos no mercado, a Paraná Clínicas Planos de Saúde Empresariais oferece soluções em saúde para seus clientes. Atualmente possui sete Centros Integrados de Medicina (CIM), que estão localizados nos bairros Batel (única Unidade Infantil de plano de saúde que oferece atendimento exclusivo 24 horas em Curitiba), Água Verde, Cidade Industrial de Curitiba (CIC) e nos municípios de Araucária, Fazenda Rio Grande, Rio Branco do Sul e São José dos Pinhais.

O CIM - Água Verde, por sua vez, possui mais de 80 consultórios médicos, realiza consultas a partir de 35 especialidades médicas e está posicionado como o primeiro empreendimento da capital paranaense a atender 100% das normas da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Outra inovação dessa estrutura é o Hospital Dia, projetado para oferecer o que existe de mais moderno em procedimentos cirúrgicos de baixa-complexidade e que possui 17 leitos.  Já o CIM - CIC, localizado no bairro mais populoso de Curitiba e polo industrial da cidade, foi ampliado em 2013 e, agora, conta com 1.300 m² de área total e atendimento 24 horas para clínica geral e pediatria, com capacidade para realizar consultas médicas eletivas em diversas especialidades e, ainda, de urgência e emergência em clínica geral, ortopedia e pediatria.

• Estima-se que 20% da população possa sofrer de Depressão


Uma doença vem chamando a atenção por seu aumento gradual nos últimos anos: a depressão. Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), estima-se que de 20 a 25% da população de nosso país tenha ou venha a ter depressão.. Esse transtorno psiquiátrico é mais recorrente em mulheres, jovens e pessoas com baixa escolaridade. Por isso, precisamos estar atentos, nos informarmos e não termos receio, caso necessário ajuda médica. Em entrevista, o presidente da Associação Catarinense de Psiquiatria (ACP), Dr. Eduardo Pimentel, esclarece sobre os principais sintomas da Depressão, confira:

- De uma forma simples: o que é depressão? Quais os primeiros sintomas?
Depressão é um conjunto de sintomas que abrange o organismo como um todo, afetando negativamente o físico, o humor e até a forma como a pessoa vê o mundo ao seu redor. Os sintomas geralmente começam aos poucos e vão se intensificando, e se caracteriza por um estado em que o humor fica deprimido, melancólico, "para baixo". A pessoa passa a sentir angústia, ansiedade, desânimo, falta de energia e, sobretudo, uma tristeza profunda.

- A depressão é uma doença mais recorrente em alguma classe social, sexo, orientação sexual ou não se pode precisar?

A depressão atinge a todas as classes sociais, mas mulheres apresentam um índice maior e os jovens também.   Os dados mais atuais falam que os indivíduos de 18 a 29 anos têm até três vezes ocorrência de quadro depressivo, do que pessoas acima dos 60 anos. Esse índice também é maior em pessoas do sexo feminino, correspondendo de 1,5 a 3 vezes mais alto do que em pessoas do sexo masculino, começando no inicio da adolescência.

- Como diferenciar “melancolia” de “depressão”?
Melancolia é a mesma coisa que depressão. A diferença está no termo, caso a pessoa não reaja, perca a capacidade de sentir prazer e apresente sintomas somáticos, como insônia e falta de apetite pode caracterizar um caso mais grave.

- E a diferença entre “tristeza” e “depressão”?

Tristeza é um fenômeno normal que faz parte da vida psicológica de todos nós. Depressão é um estado patológico. Existem diferenças bem demarcadas entre uma e outra. A tristeza tem duração limitada, enquanto a depressão costuma afetar a pessoa por mais de 15 dias. Podemos estar tristes porque alguma coisa negativa aconteceu em nossas vidas, mas isso não nos impede de reagir com alegria se algum estímulo agradável surgir. Além disso, a depressão provoca sintomas como desânimo e falta de interesse por qualquer atividade. É um transtorno que pode vir acompanhado ou não do sentimento de tristeza e prejudica o funcionamento psicológico, social e de trabalho.

 - Quando percebemos que uma pessoa próxima tem depressão, mas ela não quer procurar ajuda médica ou nega os sintomas, como se deve agir?

Importante mostrar o que está alterado, como a pessoa era e como está, mostrar o quanto está sofrendo, e, talvez, o mais importante é ver o porquê de  não querer procurar ajuda. Geralmente, acontece de a pessoa ter preconceito, o não sabem que os tratamentos não causam dependência. Eles têm objetivos bem específicos, e que, hoje em dia, temos várias alternativas de tratamento, cada caso tem características que vão demandar determinados tratamento.


• Diferenças entre gripe e resfriados e medidas de prevenção e tratamento

Fonte da imagem: www.ohall.com.br/
A gripe é uma infecção viral causada pelo vírus Influenza, um vírus respiratório com três tipos: A, B e C. O vírus C causa quadros clínicos leves, já o A e B são responsáveis pelas epidemias sazonais.

O resfriado comum é também uma infecção viral causada pelo adenovírus, coronavírus, rinovírus, parainfluenza ou o vírus sincicial respiratório com muitos subtipos e grande variabilidade.

Não há cura para o resfriado comum, apenas medicações sintomáticas. Já para a gripe há possibilidade de utilizar uma medicação antiviral denominada de Tamiflu (princípio ativo Oseltamivir), que bloqueia a replicação viral e reduz a duração dos sintomas e a gravidade da doença, além da prevenção através da vacinação para algumas cepas que causam quadros mais graves.

Resfriado costuma manifestar-se com congestão nasal, dor de garganta, coriza e eventual febre baixa. A gripe tem estes sintomas mais pronunciados com febre alta, fortes dores musculares e articulares, dor de cabeça intensa atrás dos olhos, diarréia e vômitos em crianças (em função da relativa imaturidade do trato gastrointestinal que os faz absorver mais vírus com mais sintomas intestinais),  dor de garganta e pode disseminar-se até os pulmões complicando com pneumonia, insuficiência respiratória e óbito.  

Resfriado é mais comum na primavera e verão, associado com os quadros alérgicos. A gripe é mais comum no outono e no inverno.

Você pode perceber as diferenças entre gripe e resfriado pela gravidade e duração dos sintomas. Resfriados e gripes geralmente são sintomáticos entre 7 e 10 dias, mas a gripe pode cursar com sintomas de até 3 a 4 semanas sem a presença ativa do vírus mas em função da reação inflamatória imunológica viral.

Para a prevenção de ambos as medidas são similares: adesão á higiene de mãos, não compartilhar copos ou outros objetos de uso pessoal, evitar ambientes fechados sem ventilação adequada e aglomerados, alimentação e repouso equilibrados, utilizar lenço descartável e cobrir a boca ou nariz ao espirrar ou tossir, evitar tocar mucosas de boca, nariz e olhos.

Para a gripe a melhor medida de prevenção é a vacinação disponível contra as 4 cepas que costumam evoluir com maior gravidade: influenza A (H1N1), influenza A (H3N2) e 2 subtipos de Influenza B.  No serviço público se encontra a trivalente que comporta a proteção contra H1N1, H3N2 e um subtipo de influenza B e no serviço privado se encontra a trivalente e a quadrivalente que, além de proteger contra H1N1 contém também a proteção contra os dois subtipos de influenza B. Em geral os anticorpos protetores após a vacina estão presentes entre 2 a 3 semanas, confereindo imunidade por 6 a 12 meses, desta forma exigindo vacinação anual.

A vacina deve ser indicada, no mínimo, para pessoas com comorbidades como cardiopatas, diabéticos, imunodepremidos, doentes pulmonares crônicos, gestantes, puérperas, idosos, reclusos, indígenas, profissionais da saúde.           


*Dra. Marta Fragoso, médica infectologista do Hospital VITA, Gerente de Risco e da Qualidade, RT Centro de Vacinas Hospitais VITA

• As diferenças entre rinite e sinusite

             Doenças normalmente confundidas precisam de cuidados específicos

Rinite e sinusite podem ser confundidas e precisam de cuidados específicos
(Banco de imagens/Google)

Calor. Frio. Ar seco. Umidade. Poluição. Basta uma brusca mudança no ambiente para duas doenças darem as caras. E com essas alterações elas costumam chegar com tudo. Mas é normal que as pessoas confundam rinite e sinusite. Apesar das doenças possuírem sintomas parecidos, são necessários cuidados específicos para cada uma delas.

O otorrinolaringologista credenciado da Paraná Clínicas, Carlos Maeda, explica as diferenças entre as doenças para que você consiga dormir e acordar com tranquilidade.

Rinite

Trata-se da inflamação da mucosa das cavidades nasais, sendo a mais comum a de origem alérgica. Apresenta sintomas semelhantes ao do resfriado comum, tais como: prurido nasal (coceira), espirros, coriza, associados ou não a lacrimejamento, coceira nos olhos ou tosse. Os sintomas costumam aparecer após a exposição do organismo a ácaros, pelos de animais, poeira, poluição, entre outros.

O tratamento se baseia no controle ambiental e na utilização de medicamentos antialérgicos.  Há ainda a terapia através de vacinas em determinados casos.

Algumas dicas do manejo do ambiente são importantes tais como: manter a casa limpa e ventilada,  exposição solar, limpeza rigorosa dos cômodos, preferir persianas a cortinas comuns, higiene frequente dos bichos de pelúcia.

Sinusite

É a inflamação da mucosa do nariz e dos seios paranasais, melhor denominada de rinossinusite.  Pode ser de causa viral, bacteriana, fúngica, entre outras. Os episódios podem ser agudos, subagudos ou crônicos, dependendo da duração dos sintomas. Geralmente a rinossinusite aguda tem origem através de um resfriado comum ou de uma crise de rinite não tratada adequadamente.

Os sintomas mais frequentes são congestão nasal, associada a secreção nasal de cor amarelada, dor de cabeça e sensação de peso na face, perda do cheiro ou do paladar, secreção na parte posterior do nariz. O diagnóstico é realizado através dos sinais e sintomas, e de um exame físico otorrinolaringológico. O tratamento da fase aguda é realizado através de antibióticos, descongestionantes nasais, analgésicos e irrigação nasal com soro fisiológico.

Nos casos crônicos ou recorrentes, algumas vezes o tratamento medicamentoso não é eficaz. Atualmente, tem-se optado pelo tratamento cirúrgico através da utilização de vídeo endoscopia nasal, com resultados excelentes para o paciente.

Tags: saúde, rinite, sinusite, planos de saúde, curitiba, doenças respiratórias

Sobre a marca


Há mais de 46 anos no mercado, a Paraná Clínicas Planos de Saúde Empresariais oferece soluções em saúde para seus clientes. Atualmente possui sete Centros Integrados de Medicina (CIM), que estão localizados nos bairros Batel (única Unidade Infantil de plano de saúde que oferece atendimento exclusivo 24 horas em Curitiba), Água Verde, Cidade Industrial de Curitiba (CIC) e nos municípios de Araucária, Fazenda Rio Grande, Rio Branco do Sul e São José dos Pinhais.

O CIM - Água Verde, por sua vez, possui mais de 80 consultórios médicos, realiza consultas a partir de 35 especialidades médicas e está posicionado como o primeiro empreendimento da capital paranaense a atender 100% das normas da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Outra inovação dessa estrutura é o Hospital Dia, projetado para oferecer o que existe de mais moderno em procedimentos cirúrgicos de baixa-complexidade e que possui 17 leitos.  Já o CIM - CIC, localizado no bairro mais populoso de Curitiba e polo industrial da cidade, foi ampliado em 2013 e, agora, conta com 1.300 m² de área total e atendimento 24 horas para clínica geral e pediatria, com capacidade para realizar consultas médicas eletivas em diversas especialidades e, ainda, de urgência e emergência em clínica geral, ortopedia e pediatria.

• BURNOUT: A SINDROME DE EXAUSTÃO NO TRABALHO

Por Prof. Dr. Mario Louzã, médico psiquiatra, doutor em Medicina pela Universidade de Würzburg, Alemanha, e Membro Filiado do Instituto de Psicanálise da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo*

A síndrome de burnout (literalmente, “algo que queima até não sobrar nada”), também chamada de exaustão ou esgotamento, vem sendo cada vez reconhecida nas diversas profissões, sendo consequência do excesso ou sobrecarga de trabalho, embora não seja ainda reconhecida como doença pela Organização Mundial da Saúde.

Como o próprio nome diz, a pessoa se sente literalmente exausta, esgotada física e psicologicamente, seja por causa do número de horas trabalhadas, seja pelo estresse provocado pelas condições de trabalho. Burnout provavelmente sempre existiu, basta lembrar as condições de trabalho dos operários na Revolução Industrial, no século XIX, chegando a 16-18 horas diárias, sem um período estipulado de descanso. Ao longo do século XX, leis foram criadas para proteger o trabalhador e regrar a duração do dia de trabalho, os horários de descanso e os dias de folga, bem como a utilização de equipamentos para reduzir o risco de acidentes.

Na atualidade, o uso crescente de recursos tecnológicos e da informática mudou novamente o modo de trabalhar; a aceleração da velocidade de comunicação e a integração global trouxe novamente a demanda por muitas horas de trabalho em geral sob forte pressão de desempenho. Nestas condições surge novamente a exaustão, caracterizada pelo desanimo, dificuldade de raciocínio, ansiedade, preocupação, irritabilidade, sensação de incapacidade ou inferioridade, alterações do sono, diminuição da motivação e da criatividade, aparecimento de transtornos mentais e doenças físicas.

Uma consequência frequente é o uso de drogas (álcool, tabaco, além das drogas ilícitas) como forma de alívio. É importante estar alerta a esta situação que agravará ainda mais a condição física e mental do indivíduo. O mesmo pode ser dito da automedicação.

Além das condições adversas e estressantes de trabalho, algumas características da personalidade são consideradas importantes para o aparecimento da síndrome de exaustão. Pessoas muito competitivas, ambiciosas, com dificuldade para delegar, absorvendo tudo para si, fazendo do trabalho sua única atividade tem maior chance de desenvolver exaustão. Por outro lado, pessoas inseguras, necessitadas de reconhecimento pelos outros, com dificuldade de colocar limites e abrindo mão de suas próprias necessidades também estão mais vulneráveis ao Burnout.

Bem, e o que fazer para prevenir a síndrome de exaustão? A primeira e óbvia recomendação é – descanso físico e mental. O equilíbrio entre o trabalho e as atividades física, de lazer, o encontro com os amigos e outras é o primeiro passo. Mudanças de atitudes, de expectativas, de hábitos de vida podem também auxiliar na prevenção.

Nos casos em que a síndrome de burnout já está instalada, recomenda-se buscar auxílio médico especializado, para avaliação do quadro e orientação quanto ao tratamento. Especialmente no caso das pessoas cujas características de personalidade as tornam mais propensas ao Burnout, a psicoterapia é um complemento importante, pois o problema está muitas vezes ‘dentro’ da pessoa e não tanto em suas condições de trabalho.

* Prof. Dr. Mario Louzã é médico psiquiatra, formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Fez Residência Médica em Psiquiatria Geral no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clinicas da FMUSP. É Especialista em Psiquiatria Geral pela Associação Brasileira de Psiquiatria. Fez Pós-graduação (Doutoramento) na Clínica Psiquiátrica da Universidade de Würzburg, Alemanha, e Pós-doutorado no Instituto Central de Saúde Mental em Mannheim, Alemanha. É Médico Assistente e Coordenador do Programa de Esquizofrenia (PROJESQ) e do Programa de Déficit de Atenção e Hiperatividade (PRODATH) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP. É Bacharel em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. 

• Como mudar os hábitos das crianças?

Psicóloga indica um produto que ajuda as crianças com enurese noturna, muito agressivas, que roem unhas ou que estão passando por qualquer situação onde um habito ou comportamento precisa ser modificado 

Não precisa ter filhos para saber que as crianças passam por várias fases durante o seu desenvolvimento e precisam de atenção diante das mudanças. Apesar de algumas conseguirem passar por estes desafios tranquilamente, outras precisam de um pouco mais de ajuda e as vezes pode ser necessário contar com um profissional.
A BDDU é uma empresa gaúcha que desenvolve produtos para auxiliar os pais em diversos momentos da vida dos filhos e desenvolveu o Pote do Reconhecimento, um instrumento de apoio e reforço dos comportamentos desejados. Segundo a psicóloga e proprietária da BBDU, Juliana Martins, “quando nos deparamos com um costume, um hábito ou um comportamento aprendido e muito utilizado por nós temos dificuldade em modifica-lo, imagine as crianças! Esta alteração, justamente por ser tão complexa, deve ser reconhecida e valorizada pelos adultos. O Pote do Reconhecimento é uma forma lúdica e visual de trabalhar as mudanças de comportamento ou hábitos das crianças”.
A intenção da BBDU é subsidiar os pais com recursos para que quando se depararem com uma situação em que não estão conseguindo ajudar seu filho tenham ao seu alcance algo de fácil utilização e com resultados comprovados. E o pote é mais um destes instrumentos que pode ser utilizado em diversas situações e momentos na vida das crianças e até mesmo na pré-adolescência. E o mais interessante é que, como ele é um instrumento bastante flexível, poderá ser usado muitas vezes ao longo da vida, conforme os desafios e dificuldades forem se apresentando. Veja a seguir uma lista de algumas situações nas quais ele funciona, de acordo com a psicóloga:
– Uso excessivo de eletrônicos, vídeo games, tablets e afins: Combine um limite para este uso e cada vez que ele for respeitado uma pedrinha é colocada no Pote. Quando ele estiver cheio uma recompensa é dada (combinada anteriormente);
– No hábito de roer unhas: Ao final de cada dia sem roer as unhas, uma pedrinha é colocada no pote. Em todas situações quando o pote estiver cheio há uma recompensa;
– No controle da agressividade: as crianças que são muito impulsivas podem ser estimuladas e reconhecidas em cada situação em que demonstrar seu descontentamento de outra forma (através da fala e do diálogo, por exemplo);
– Em situações de mudança de hábitos alimentares. Crianças com quadro de obesidade costumam responder muito bem aos instrumentos de apoio que concretizam o reconhecimento do seu esforço;
– Crianças em treinamento para tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, podem ser estimuladas e cumprir horários de medicamentos e dieta através do pote;
– Enurese noturna: Algumas crianças podem persistir fazendo “xixi na cama” mesmo após o desfralde diurno. Entre os dois e os cinco anos, é normal e comum que os escapes aconteçam durante a noite (após esta faixa etária, é importante a criança ser avaliada pelo pediatra e psicólogo). O Pote do reconhecimento também funciona como um estímulo para acordar com a cama sequinha todos os dias.
O uso do Pote é bastante simples e todas as informações e dicas para que ele realmente funcione, como por exemplo, fazer com que a criança coloque o seu nome na tampa, representando seu comprometimento com o combinado, são disponibilizadas nas instruções. Além disso, a psicóloga apresenta o produto em um vídeo explicativo, dinâmico e didático, acompanhe: https://goo.gl/JJqgC4.
O produto é comercializado online pelo site www.bddu.com.br ou na loja física.
Serviço: 
Juliana Martins
Psicóloga, mãe e proprietária da BBDU

• Menos tabaco e mais qualidade de vida

Psicóloga dá dicas de como livrar-se do hábito de fumar 

O ser humano possui o hábito de associar algumas ações ao prazer, como fumar, por exemplo. O vício no tabaco é preocupante e mobiliza órgãos ligados à saúde todos os anos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que há cerca de 1,1 bilhão de pessoas fumantes no mundo.
 
De acordo com a Revista Veja, a nicotina presente no cigarro é uma substância poderosa capaz de ativar regiões do cérebro ligadas ao prazer. O composto consegue se ligar a doze receptores cerebrais - a maioria deles em uma área chamada tegmental ventral, responsável por fornecer a sensação de prazer. Quando uma pessoa fuma, o circuito cerebral dessa região é acionado, provocando uma sensação de bem-estar.
 
Em maio comemora-se o Dia Mundial sem Tabaco. As organizações de saúde desenvolvem campanhas todos os anos para atentar aos fumantes as consequências do vício do cigarro. Atualmente, segundo a Unifesp, o número de fumantes no Brasil alcança 15,6% da população total.
 
Pensando nisso, a psicóloga Carla Ribeiro dá dicas para livrar-se do hábito de fumar de forma saudável. 
 
1. Desassocie o ato de fumar ao prazer
O fumante geralmente liga os horários de folga ao ato de fumar como uma forma de relaxamento. Para quebrar esse padrão, a pausa no trabalho e a cerveja no bar com os amigos, por exemplo, não deve ser entendida como “a hora de fumar”. Segundo Carla, “o fumante deve fumar sozinho e, de preferência, de uma maneira que aquilo lhe transfira uma sensação de desconforto, como em pé na área de serviço".
 
2. Pratique atividades físicas
Um dos maiores problemas causados pela ingestão de nicotina é a indisposição corporal. Para Carla Ribeiro, o exercício físico libera os mesmos neurotransmissores associados à sensação de bem-estar que a nicotina. Por isso é importante ter um hábito saudável de exercitar-se por um período de 30 minutos todos os dias, para ajudar na qualidade de vida e na dependência da substância. Na pausa do trabalho, por exemplo, se houver vontade de fumar, a pessoa pode fazer uma caminhada, olhar as redes sociais, tomar água, conversar com os colegas, para que o cigarro fique de lado.
 
3. Interrompa gradualmente o uso da nicotina
Muitas pessoas pensam que parar de fumar é um exercício “da noite para o dia”, mas é bem mais complexo do que isso. De acordo com os médicos, a nicotina estimula a produção de dopamina, um neurotransmissor associado à sensação de prazer. Quando em processo suspensão da substância, um dos sintomas da abstinência é o mau humor. Por isso, a indicação é que o processo seja feito gradualmente, cerca de 25% a 30% a cada sete dias.
 
4. Evite o álcool e a cafeína
É muito comum que em contato com amigos fumantes no passeio do final de semana a pessoa sinta-se tentava a fumar também. Ingerir álcool ou café desencadeia uma série de processos químicos que aumentam a vontade de fumar. De acordo com a psicóloga, para que o cérebro não reaja dessa maneira é preciso manter distância. 
 
Segundo cardiologistas, o tabagismo não é um hábito, e sim uma doença. Não trata-se apenas de um distúrbio ligado ao prazer, mas de uma dependência capaz de levar à morte. Por isso, é importante procurar um médico para realizar um tratamento eficaz na suspensão total do cigarro.
 
Serviço: 
Carla Ribeiro
Psicóloga Clínica e Hospitalar voltada para Saúde do Homem
(21) 9.9908-1834
Av. Nelson Cardoso, 1149 - sala 1213, Jacarepaguá (Taquara), Rio de Janeiro/RJ.

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