• Na luta contra o diabetes


Conhecer a doença, alimentar-se corretamente e praticar exercícios físicos regulares fazem a diferença

O diabetes é um problema de saúde pública no Brasil e no mundo. Muita gente não dá a menor atenção ao tema, só se preocupando com o consumo de açúcar quando a doença é detectada. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, mais de 16 milhões de pessoas convivem com a doença, sendo que 1/3 delas não sabe que a possui. Outros dados divulgados no começo do mês pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mostram que o diabetes mata 72 mil pessoas, com mais de 30 anos, por ano, no país. Além disso, cresce a presença nas mulheres neste último relatório, atingindo cerca de 8,8% do público feminino, contra 7,4% dos homens. Nesse cenário, o grande vilão é o excesso de peso que afeta 54,2% dos brasileiros.

Com números alarmantes, a doença já é a responsável por 6% das mortes no país. O excesso de açúcar no sangue é o responsável por mais de 100 mil mortes, por isso, a prevenção se torna ainda mais importante para combater a doença. Segundo a médica endocrinologista, Dra. Myrna Campagnoli, do Laboratório Frischmann Aisengart, um alerta sobre o estilo de vida se faz ainda mais importante. “Para prevenir o diabetes é preciso manter o peso e praticar atividade física, além de consumir alimentos integrais, verduras, frutas e legumes em quantidades adequadas”, orienta.

O diabetes do tipo 2, o tipo mais comum de diabetes, é uma doença não transmissível, mas também é um dos principais problemas de saúde pública na atualidade. “O paciente produz insulina, mas ela não consegue agir devido à obesidade, levando o aumento da glicose no sangue. Por ser uma doença silenciosa, na maioria das vezes, os pacientes permanecem, por muitos anos, sem um diagnóstico e tratamento. Por isso, o acompanhamento regular de um médico e a realização de exames frequentes também ajudam a prevenir a doença”, informa.

Por ser uma doença crônica metabólica, se não tratada, pode causar muitas complicações, como insuficiência renal, amputação de membros, cegueiras, doenças cardiovasculares, como o AVC e o infarto. Como prevenção, a orientação é controlar os níveis glicêmicos, praticando exercícios físicos, controlando a alimentação e buscar orientação médica frequente.

Conhecer um pouco mais sobre a doença também pode ajudar nessa batalha. Existem alguns outros tipos de diabetes, como o tipo 1, que é o insulinodependente. Nesse caso, os pacientes precisam fazer aplicação de injeções diárias de insulina, desde o diagnóstico, pois o corpo já não mais a produz nas quantidades necessárias. No diabetes tipo 2, o organismo produz insulina normalmente, porém o corpo se torna resistente à ação do hormônio e as taxas de açúcar no sangue se elevam. Esse tipo da doença atinge aproximadamente 90% dos diabéticos, e é neste tipo que está o mal silencioso.

As gestantes também precisam de acompanhamento especial, pois não é incomum que apresentem o diabetes gestacional. “Principalmente nos casos em que a gestante tem um aumento muito grande de peso o diabetes gestacional pode aparecer e requer muitos cuidados. O normal é que os níveis de glicose se regularizem após o parto, mas as mulheres precisam controlar as taxas, com exames frequentes, após a gestação”, diz a médica.

Para tratar o diabetes, o Ministério da Saúde oferece medicamentos de graça pelo programa Farmácia Popular. São seis medicamentos financiados pelo Ministério da Saúde e liberados nas farmácias credenciadas. 

Sobre o Laboratório Frischmann Aisengart:

O Laboratório Frischmann Aisengart tem uma história de mais de 70 anos como referência na medicina diagnóstica, contando com mais de 600 colaboradores, 35 unidades de atendimento no estado, realizando em torno de três mil tipos de exames de análises clínicas. Além disso, oferece soluções diferenciadas e alto padrão de atendimento, contando também com o serviço de vacinas. Confira mais informações sobre a empresa no site www.labfa.com.br

• Má alimentação: a vilã dos principais problemas estomacais

Quem sofre com os sintomas precisa ficar atento e buscar tratamento adequado

Azia, dor de estômago e refluxo são sintomas comuns na rotina de milhares de pessoas. Com a correria do dia a dia e os hábitos alimentares inadequados os problemas estomacais estão cada vez mais presentes na vida de muitas pessoas que, na maioria das vezes, não conseguem diferenciar os sintomas e acabam por não dar o tratamento adequado ao mal-estar.

Muitos dos sintomas ocorrem logo após a alimentação, como é o caso do refluxo. Os alimentos que ingerimos chegam ao estômago por meio do esôfago, que é semelhante a um tubo muscular, controlado por duas válvulas, o esfíncter esofágico superior e o inferior. Um controla a passagem do alimento até o esôfago e o outro permite que a comida chegue até o estômago. Quando esse último não fecha totalmente após a passagem do alimento acontece o refluxo, que causa um processo inflamatório que quando não tratado, pode evoluir para uma doença mais grave como a esofagite de refluxo e até mesmo predispor ao câncer.

Com o refluxo surge também a azia, que se apresenta pela sensação de queimação no abdome quando o ácido gástrico entra em contato com a mucosa esofágica. Entre as causas, além da alimentação inadequada, está o aumento de peso, o estresse, o tabagismo e o consumo de álcool. A médica Jerusa Miqueloto, do Laboratório Frischmann Aisengart, explica que a azia é o sintoma mais comum do refluxo. “O refluxo pode causar inúmeros sintomas, como a azia, até dores no peito, asma, tosse, rouquidão, laringite, entre outros, que são chamados de sintomas atípicos ou extra-esofágicos", menciona.

A má-alimentação também é uma vilã quando o assunto é a gastrite, uma inflamação da mucosa do estômago que ainda pode ser agravada por alguns tipos de medicamentos, pelo estresse físico ou psíquicos. “Existem dois tipos de gastrite, a aguda e a crônica, que evoluem rapidamente. É uma doença séria, que precisa de tratamento individualizado. O importante é que o paciente procure um médico e faça os exames para a confirmação da doença para ser orientado sobre como tratar. Outro ponto importante é nunca se automedicar, pois, nesses casos, se o tratamento for incorreto, podem agravar ainda mais o quadro clínico do paciente”, diz a médica.

Para ajudar na identificação das doenças estomacais os especialistas contam com a endoscopia gástrica, que permite a avaliação da mucosa do esôfago, estômago e a primeira parte do intestino delgado. “Para fazer o exame a orientação é que o paciente vá acompanhado e, após, fique em repouso até o efeito do sedativo parar completamente. Após o procedimento pode existir a sensação de estômago inchado. Esses sintomas tendem a desaparecer pouco tempo depois do exame”, explica a médica.

Sobre o Laboratório Frischmann Aisengart:

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• Dentistas podem usar botox para fins estéticos

Aliada da saúde e da beleza, toxina botulínica é usada em diferentes procedimentos na Odontologia O uso da toxina botulínica pela odontologia ainda causa estranheza por parte dos pacientes e profissionais de outras áreas da medicina. Apesar de tradicionalmente estar ligada ao tratamento dentário, a odontologia cuida do aparelho mastigatório como um todo, indo além dos cuidados com dentes e gengiva. O ortodontista está habilitado para o tratamento de ossos, músculos, articulações e ligamentos, podendo fazer uso da substância por ser um profissional dedicado à face como um todo. Em 2016, o Conselho Federal de Odontologia (CFO) instituiu a regulamentação nº 176, que normatiza o uso da toxina botulínica para fins odontológicos, também como alternativa terapêutica para distúrbios da articulação temporomandibular (DTM). Entre as disfunções mais comuns causadas pela DTM, está o ranger ou apertar dos dentes durante o sono. O tratamento consiste na aplicação da toxina nos músculos responsáveis pela força na área mandibular. “Os músculos relaxam quando recebem a toxina e a força maior que o normal feita pelo paciente desaparece”, explica a ortodontista Denize Luzetti Latrônico, da Latrônico Odontologia. A profissional também explica que a toxina também é indicada para as pessoas acometidas pelo sorriso gengival, cuja aplicação é menos invasiva e se apresenta como alternativa ao procedimento cirúrgico. Toxina para fins estéticos O uso estético da toxina também pode ser feito em clínicas odontológicas. Em São José (SC), a Latrônico Odontologia é destaque pelo serviço de harmonização facial, que consiste em uma série de procedimentos menos invasivos, proporcionando um resultado natural sem a realização de cirurgia plástica. “Com base na simetria facial, é possível harmonizar os traços e linhas do rosto de acordo com as necessidades de cada pessoa, sem modificar suas características”, conta Denize Luzetti Latrônico, especialista em Harmonização de Face. Em geral, mulheres com idade acima de 35 anos lideram a procura pela harmonização em busca de prevenção e minimização das marcas de envelhecimento. “Com o preenchimento facial é possível suavizar cicatrizes, eliminar vincos de expressão, aperfeiçoar o formato do nariz e o contorno facial”, pontua Denize. Além do preenchimento com toxina botulínica, a harmonização engloba procedimentos como fios de sustentação, bichectomia e aplicação de lentes de contato dental. Sobre a Latrônico Odontologia - A clínica Latrônico Odontologia é especializada em harmonização facial, oferecendo atendimento em próteses, implantes, aplicação de toxina botulínica e ácido hialurônico, além de tratamento otimizado nas áreas de implantodontia, ortodontia e estética. Para mais informações e agendamento de consultas, entre em contato pelos telefones (48) 3259-0881 ou (48) 9 8415-2791.

• 6 pensamentos que detonam sua autoestima

Confira os principais sinais de que você deve dar mais atenção à sua autoestima Vivendo na sociedade atual, regrada a estresse e responsabilidades sem fim, sentimentos como autoinsatisfação e desânimo fazem parte da realidade de muitas mulheres ao redor do mundo. Muitas vezes, querendo realizar mil coisas ao mesmo tempo, tendo de liderar tanto uma família, quanto uma vida profissional agitada, grande parte das mulheres acaba se esquecendo de olhar para si mesmas e perde assim, algo fundamental para que todas as coisas em suas vidas deem certo: sua auto estima. Segundo a master coach e expert em Inteligência Emocional e Autoestima para Mulheres, Eloiá Hosana, a auto estima afeta diretamente no desempenho do indivíduo. “Muitas pessoas desconhecem a importância de se manter uma boa auto estima. A pessoa que apresenta uma baixa estima de si mesma pode enfrentar inúmeras dificuldades em vários âmbitos de sua vida como: baixo rendimento no trabalho, afastamento de amigos e familiares, que são algumas das consequências mais comuns de quem apresenta baixa auto estima”, diz. De acordo com a especialista, a quantidade de mulheres que sofrem atualmente com baixa auto estima está se tornando cada vez maior. “O que mais me preocupa é observar que possuir problemas de auto estima tem se tornado algo tão comum, que as pessoas simplesmente passam a ignorar alguns ‘sinais’ de que algo não está certo consigo mesmas, apenas porque já o consideram algo normal e irrelevante”, afirma. Sendo coach de mulheres e criadora do programa Mulher Poderosa, Eloiá Hosana alerta sobre seis sinais de baixa auto estima. Confira: 1. Se abalar com críticas Um grande sinal de que uma pessoa é insegura e possui uma baixa auto estima é que ela se abala com qualquer crítica feita sobre ela mesma, como explica a coach. “A pessoa de baixa auto estima se sente frustrada por pequenas críticas, mesmo quando essas são insignificantes e nada construtivas. Além disso, ela sente uma grande necessidade de agradar a todos o tempo todo, muitas vezes passando por cima dos próprios valores, apenas para não decepcionar outras pessoas”, diz. 2. Generalizar os problemas Segundo Eloia, a pessoa com baixa auto estima tem o hábito de generalizar sempre que algo não sai como planejado. “Se uma coisa não saiu como planejado, ela já começa a dizer que nada dá certo e desiste de tentar coisas novas, pois para ela, será em vão. Além disso, é comum que a pessoa generalize sobre coisas negativas de si mesmas, também. Se ela faz algo de ruim e erra, como qualquer outro ser humano, ela já põe na cabeça que o erro aconteceu porque é uma pessoa ruim, que não faz nada certo e começa a se depreciar de forma exagerada por erros bobos”, explica. 3. Comparação De acordo com a especialista, uma das piores coisas para uma pessoa com baixa auto estima é a comparação. “Quando a pessoa não tem uma boa imagem de si mesma, tudo o que acontece é motivo de comparação. Mas não uma comparação saudável. O indivíduo de baixa auto estima sempre compara sua vida e seus resultados às pessoas que estão em uma situação melhor que ele, se inferiorizando o tempo todo”, afirma. 4. Perfeccionismo Eloiá também alerta que a busca incessante por perfeição é algo muito comum nos indivíduos de baixa auto estima. “As pessoas têm uma ideia distorcida de que ser perfeccionista é sinal de excelência, mas não é verdade. Ser perfeccionista é sinal de insegurança. A pessoa insegura de si tem o hábito de buscar compulsivamente pela perfeição. Ela foca sempre nos 10% que deram errado e não nos outros 90% que deram certo. Nunca valoriza os ganhos, mas enaltece as perdas e derrotas”, diz 5. Catastrofismo Para a coach, a pessoa que é dramática demais é certamente insegura. “O indivíduo de baixa auto estima é pessimista demais e imagina sempre que o pior vai acontecer, em qualquer situação. Quando alguma coisa, até mesmo pequena, dá errado, já é motivo para que ele ache que qualquer outra coisa também dará e desanime ao primeiro problema que surge.”, ressalta 6. Dificuldade em receber elogios A especialista alerta também, que um dos grandes sinais da pessoa que tem baixa auto estima é ter o hábito rebater aos elogios que recebe. “Essa pessoa tem dificuldade em receber elogios. Ela fica de certa forma, incomodada, como se não aceitasse recebê-los e tivesse que contestá-los o tempo todo”, conclui. Serviço: Eloiá Hosana Master coach e expert em Inteligência Emocional e Autoestima para Mulheres http://www.eloiahosana.com.br/

• Dietas proteicas aumentam a produção de células cancerígenas


Saiba os segredos para uma boa dieta e rápidos resultados de emagrecimento, além de revelar alimentos que aceleram o processo

Quando o verão vai se aproximando as pessoas passam a procurar pelos mais diversos tipos de dietas. Em questão de segundos, é possível encontrar nos buscadores da Internet os mais inusitados regimes de emagrecimento, que prometem secar as pessoas em períodos de tempo irreais. O que preocupa os profissionais de saúde sobre essas dietas restritivas é a quantidade de tempo em que ela é realizada e por quem é feita, pois nem todas podem ser adotadas por todos.
A nutricionista esportiva Thatiana Ferreira, esclarece que a realização das dietas proteicas, tipo a Dukan, variam de pessoa para pessoa e é preciso um acompanhamento de perto por um profissional. “O histórico de saúde é muito importante antes de realizar uma dieta restritiva a proteína. Problemas hepáticos e colesterol alto são fatores que descartam a adoção dessa dieta. Ela só é indicada para pessoas saudáveis, que tem algum objetivo a curto prazo como, por exemplo, desinchar um pouco para alguma festa. Primeiro, porque o corpo tem a tendência de um rebote depois desse tipo de dieta e a pessoa ganhará o peso novamente. E, segundo, porque ela só pode ser realizada no prazo de 3 a 5 dias, sem que traga malefícios a saúde”, explica. 
Além disso, segundo Thatiana, a proteína em excesso das dietas extremamente restritivas também acaba produzindo muitos radicais livres, que são formadores de câncer e envelhecimento precoce. Dessa forma, acaba-se tendo mais probabilidade de desenvolver células cancerígenas. 
Thatiana explica que, para quem quer perder peso de forma duradoura, não se deve restringir a dieta, mas apenas aumentar o consumo de proteína “Além de aumentar o metabolismo corporal, a proteína está relacionada diretamente à imunidade. Cerca de 25% da energia que o corpo gasta na digestão, bem como para atividades simples como falar e andar, é retirada da proteína digerida pelo organismo. Além disso, a proteína aumenta o gasto energético só pela sua digestão, que é mais demorada. Um bife, por exemplo, demora 7 horas para ser digerido. E isso obriga também o corpo a utilizar seu estoque corporal, a gordura”, diz a nutricionista.
De acordo com a nutricionista, as diferenças biológicas entre os homens e as mulheres, são fatores determinantes na hora de fazer dietas também. “A progesterona, o hormônio sexual feminino, já é por si só acumulador de gordura e, por isso, possuímos maior massa gorda do que os homens. O homem possui maior massa magra, que por sua vez, mantém o metabolismo mais acelerado no repouso. Por isso, os homens tem maior facilidade de perda de peso do que as mulheres”, afirma a Thatiana.
A nutricionista fez uma lista de alimentos que ajudam no emagrecimento. Confira:
1. Alimentos termogênicos: Gengibre, pimenta, café, chocolate amargo, etc. Uma dica da nutricionista é tomar, em jejum, água com gengibre e limão, pois acelera o metabolismo e produz maior queima de gordura.
2. Babata doce e produtos integrais: São carboidratos, porém mais complexos. Diferente dos carboidratos simples, estes complexos demoram mais tempo para ser digeridos, causando um maior gasto calórico no organismo. Além disso, carboidratos mais complexos não fazem pico de insulina, como os simples. “A insulina é responsável por levar a glicose para dentro da célula. Quando há um pico de insulina, muito mais glicose é levada para dentro das células, que acabam se estocando em forma de gordura”, explica Thatiana. 
Serviço: Tathiana Ferreira
Nutricionista
21 99477-3627

• Interromper um espirro pode fazer mal para a audição

Otorrinolaringologista do Hospital IPO explica como devemos proceder da maneira correta

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A doutora Lisandra Airma, que atua no IPO, alerta para o risco de segurar o espirro (Foto: Divulgação/IPO)

É inconfundível o som de um espirro, mesmo que na multidão. Mas muitas pessoas, com vergonha desse ato involuntário que é responsável por dissipar cerca de 30 mil gotículas de saliva de cada vez, acabam segurando ou interrompendo o espiro. Porém essa prática pode levar à perda auditiva.

A pressão de ar causada neste momento pode chegar aos 150 km/h e quem o segura submete aos ouvidos a todo esse deslocamento de ar. “Com isso podemos ter sangramento nasal e até o rompimento dos tímpanos, que leva, consequentemente, a perda de audição”, explica a médica do Hospital IPO, Lisandra Arima.

O espirro é uma ação involuntária que serve para nosso organismo se livrar de algo que está incomodando: pólen, partículas de poeira, fumaça ou cheiro forte.  “Essas partículas entram em contato com a mucosa do nariz, o que gera um reflexo para tentar limpá-la”, explica a médica.

Segundo a especialista, àquelas pessoas que já tiveram esse hábito é bom não arriscar, pois a distinção do espirro que pode ou não romper os tímpanos depende apenas da pressão feita no momento. “Quem já teve problema no ouvido acaba sendo mais sensível”, explica.

A médica conta ainda que: “o correto é soltar o espirro de forma natural e, de preferência, na manga da camisa, de forma que a saliva -- que contenha bactérias ou vírus -- não se dissipe no ambiente, podendo transmitir doenças”, ensina.

• Cuidados ao medir a pressão arterial em casa

Não é recomendada a aferição da pressão após exercícios físicos, dietas ricas em sal, ingestão de bebidas alcoólicas ou estresse psicológico

A hipertensão arterial é uma doença crônica causada pela elevação dos níveis da pressão sanguínea, sendo um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de patologias cardiovasculares. A hipertensão só é diagnosticada após ficar comprovado que o paciente apresenta pressão elevada com frequência, por isso, a diretora médica do Laboratório Frischmann Aisengart, Myrna Campagnoli, explica sobre os principais cuidados que o paciente deve ter ao medir a pressão arterial em casa, para evitar preocupações desnecessárias.

Segundo ela, a aferição da pressão sanguínea envolve duas medidas: a sistólica e a diastólica. A sistólica, referente ao período em que o músculo cardíaco está contraído, representa a pressão arterial máxima, que deve variar, em adultos, entre 100 e 140 mmHg (milímetro por mercúrio – unidade de medida de pressão). Já a diastólica, referente ao período em que o músculo cardíaco está relaxado, revela a pressão arterial mínima, que deve estar entre 60 e 90 mmHg.

“A pressão arterial é considerada alta para a maioria dos adultos quando superior a 140 por 90 mmHg. Para que os valores sejam confiáveis a medida deve ser realizada após um período de repouso de cinco a 10 minutos, em um ambiente calmo, com o paciente sentado. Não é recomendada a aferição da pressão após exercícios físicos, dietas ricas em sal, ingestão de bebidas alcoólicas ou estresse psicológico, pois estes fatores podem alterá-la”, comenta a médica.

Tomar essas precauções é muito importante, pois o tratamento do hipertenso é para toda a vida e o diagnóstico só é possível após a avaliação médica. “Uma vez identificada a doença o paciente deve se consultar regularmente com seu médico até atingir o controle da pressão arterial. Mesmo após a contensão da pressão, a pessoa deve continuar a ir ao especialista, além de realizar exames complementares periódicas, tais como o exame de sangue e exames do coração.

Para ajudar no tratamento da hipertensão é importante mudar os hábitos, buscando uma alimentação saudável, com mais frutas, verduras e legumes, com pouco sal e sem frituras. Também se recomenda o abandono do tabagismo e do consumo de álcool, além da prática de atividades físicas, principalmente, as aeróbicas, que são essenciais para o bom funcionamento do corpo.


Sobre o Laboratório Frischmann Aisengart:

O Laboratório Frischmann Aisengart tem uma história de mais de 70 anos como referência na medicina diagnóstica, contando com mais de 600 colaboradores, 35 unidades de atendimento no estado, realizando em torno de três mil tipos de exames de análises clínicas. Além disso, oferece soluções diferenciadas e alto padrão de atendimento, contando também com o serviço de vacinas. Confira mais informações sobre a empresa no site www.labfa.com.br

• Técnica de estimulação cerebral auxilia na recuperação de pacientes com dores crônicas e doenças do sistema nervoso

Fonte i0.wp.com
Fisioterapia com neuromodulação é indolor e não-invasiva


“A neuromodulação consiste na aplicação de um campo elétrico ou magnético que modifica e modula o Sistema Nervoso Central ou Periférico”, conta a fisioterapeuta e sócia do Centro de Excelência em Recuperação Neurológica (CERNE), Mariana Carvalho Krueger. A técnica é utilizada no tratamento de pacientes com dores crônicas, Doença de Parkinson, Acidente Vascular Encefálico (AVE), traumatismo raquimedular e traumatismo cranioencefálico, esclerose múltipla, paralisia cerebral e autismo.

A prática se dá por 
meio da aplicação de corrente contínua de baixa intensidade sobre o crânio, a qual é capaz de gerar uma neuromodulação da excitabilidade cortical e assim interferir no desempenho de diferentes funções neurológicas. Desta forma, o procedimento pode influenciar as funções motoras e sensoriais. Já os efeitos dependem principalmente da polaridade de corrente aplicada, da intensidade, do tempo de aplicação, da área estimulada e da densidade desta corrente.

O procedimento não-invasivo é dividido em duas categorias: Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua (ETCC) e Estimulação Magnética Transcraniana (EMT). “Quando utilizada por neurologistas, a neuromodulação é invasiva, ou seja, há a necessidade de incisão”, relata Mariana.

A ETCC consiste na aplicação de correntes contínuas de baixa intensidade (de 1 a 2 mili ampéres) por meio de eletrodos colocados sobre o couro cabeludo, para aumentar ou inibir a atividade elétrica de determinadas áreas do cérebro e desta forma modular a excitabilidade cortical e assim interferir no desempenho de diferentes funções. O aparelho é constituído basicamente por quatro componentes principais: eletrodos (ânodo e cátodo), amperímetro (medidor de amplitude de corrente elétrica), potenciômetro (componente que permite a manipulação da amplitude da corrente) e baterias para gerar a corrente aplicada. “A técnica é indolor, o paciente sente apenas um leve formigamento no local”, destaca a fisioterapeuta.

Segundo a fisioterapueta, o procedimento tem sido utilizado com resultados positivos na recuperação motora de pacientes que tiveram AVC, com depressão e para melhora da memória e das habilidades motoras e cognitivas de um modo geral.
Já a Estimulação Magnética Transcraniana (EMT) utiliza os princípios da indução eletromagnética para produzir correntes iônicas focais no cérebro de indivíduos conscientes. A corrente induzida tem a capacidade de despolarizar neurônios ou modular a atividade neural.

O estimulador magnético é composto por duas unidades principais, uma bobina e um gerador de corrente. Para interferir na atividade neuronal, a bobina deve ser posicionada sobre o escalpo do indivíduo e direcionada para a área de interesse. A mudança constante da orientação da corrente elétrica dentro da bobina é capaz de gerar um campo magnético, induzindo correntes elétricas em áreas corticais, as quais podem despolarizar neurônios e gerar potenciais de ação que fazem a neuromodulação.

Em nenhum dos casos é preciso raspar o cabelo do paciente. “No caso da EMT, como é preciso acoplar perfeitamente a bobina na região e mantê-la imóvel durante a aplicação, poderá ser usada uma toca, que impede a bobina de escorregar”, explica Mariana.


           
Sobre o CERNE:
O Centro de Excelência em Recuperação Neurológica conta com uma equipe multiprofissional, composta por fisioterapeutas, fonoaudióloga, musicoterapeuta, psicóloga, terapeuta ocupacional, psicopedagoga, educador físico e enfermeiro. A clínica tem a proposta de oferecer um outro olhar da recuperação da saúde, mais humanizado e personalizado de acordo com as necessidades e demandas do paciente, a fim de facilitar a sua inserção na sociedade. Além de garantir qualidade no tratamento, por meio de um processo padronizado onde o paciente encontra todas as terapias no mesmo local e de forma integrada, o Centro conta ainda com a experiência de suas sócias, a terapeuta ocupacional Syomara Cristina Smidiziuk e a fisioterapeuta Mariana Krueger, uma das primeiras profissionais capacitadas para a aplicação da técnica de Neuromodulação Transcraniana na Região Sul. A sociedade é complementada por Canrobert Krueger, engenheiro de computação e administração.

SERVIÇO:
CERNE - Centro de Excelência em Recuperação Neurológica
Endereço: Rua Petit Carneiro, 318 - Água Verde - Curitiba / PR
Informações: 41 3528-6977

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