27/02/2017

• Cresce a procura por técnicas de clareamento dental

Promessa de resultados milagrosos coloca em risco a saúde bucal de pacientes que investem em técnicas caseiras para ter dentes mais brancos
Basta uma rápida procura na internet para constatar o grande número de publicações com dicas para quem está atrás de alternativas baratas para ter um sorriso mais branco. A promessa de resultados milagrosos induz ao investimento em técnicas caseiras que podem fazer mal a saúde do paciente.
Os kits de clareamento dental, comercializados nas farmácias e na internet, parecem práticos e acessíveis, porém, nem sempre oferecem a garantia necessária. Entre os erros mais comuns nos procedimentos feitos em casa, está a dosagem errada ou uso excessivo de clareadores.
Sem acompanhamento profissional, o tratamento para deixar os dentes mais brancos pode causar inflamações na gengiva e dentes sensíveis. “Os produtos só podem ser comprados com receita odontológica. Por isso é necessária a análise dos aspectos naturais do dente do paciente para dar início ao tratamento”, argumenta Denize Latrônico, da clínica Latrônico Odontologia, de São José/SC. Outros riscos causados por técnicas caseiras de clareamento são ulceração e necrose da polpa do dente, sangramento e intoxicação.
Procedimento em ascensão
De acordo com dados fornecidos pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO), a busca por clareamento com profissionais de odontologia aumenta na ordem de 30% ao ano no país. “Um sorriso bonito, com dentes brancos e saudáveis abre portas. Acredito que esta seja a razão da crescente procura pelo procedimento em todo o país”, afirma Denize Latrônico.
Outra técnica que também está em alta é a aplicação das lentes de contato dental. Finas e de fácil aplicação, as lentes são capazes de mudar a cor, o formato, o tamanho e até mesmo o comprimento dos dentes, proporcionando melhoras significativas na aparência. Denize explica que a produção das lentes de contato dental é feita sob medida, após avaliação criteriosa do ortodontista. “Existem alterações na coloração dos dentes que não são possíveis de alterar por meio do clareamento. Nestes casos, as lentes se mostram como a melhor opção”.
Sobre a Latrônico Odontologia
A clínica Latrônico Odontologia é especializada em harmonização facial, oferecendo atendimento em próteses, implantes, aplicação de toxina botulínica e ácido hialurônico, além de tratamento otimizado nas áreas de implantodontia, ortodontia e estética. Para mais informações e agendamento de consultas, entre em contato pelos telefones (48) 3259-0881 ou (48) 9 8415-2791.

22/02/2017

• Jejum Intermitente: Saúde e Boa forma


Entenda como a prática do Jejum Intermitente pode te ajudar a perder peso e melhorar sua saúde 

A busca incessante pelo corpo perfeito faz com que muitas pessoas, sobretudo mulheres, recorram às mais variadas formas de regime como um meio de conseguir eliminar os quilinhos a mais. Constantemente, ouvimos falar de dietas da moda, algumas com restrições cruéis e surreais, que deixam os nutricionistas preocupados com tanta loucura. Há algumas dietas, porém, que quando praticadas da forma correta, podem trazer consigo muitos resultados positivos e benéficos. Um grande exemplo disso é o jejum intermitente, que ficou conhecido após a atriz Deborah Secco alegar publicamente que aderiu à dieta para eliminar - com sucesso - os 19 quilos adquiridos durante sua gravidez.
Segundo a nutricionista desportiva Tathiana Ferreira, o jejum intermitente surgiu, a princípio, com o objetivo de melhorar a saúde e não a estética. “A origem dessa dieta é bem diferente do que a maioria das pessoas imagina. Após algumas pesquisas e avaliações do organismo de pessoas que aderiam a práticas religiosas que demandavam o jejum durante um maior período de tempo, foi observada uma grande melhora na saúde. Regularização da pressão arterial e do colesterol, assim como a diminuição dos sintomas de depressão e estresse, foram alguns benefícios constatados pela prática. Posteriormente, foi observada uma melhora na diminuição da gordura corporal, auxiliando, claro, no emagrecimento”, diz.
De acordo com a especialista, os benefícios adquiridos com a prática ocorrem porque ela faz com que o organismo do indivíduo utilize seu próprio estoque de gordura. “O paciente que pratica o jejum intermitente fica um número considerável de horas sem se alimentar, levando o organismo a gastar seu próprio estoque de gordura. Por isso essa dieta é tão eficiente em trazer benefícios à saúde e auxiliar na redução de medidas”, afirma.
Tathiana ressalta a importância do acompanhamento de um profissional para dar início ao jejum intermitente. “É fundamental que essa dieta seja muito bem montada e prescrita por um nutricionista. Quando se trata de pessoas e organismos diferentes, falamos também sobre tratamentos diferentes, adaptados a cada indivíduo. Por isso, quando alguém tenta fazer a mesma dieta que outra pessoa fez, achando que os resultados serão os mesmos, a experiência geralmente não é nada satisfatória”, explica.
A nutricionista alerta, por fim, que nem todos os indivíduos são adaptáveis à prática do jejum intermitente. “Essa dieta traz resultados mais que gratificantes, tanto estéticos quanto para a saúde daqueles que têm sucesso em realizá-la. Porém, nem todos os organismos reagem bem a ela. O jejum intermitente estimula a compulsão alimentar, sendo nada indicado para pessoas que tenham tendência a esse comportamento. Muitas pessoas, principalmente aquelas que fazem a dieta por conta própria, sem o acompanhamento profissional, quando saem do período de jejum decidem ingerir uma quantidade muito superior de alimentos, como uma forma de recompensa. E levam, assim, toda a dieta por água abaixo”, finaliza.
Serviço: Tathiana Ferreira
Nutricionista
21 99477-3627

20/02/2017

• Precisando relaxar? Conheça a massagem com pedras quentes

Saiba tudo sobre a melhor técnica de relaxamento muscular e mental 

Com uma rotina muitas vezes estressante, ter um momento de relaxamento é fundamental para reduzir a tensão e o estresse. É nesse momento que as clínicas estéticas e terapêuticas surgem como grandes aliadas, oferecendo tratamentos e massagens com o fim de proporcionar um momento de relaxamento ao corpo à mente. Mas poucas técnicas são tão relaxantes quanto a massagem feita com pedras quentes.
As esteticistas do Espaço Lótus, localizado na Barra da Tijuca, Shane Tsuji e Nathalie Moreno explicam que as pedras estimulam um maior relaxamento dos músculos do corpo. “Poucos métodos promovem um relaxamento tão profundo quanto a massagem com pedras quentes. Nesse tipo de massagem utilizamos pedras lisas, geralmente retiradas de riachos, que são imersas em água quente até que atinjam a temperatura ideal. Então, o especialista as aplica ou desliza sobre o corpo do paciente, em pontos específicos, para promover um maior relaxamento”, diz Nathalie.
De acordo com Shane, porém, essa técnica não se trata de uma massagem comum e suas vantagens vão muito além de um simples relaxamento momentâneo. “Essa técnica é um dos melhores métodos de relaxamento para pessoas que apresentam quadro de estresse, ansiedade e tensão muscular. Além disso, a massagem também pode ser destinada para tratar outros problemas, como: dores de cabeça e nas articulações, insônia, depressão e doenças circulatórias”, ressalta.
Apesar de seus inúmeros benefícios e vantagens, Shane alerta porém, para as contra indicações da massagem com pedras quentes. “Essa técnica não é recomendada para pessoas que apresentam feridas abertas, doenças infecciosas na pele ou que sejam propensas a coágulos sanguíneos. A massagem também não deve ser aplicada sobre regiões inflamadas, tumores malignos, hérnias ou áreas com contusões e fraturas recentes“. E Nathalie acrescenta: “É importante saber também que pessoas que foram submetidas recentemente a cirurgias ou tratamentos de quimioterapia e radioterapia não devem realizar a massagem com pedras quentes. Além disso, pessoas que possuem doenças do coração ou mulheres grávidas, precisam consultar seu médico e verificar se há restrição a esse tipo de massagem”, conclui.
Serviço: Espaço Lótus
Clínica Estética
Nathalie Moreno e Shane Tsuji
contato@espacolotus.com.br
@espacolotus.o2
(21) 3328-3225
Av. Paisagista José Silva Neto, 200, bloco 5, sala 426 / O2 Corporate & Offices - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

17/02/2017

• Problemas na postura? Isso pode refletir na sua saúde

Ana Gil e sua paciente 
Sônia Maria Massari Bellini 
A importância do RPG, fisioterapia para a prevenção e tratamento de problemas posturais

Devido à rotina tão corrida e ao sedentarismo presente na vida da grande maioria das pessoas, é comum que muitos sofram com problemas causados pela má postura. Pesquisas revelam que cerca de 80% dos brasileiros sofrem ou sofrerão com problemas de coluna, que refletem negativamente em diversas áreas do corpo. Esse número alarmante é resultado da pouca atenção destinada a essa região, tão importante do corpo humano. Com o propósito de tratar e prevenir tais problemas surgiu um método fisioterapêutico revolucionário que visa corrigir problemas de postura: a RPG.
Segundo a fisioterapeuta Ana Gil, o método, cuja sigla significa Reeducação Postural Global, consiste em ajustamentos na musculatura postural. “A RPG reorganiza, reequilibra e alonga os músculos responsáveis pela alteração na postura. A finalidade do tratamento é de prevenir e tratar alterações posturais, através de alongamentos globais que envolvem todas as cadeias musculares e respiração ativa, amenizando diversos tipos de dores. O tratamento consiste em exercícios práticos com posições variadas que contribuem até mesmo para dar mais forma ao corpo e diminuir a tão incômoda barriguinha, por meio da correção da postura”, afirma.
De acordo com a especialista, o grande diferencial da RPG está na forma em que o tratamento é aplicado. “Diferentemente de muitos métodos disponíveis, a RPG trata o indivíduo em si e não sua doença. Visto que cada pessoa reage de maneira diferente a uma determinada patologia, o tratamento para combatê-la deve ser personalizado”. Segundo Ana Gil, a técnica é original, porém se baseia em três princípios já conhecidos e aplicados na fisioterapia. “A  individualidade, com um tratamento personalizado para cada pessoa; a casualidade, compreendendo que a verdadeira origem do problema pode estar distante do local onde a dor é sentida; e a globalidade, tratando o corpo humano como um todo, para que sejam verificadas quais tensões se relacionam”.
Ana Gil explica ainda que “a RPG é recomendada para pessoas de todas as idade, de crianças à idosos e até mesmo para mulheres grávidas. A técnica serve tanto para prevenir quanto para tratar problemas ocasionados pela má postura”. Segundo ela, a RPG é também recomendada para tratar as mais diversas patologias. “A Reeducação Postural Global trata problemas como: dores lombares, dorsais e cervicais, lesões por esforço repetitivo, desvio de coluna, dores nas mãos e nos pés, hérnias de disco e torcicolos. Além disso, é indicada para tratar de doenças respiratórias, reumatológicas, oculares e até mesmo, problemas de períneo (como a incontinência urinária)”, diz.
Por fim, a especialista alerta para a importância do acompanhamento de um profissional. “A RPG é uma técnica complexa que deve ser realizada por um fisioterapeuta com formação específica nesta área. Caso contrário, além de não se beneficiar com o tratamento da patologia, o cliente corre o risco de piorar o seu quadro de dor e ainda acarretar no surgimento de outros problemas”, conclui.
Ana Gil
  • Graduada em Fisioterapia (IBMR)
  • Pós-graduada em Anatomia Humana e Biomecânica (UCB)
  • Especialista em RPG (Instituto Philipe Souchard)
  • Mestre em Educação Física (EEFD/UFRJ)
  • Autora do livro Core & Training: Pilates, Plataforma Vibratória e Treinamento Funcional (Editora Ícone)
  • Proprietária do Espaço Ana Gil: clínica de fisioterapia, estética e Pilates na Barra da Tijuca
  • Docente de cursos de pós-graduação Lato sensu da UFRJ, UCB e Unifoa
  • Professora de cursos de capacitação e palestras de grandes eventos e instituições em todo o Brasil.
  • E-mail: ana@espacoanagil.com.br
  • Fanpage: facebook.com/espacoanagil

15/02/2017

• Aprenda a ser o líder de sua própria vida


A importância da liderança pessoal e interpessoal na vida pessoal e profissional 


É cada vez mais comum no atual cenário social o estímulo pela liderança, principalmente em meios como o ambiente de trabalho ou familiar. Pouco tem sido falado, porém, sobre a importância da liderança pessoal para a conquista do sucesso em qualquer objetivo ao qual a pessoa se proponha. Para que o indivíduo seja capaz de liderar outras pessoas é necessário, primeiramente, que o mesmo desenvolva a habilidade de liderar a si mesmo, como explica a psicanalista e coach de desenvolvimento humano, Andreia Rego.
Segundo a especialista, ser líder de si mesmo é um dos princípios da excelência pessoal. “Apenas o indivíduo que se conhece verdadeiramente e tem plena liderança de si mesmo, apresenta capacidade de dar o seu melhor em qualquer situação, caminhando com integridade e determinação rumo aos seus objetivos”, diz.
De acordo com a psicanalista, a pessoa que não desenvolveu a liderança pessoal passa a ter sua vida guiada pelos outros. “Sua vida e sua visão de si próprio passa a ser de acordo com o que os outros definem. Além disso, o indivíduo sente-se inapto a decidir ou analisar coisas sem consultar a opinião de outras pessoas, pois o mesmo é incapaz de tomar as rédeas da própria vida. Algumas pessoas têm o hábito de considerar o ponto de vista de pessoas com quem se importa. Entretanto, isso passa a ser um problema a partir do momento em que o indivíduo passa a depender delas, sentindo-se incapaz de opinar em discussões grupais ou até mesmo em tomar decisões que dizem respeito à sua próprio curso de vida”, afirma.
Andreia Rego explica que a falta de liderança própria afeta diretamente no desempenho do indivíduo em qualquer atividade a que o mesmo se proponha. “A indecisão e o receio que a pessoa insegura tem enfraquecem qualquer esforço que a mesma faça em direção à excelência. O desempenho excelente depende da autoconfiança e da segurança de que a pessoa está fazendo o seu melhor naquele momento. Por outro lado, a pessoa insegura não tem essa confiança e precisa constantemente da aprovação e direcionamento dos outros para que se sinta capaz de fazer qualquer coisa”, ressalta.
De acordo com a especialista, é impossível que um indivíduo seja um bom líder em seu ambiente de trabalho se o mesmo não for um bom líder de si mesmo. “É da liderança pessoal que surge a liderança interpessoal. Muitas pessoas que estão em posições de autoridade em seus empregos são apenas chefes, não líderes. São pessoas inseguras, que não têm a liderança de si mesmas, e acabam intimidando seus subordinados, com autoritarismo e prepotência. O verdadeiro líder não precisa agir assim, pois é respeitado naturalmente por sua postura e seu comprometimento. As pessoas que possuem liderança pessoal e interpessoal, quando colocadas em posição de liderança, procuram extrair o melhor dos membros de sua equipe, assim como fazem consigo mesmas”, conclui.
Serviço: Andreia Rego
Psicanalista e Coach de Desenvolvimento Humano
21 99941.9950
Instagram: Andreia Rego

13/02/2017

• Autoconfiança é a chave do processo de emagrecimento

Coach especializada em inteligência feminina dá dicas sobre como programar a mente para focar nos aspectos positivos de cada mulher 

Os primeiros meses do ano costumam ser a época universal das promessas. No entanto, diferente da cultura de muitas pessoas, fazer mudanças e querer evoluir, nem sempre significa que onde a pessoa esteja, está ruim. Segundo a administradora e coach de mulheres, Eloiá Hosana, a maioria das mulheres querem mudar pelas razões erradas.
A especialista, idealizadora do projeto “Mulher Poderosa”, continua: “Nunca podemos estabelecer um objetivo e metas que sejam negativos. Você não pode querer emagrecer, porque não quer mais ser gorda. Você tem que querer emagrecer, porque você quer se sentir mais bonita do que você já é e mais saudável também. Se você foca no negativo, isso não te motiva o suficiente para mudar. Você possui qualidades e atributos bons que devem ser levados em conta e enaltecidos”, afirma a coach.
De acordo com Eloiá, ser segura e confiante não tem nada a ver com o peso e genética. “Isso tem a ver com a sua mente e como você se enxerga. Estudos dizem que pessoas com uma autoimagem ruim acham que estão com as medidas 25% maiores do que realmente estão, tamanho é o nível de distorção que tem se si mesmos”, diz.
A coach dá três dicas de como reeducar a mente para focar nos pontos positivos de si mesma. Confira:
1. Melhorar a autoestima: “Faça exercícios com regularidade, mas tente se divertir também, para se manter motivada. Se você não gosta de puxar peso, faça spinning, dance, nade, ou pratique qualquer outro esporte. Ao mesmo tempo que você libera todos os hormônios responsáveis pelo bem-estar, você fica mais atlética e isso melhora sua autoconfiança”, comenta Eloiá.
2. Observe o que você tem de bom: “Se concentre no que você tem de bonito e único! E foque nisso. O que você foca, se expande. Se você está incomodada com o peso, enxergue o sorriso lindo que você tem e capriche no batom; no cabelo que você adora e deixe ele lindo! Aprenda a absorver e acreditar nos elogios que te fazem e use-os! O que mais importa é a boa saúde física e mental”, argumenta.
3. Alimente-se bem: “Nada de fazer aquelas dietas milagrosas! Procure um profissional capacitado e monte uma dieta que você queira seguir, sem restrições extremas, para que você não pare no meio do caminho. Isso irá fazer com que você se sinta mais confiante, pois você estará cuidando do seu corpo, do seu templo. O efeito sanfona de dietas destrói confiança”, completa.
A coach conclui, dizendo que nem sempre a cintura tamanho 36 é o tamanho ideal. “Aprenda a aceitar o seu corpo como ele é. O seu peso ideal é aquele em que você se sente bem. O quanto você gosta de você mesma é o que importa!”, finaliza Eloiá.
Serviço: Eloiá Hosana
Master coach e expert em Inteligência Emocional e Autoestima para Mulheres
http://www.eloiahosana.com.br/

10/02/2017

• Saiba como diferenciar a gripe, o resfriado e a dengue


Conhecer os sintomas permite a exclusão de uma ou outra doença

Os períodos mais quentes do ano criam um clima ideal para a propagação da dengue, que muitas vezes é confundida com gripes e resfriados. Em 2015, mais de 700 mil pessoas no Brasil foram diagnosticadas com dengue, segundo o Ministério da Saúde. Em 2016, foram 802 mil casos registrados.

Por isso, é importante saber distinguir as doenças. Gripes e resfriados podem ser diferenciadas pela intensidade dos sintomas, apesar da semelhança entre elas. A gripe é de surgimento abrupto e é causada pelo vírus Influenza. Nela é possível identificar coriza, tosse, febre alta, dores musculares e de garganta, além da impossibilidade de realização das atividades diárias. O resfriado é causado pelo rinovírus e pode vir acompanhado de febre baixa, tosse e coriza, acometendo principalmente as vias aéreas superiores. Além de um mal-estar leve.

Segundo a diretora médica do Laboratório Frischmann Aisengart, Myrna Campagnoli, os sintomas da gripe e dengue podem ser confundidos pois ambas são viroses com sintomas iniciais semelhantes. “Os sintomas iniciais das duas doenças são bastante parecidos, como febre, calafrios, dor de cabeça e mal-estar”, menciona.

Mas Myrna explica que entre as principais diferenças estão o fato da dengue não apresentar tosse, dor de garganta e espirros. “A maior parte dos pacientes confunde os primeiros sintomas com uma gripe e começa a se automedicar. Essa atitude é muito perigosa. Isso porque remédios que contêm ácido acetilsalicílico e anti-inflamatório (comuns no tratamento da gripe) aumentam o risco de hemorragia, pois influenciam nas plaquetas - que já se encontram reduzidas na dengue – possibilitando a evolução para a forma hemorrágica da doença”, menciona.

Outros sintomas que podem ajudar no diagnóstico são a presença de dores no fundo dos olhos e vermelhidão pelo corpo, sintomas comuns nos casos das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

08/02/2017

• Vigorexia: A obsessão pelo corpo perfeito

Entenda como um psicólogo pode ajudar você a ter um belo corpo e uma alma contente

O verão chegou e trouxe consigo praias e clubes de piscinas lotados. A estação mais quente do ano é também marcada pela maior procura nas academias por pessoas em busca do corpo perfeito. Mas, ao contrário do que muitos pensam, a prática de exercícios deve ser feita com cautela, sem dispensar o acompanhamento profissional. Muitos que decidem praticar exercícios físicos por conta própria podem comprometer seriamente sua saúde. O que muitas pessoas desconhecem é que o acompanhamento de um psicólogo pode ajudar muito a essas pessoas, porque aqueles que buscam incessantemente pelo corpo perfeito podem recorrer a exageros que comprometem seriamente seu corpo e sua mente.

A psicóloga Carla Ribeiro explica que Vigorexia, mais conhecida como Transtorno Dismórfico Muscular ou Síndrome de Adonis, é o nome dado ao excesso no culto ao corpo, que pode causar muitos danos ao indivíduo psicologicamente. “Esse transtorno é caracterizado pelo indivíduo que pratica exercícios físicos exageradamente e apresenta uma obsessão por sua aparência física. O paciente que apresenta Vigorexia não percebe os avanços do seu corpo e nunca está satisfeito com sua aparência. Para essas pessoas, o resultado da malhação nunca está bom o suficiente”, afirma.
De acordo com a especialista, o Vigoréxico desenvolve sintomas obsessivos compulsivos. “O paciente se exercita excessivamente e passa a adotar uma dieta muito restritiva, em uma busca eterna pela aparência perfeita. Quanto mais o paciente se exercita, mais ele fica insatisfeito. A imagem de si mesma quase nunca condiz com a realidade. Os principais sintomas da Vigorexia são dores musculares, excesso de cansaço, fome, irritabilidade excessiva e principalmente, a ansiedade”, diz.

Carla explica ainda, que a pessoa que possui esse transtorno pode sentir grandes efeitos nocivos com o passar do tempo. “A longo prazo o Vigoréxico pode sentir sérios danos à sua saúde, como insuficiência renal ou hepática, problemas de circulação sanguínea e até mesmo, depressão. Além disso, grande parte das pessoas que apresentam esse Transtorno, recorrem ao uso de esteroides e anabolizantes, que podem ocasionar problemas ainda mais graves, como câncer de próstata e doenças cardiovasculares”, esclarece.
Segundo a psicóloga, é muito raro pessoas que apresentem Vigorexia buscarem ajuda, pois em um primeiro momento, elas não têm consciência da própria compulsão. “Através do tratamento psicológico, o indivíduo desenvolve a auto aceitação e passa a conhecer mais sobre si mesmo, desenvolvendo um maior controle dos pensamentos obsessivos pela mudança corporal. Além disso, é fundamental que o uso de esteroides e anabolizantes seja imediatamente cessado, para que a saúde não seja ainda mais prejudicada”, finaliza.
Serviço:
Carla Ribeiro
Psicóloga Clínica e Hospitalar voltada para Saúde do Homem
caribeiro.psi@gmail.com
www.facebook.com/psicologacarlaribeiroRJ
(21) 9.9908-1834

06/02/2017

• 3 dicas e consequências para não desidratar na estação mais quente do ano


Esteja preparado para o Verão! Entenda a importância de hidratar-se corretamente


Praias e rios lotados, piscinas cheias de gente disputando espaço e, na rua, um solzão de 40 graus castigando a todos. É evidente: o verão chegou, trazendo consigo esse calorão tão característico.
Agradando a uns e desagradando a outros, essa estação traz consigo algumas grandes preocupações, como a desidratação, que pode ser um grande problema para todos, principalmente para os praticantes de exercícios físicos.
A nutricionista desportiva Thatiana Ferreira explica que os cuidados com a hidratação devem ser tomados todos os dias, independente do clima, porém nos períodos de muito calor, a atenção deve ser dobrada. “Todos nós desidratamos muito com a prática de exercícios físicos. Isso porque durante a atividade, nosso organismo aumenta muito sua temperatura e com o intuito de equilibrá-la, o corpo reage com a transpiração, que nada mais é do que a perda de líquidos. Nos dias de calor muito intenso, porém, essa perda pode ser ainda maior, demandando muito mais cuidado”, diz.
A especialista afirma que diferentemente do que muitos pensavam, quando desidratamos muito, não perdemos apenas água. “Para quem pratica exercícios físicos mais intensos, ingerir somente água mineral não é suficiente. Isso porque o organismo dessas pessoas perde não somente água, mas também outros nutrientes, como sódio e sair minerais. Por isso, nessas circunstâncias, faz-se necessário ingerir água com eletrólitos, pois somente eles permitem a reposição desses nutrientes perdidos”, afirma.
Thatiana alerta para os problemas que podem surgir ao indivíduo que não se hidrata corretamente. “Quando uma pessoa pratica uma atividade física mais intensa e não repõe os líquidos e nutrientes perdidos, principalmente em temperaturas tão altas como a que temos enfrentado nos últimos dias, os reflexos no seu corpo podem ser nada bons. Sintomas como cãibras, tonturas e queda de pressão arterial são comuns em pessoas desidratadas, podendo levar até mesmo a consequências mais sérias como parada cardíaca”, alerta.
A especialista explica a importância do acompanhamento de um nutricionista para a realização de um cronograma de hidratação. “O cronograma de hidratação aos praticantes de atividades físicas é fundamental para que haja a correta reposição de líquidos e nutrientes perdidos. Durante o cronograma é feito o acompanhamento da perda de líquidos e determinada a quantidade que deve ser reposta após a atividade. Sempre calculamos meio litro a mais do que foi perdido”, afirma.
Confira abaixo algumas dicas da nutricionista para não desidratar na estação mais quente do ano:
1 . Hidrate-se no Mínimo a cada 20 minutos
“O que pouca gente sabe é que quando começamos a sentir sede já é sinal de que o corpo está se desidratando. Por isso, o mais saudável é que a pessoa de hidrate antes mesmo de começar a sentir sede, com uma frequência mínima de 20 minutos durante todo o dia”, diz.
2. Evite cafeína e bebida alcoólica
A especialista alerta para os malefícios da cafeína e de bebidas alcoólicas para a desidratação. “A cafeína, assim como as bebidas alcoólicas, promovem uma grande aceleração no processo de desidratação do organismo. Por isso, evite bebidas como álcool, refrigerantes e alguns tipos de chás, principalmente em períodos próximos à prática de atividade física ou à exposição ao sol e calor”, alerta.
3. Melhores líquidos
Thatiana explica que “as melhores formas de hidratar-se e repor nutrientes perdidos são, sem dúvida, com a ingestão de água, água de coco e sucos de frutas naturais”, conclui.
Serviço: Tathiana Ferreira
Nutricionista
21 99477-3627

03/02/2017

• Nova substância elimina queixo duplo

Nova substância elimina queixo duplo
Técnica pouco invasiva atua na degradação da gordura local, eliminando uma das principais vilãs da aparência facial: a papada

Por anos a lipoaspiração reinou absoluta entre os procedimentos que objetivam eliminar o chamado queixo duplo. Com os avanços da estética facial, uma nova alternativa, menos invasiva, está ganhando a preferência de homens e mulheres que desejam dar “tchau” para a papada. É a aplicação de ácido deoxicólico, substância que atua sobre a gordura submentoniana, eliminando-a por meio da corrente sanguínea.

O resultado é surpreendente. “A substância é aplicada em adultos com papada considerada leve a moderada. Com a emulsificação da gordura no organismo, o resultado é gradativo, perceptível logo na primeira sessão”, explica Denize Luzetti Latrônico, da clínica Latrônico Odontologia, especialista em Harmonização da Face. O procedimento dura em torno de 30 minutos, não demanda um longo período de recuperação e tem como efeitos colaterais mais comuns vermelhidão e inchaço, que desaparecem em questão de poucos dias. Caso seja a necessária a realização de uma nova sessão, a mesma deve respeitar um intervalo de 21 dias após a aplicação anterior.

Rogério Latrônico e Denize Luzetti Latrônico
Crédito - Divulgação
Sobre a Latrônico Odontologia - A clínica Latrônico Odontologia é especializada em harmonização facial, oferecendo atendimento em próteses, implantes, aplicação de toxina botulínica e ácido hialurônico, além de tratamento otimizado nas áreas de implantodontia, ortodontia e estética. Para mais informações e agendamento de consultas, entre em contato pelos telefones (48) 3259-0881 ou (48) 9 8415-2791.

01/02/2017

• Os mitos na fase final da vida

Cicero Urban*
Cicero Urban, coordenador de Medicina da Universidade Positivo 
Crédito: Divulgação 
A morte há muito tempo deixou de ser um fenômeno predominantemente biológico e passou a ser um fenômeno predominantemente moral. Discute-se muito mais hoje sobre quais seriam os direitos do paciente terminal, sobre o que seria uma boa morte, sobre a interrupção de tratamentos inúteis, ou mesmo sobre ortotanásia, distanásia e eutanásia do que sobre o fenômeno morte e suas consequências biológicas.
Esse interesse mudou exatamente porque ela passou a acontecer com mais frequência dentro dos hospitais, longe do ambiente familiar e com uma instrumentalização muito maior que a que estava presente no início do século passado. Se naquele tempo o temor era de uma morte precoce, por doenças infecciosas, hoje o que preocupa é ter de passar por um período prolongado de sofrimento até o desfecho final.
O professor Umberto Veronesi afirma, em sua obra sobre o direito de morrer, que “o sofrimento sempre foi considerado por muitos séculos como uma força purificadora, mas o mal induz o doente a se esquecer da necessidade da busca da divindade. E a dor o afasta de Deus”. A dor e o sofrimento não são, portanto, um caminho de salvação, mas sim de superação e crescimento humanos.
Contudo, diversos fatores afetam o relacionamento médico-paciente na fase final da vida. Infelizmente alguns mitos podem tornar a morte ainda mais difícil e nem sempre passível de superação. Não é raro, por exemplo, que se diga que as pessoas não querem falar sobre a morte ou sobre o tempo que elas têm de vida. Na realidade é justamente o contrário. A maioria delas quer, sim, e esta “conspiração do silêncio” tira do paciente terminal a oportunidade de resolver muitos dos seus problemas ainda em vida. Isso gera ainda mais angústia. Assim, é preciso perguntar aos pacientes o que eles realmente desejam saber sobre sua doença.
Outro mito é de que, se os pacientes souberem da doença, podem ficar deprimidos. Contudo, a depressão é duas a três vezes mais frequente em quem não consegue discutir seus problemas com seus familiares e, dessa forma, também não consegue planejar seu futuro. Claro que é necessário individualizar caso a caso, pois existem pacientes que já têm depressão antes do diagnóstico e precisam de atenção especial.
Duas outras situações também são frequentes. Uma delas é achar que, se o paciente vai para os cuidados paliativos, ele vai morrer mais cedo. É justamente o contrário – os pacientes sob cuidados paliativos vivem mais e melhor. O outro mito é de que nós, médicos, realmente não conseguimos fazer previsões realísticas sobre o prognóstico. Pode-se, sim, prever a gravidade de uma doença, ou mesmo saber se o paciente está em fase terminal com razoável precisão. Por outro lado, quando os médicos superestimam o prognóstico do paciente, é mais frequente que eles acabem fazendo quimioterapia ou sigam para unidades de terapia intensiva nas últimas semanas de vida. Ambos são inadequados. Na fase final, o foco do tratamento deixa de ser a cura da doença e passa a ser a qualidade da vida no tempo que resta ao paciente.
Todas essas mudanças culturais não são fáceis de implementar. Elas requerem um amadurecimento e um preparo maior dos médicos e da sociedade como um todo em aceitar os limites da medicina. E mais ainda: aceitar que a morte nem sempre significa uma derrota.
*Cicero Urban, médico oncologista e mastologista e vice-presidente do Instituto Ciência e Fé, em Curitiba, é coordenador de Medicina na Universidade Positivo.

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