Construir a carreira é construir a própria vida!

Saiba quais são os principais passos para atingir o sucesso e a satisfação profissional 

A insatisfação com a carreira e a vida profissional é mais comum do que se imagina. Pesquisas indicam que mais de 70% das pessoas se encontram infelizes com seus empregos. Na maioria das vezes, porém, apesar de insatisfeito, o indivíduo simplesmente não faz nada para mudar sua situação. Alguns declaram que se sentem incapacitados para modificar sua carreira ou alegam que estão em uma idade avançada demais para mudanças. São muitas desculpas que as pessoas dão aos outros e a si mesmas para justificar sua decisão de permanecerem constantemente na zona de conforto.
A coach de carreira, Cecília Lara Yamashita, explica que o segredo para a satisfação profissional é simples, porém não é fácil. “O indivíduo precisa primeiramente identificar seu mundo interno, reconhecendo profundamente a si mesmo, suas habilidades, vocações e interesses pessoais. Somente assim é possível identificar sua verdadeira área de interesse e qual atividade a pessoa se sentirá realizada profissionalmente por exercer”, diz.
Segundo Cecília, um dos maiores problemas da sociedade atual está na ignorância do próprio “eu”, que faz com que as pessoas se tornem constantemente dependente de fatores externos. “Quando o indivíduo desconhece seu mundo interno, ele passa a viver em função de estímulos das outras pessoas e dos ambientes nos quais se encontra. Isso faz com que o mesmo se torne uma pessoa infeliz, sofrendo de pressão psicológica, angústia e sofrimentos psíquicos”, explica.
A especialista esclarece, por fim, que a plena satisfação e o sucesso na carreira, são alcançados quando o indivíduo encontra a atividade que o satisfaz de tal forma que o mesmo nem percebe a hora passar. “Aquele que realiza suas atividades profissionais com prazer, buscando constantemente o aperfeiçoamento e aprofundamento de seu conhecimento na área, satisfaz não apenas a si mesmo, mas também ao mercado, passando então a ser um profissional mais reconhecido e solicitado”, conclui.
Construir a carreira é construir a própria vida!
Serviço: Cecília de Lara
Coach Vocacional e de Transição de Carreiras
67 8413-4878

Ar condicionado: um aliado ou vilão?


Doenças provocadas pelo uso do ar condicionado são comuns. Saiba como prevenir e diminuir riscos


Não importa a estação do ano, no calor ou no frio o ar condicionado torna-se o maior aliado dos brasileiros. Nos carros, restaurantes, shoppings e até mesmo em casa, o ar refrescante do aparelho é um alívio para os dias quentes e o conforto para os dias frios e chuvosos. Mas é preciso alguns cuidados, pois o choque térmico causado ao entrar e sair de locais climatizados, a falta de ventilação do ambiente e a baixa umidade do ar tendem a provocar problemas de saúde.

A diretora médica do Laboratório Frischmann Aisengart, Myrna Campagnoli, comenta que o uso excessivo de ar condicionado pode causar infecções, principalmente, quando não é feita a limpeza e a manutenção adequada nos aparelhos, pois os filtros acabam acumulando partículas poluentes e fungos.

De acordo com um diagnóstico realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP - Universidade de São Paulo, um terço das pessoas que participaram de um estudo apresentaram queixas relacionadas ao ar-condicionado. A sujeira acumulada em aparelhos atinge ainda mais as pessoas alérgicas. Para os especialistas, a causa mais comum é a contaminação dos dutos de ventilação por ácaros e fungos (mofos), seus esporos são carregados pelo ar e tendem provocar irritações nos olhos e no trato respiratório. O estudo também foi apoiado pelo Departamento de Microbiologia da universidade, que há mais de 10 anos realiza avaliações em diversos escritórios de São Paulo para verificar a qualidade da ventilação do ar condicionado.

Segundo a médica Myrna Campagnoli, na maioria das vezes, em um ambiente climatizado todas as janelas são fechadas para que o funcionamento seja efetivo. “Isso faz com que bactérias e vírus sejam transmitidos com maior facilidade, em um local em que o ar não circula. O ambiente com ar condicionado precisa estar bem arejado, então, procure abrir uma janela para que o ar seja renovado de tempos em tempos”, orienta.

Outro cuidado importante é estar sempre bem hidratado, consumindo líquidos periodicamente. “O sistema do ar condicionado retira a sua umidade do ar, sendo comum a sensação de olhos, garganta e nariz ressecados”, explica. A falta de umidade resseca as mucosas e, em um longo período de exposição, pode provocar alergias e irritações, até mesmo pneumonias e infecções de garganta. “Ter um copo de água sempre ao lado e umedecer o nariz com soro fisiológico pode ajudar a amenizar os sintomas”, avalia a médica. O ideal é que o ar esteja sempre com 50 a 60% de umidade.

Para ajudar na prevenção a pneumonia, principalmente, para pessoas com mais de 50 anos e crianças, é possível tomar a vacina pneumocócica, que previne cerca de 70% das doenças graves, como pneumonia, meningite e até otite, além de auxiliar na prevenção da agudização de rinite e sinusite.

Por fim, deve-se cuidar com o choque térmico provocado pela entrada e saída de ambientes climatizados. A troca de temperatura brusca provoca diversas reações do organismo, desencadeando gripes, crises de rinites, asma, bronquites e sinusites, além de dores musculares e na cabeça. “Prefira fazer uma transição lenta na mudança de temperatura, ajustando o ar condicionado para uma temperatura mais próxima da externa ou, ainda, colocando agasalhos para aumentar a temperatura do corpo”, diz a médica.


Sobre o Laboratório Frischmann Aisengart:

O Laboratório Frischmann Aisengart tem uma história de mais de 70 anos como referência na medicina diagnóstica, contando com mais de 600 colaboradores, 40 unidades de atendimento no estado, realizando em torno de três mil tipos de exames de análises clínicas. Além disso, oferece soluções diferenciadas e alto padrão de atendimento, contando também com o serviço de vacinas. Confira mais informações sobre a empresa no site www.labfa.com.br

A forma como você pensa ou age tem origem 95% em seu inconsciente e apenas 5% no seu consciente


Especialista explica como a hipnose é um sistema de cura e sem dor para quase todos os problemas físicos ou psicológicos 

Quando falamos em hipnose, infelizmente é muito comum que se remeta à ideia de espetáculos e shows de exibicionismo, onde a dignidade muitas vezes passa longe. Muitas pessoas ainda desconhecem a verdadeira importância da hipnose no tratamento de questões psíquicas e emocionais do indivíduo.
 A especialista em Hipnose Condicionativa, Leides Maria, explica que o objetivo dessa técnica é resolver as principais questões psíquicas do indivíduo de forma mais imediata e sem sofrimentos. “Trata-se de um uma técnica rápida e eficiente, capaz de solucionar os principais problemas psicológicos de uma pessoa, trabalhando suas emoções de forma mais tranquila e relaxante, sem precisar relembrar o sofrimento já vivido, porque isso serviria somente para aumentar e reviver o trauma, causando cada vez mais angústia ao paciente”, diz.
 De acordo com a especialista, a hipnose pode ser indicada para praticamente todos os problemas oriundos de questões psicológicas e emocionais. “Essa técnica não apresenta contra indicação e pode ser utilizada para tratar dos mais diversos problemas. A hipnose é capaz de melhorar o autodesenvolvimento e o autoconhecimento do paciente, bem como tratar de problemas de vícios e compulsões. Além disso, a maior vantagem dessa técnica em relação aos tratamentos convencionais está na solução dos problemas. Enquanto outros métodos buscam a cura através de meios exteriores, a hipnose faz com que o próprio paciente encontre a solução em si mesmo, reconhecendo a origem do problema e podendo tratá-lo de forma bem mais eficiente”, explica.
 Leides afirma ainda, que a hipnose é o método mais eficaz, visto que ela atinge o inconsciente do paciente de forma que nenhuma outra técnica é capaz. “O que poucas pessoas sabem é que de todas as nossas ações e pensamentos apenas 5% têm origem no nosso consciente, sendo 95% oriundos do inconsciente, lado que é o verdadeiro responsável pelos vícios, compulsões e outros problemas de origem psicológica e emocional. Esses 95% não apresentam a noção do que é positivo ou negativo, desejando apenas satisfazer sua compulsão ou vício. Por isso, as pessoas costumam ter recaídas, pois alguém que, por exemplo, deseja parar de fumar por conta própria, deseja apenas em seus 5% de consciência, enquanto seu vício tem origem, na verdade, nos seus 95% de inconsciência. É aí que entra a hipnose como o único método realmente eficaz para atingir o inconsciente do indivíduo de forma a influenciar e tratar seus problemas diretamente de sua origem”, alega.
 Muitas pessoas acreditam que durante a hipnose ficarão muito expostas ou vulneráveis, mas a especialista explica que essa ideia está muito distante da realidade. “A hipnose trata em outras palavras, de um sono induzido, em que o indivíduo percebe tudo o que está acontecendo o tempo todo. Essa ideia de que a pessoa hipnotizada faz tudo o que o terapeuta manda é um grande mito. O paciente tem pleno controle de todas as suas ações e é ele quem verdadeiramente está no comando durante toda a hipnose”, diz.
 A especialista alerta por fim, para a importância do acompanhamento de um profissional especializado para a eficácia da hipnose. “Esse é um tratamento simples, porém muito delicado que requer bastante cuidado. Há na mídia alguns relatos de pessoas que induzem a hipnose em si mesmas, por conta própria. Esse método, porém, não é recomendado, porque uma pessoa sozinha não consegue atingir plenamente os 95% de sua inconsciência e pode trabalhar de forma errada sua psique, causando a si mesmo sérios danos psicológicos”, conclui.
Serviço: Leides Maria
Hipnóloga Condicionativa
(41) 99605-9762 / 3235-5521

Como evitar a desnutrição na terceira idade

Nutricionista destaca alimentos e hábitos para melhorar a qualidade de vida de idosos 

Uma série de mudanças fisiológicas ocorrem em nosso corpo à medida que vamos envelhecendo. A estrutura orgânica, a absorção de nutrientes, o apetite, por exemplo, passam por uma série de mudanças. É normal que suas atividades entrem em perda e o ritmo de funcionamento biológico não superem os ritmos de desnutrição. A situação nutricional da população idosa do Brasil apresenta 15,9% de baixo peso. E a principal causa dessa desnutrição está na falta de ingestão de nutrientes necessários para o desenvolvimento das funções corpóreas.
A nutricionista Tathiana Ferreira explica que, à medida que a idade vai aumentando, as necessidades energéticas diminuem. No entanto, a necessidade dos nutrientes aumentam. Por esse fato, é muito importante priorizar alimentos de alto valor nutricional. “É comum que idosos deixem de comer alimentos sólidos e passem a comer os mais pastosos. Mesmo nessa fase, é importante dentro de uma dieta balanceada, trabalhar a mastigação, aliada a alimentos saudáveis”, comenta a nutricionista.
Dentre os problemas mais comuns em idosos, relacionados a uma alimentação mal estruturada, estão: a obesidade com atrofia da massa magra, diabetes, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, insuficiência digestiva e osteoporose.
Um importante aliado contra essa desnutrição é a vitamina C. De acordo com a nutricionista, a vitamina C é indispensável na prevenção de doenças cardiovasculares na terceira idade. Segundo um estudo realizado por 12 anos com idosos de 60 a 101 anos, a mortalidade causada por doenças cardiovasculares é menor naqueles que ingerem frequentemente vitamina C, encontrada nas frutas como morango, laranja e limão.
As doenças vasculares, diabetes e distúrbios gastrointestinais estão ligados à falta de vitamina A. E ela pode ser encontrada em alimentos como peixes, vegetais, frutas, fígado, leite integral.”, esclarece Tathiana, que acrescenta:“A vitamina E também é fundamental contra a aterosclerose. Essa vitamina está presente em cereais, verduras e legumes verdes, frutas secas, sementes e óleo vegetal.”, explica ela.
Um ponto importante para melhorar a nutrição e a qualidade de vida dos idosos está em estabelecer horários regulares para as refeições. "O idoso precisa de maior conforto e esse ajuste de horário ajuda a fornecer maior apetite, como também energia e nutrientes", comenta Tathiana. A nutricionista ainda ressalta que é necessário consumir bastante água para evitar a desidratação e problemas renais. “Alguns idosos, devido à incontinência urinária. não desejam beber líquidos ou não sentem sede. É fundamental que eles se hidratem constantemente”, alerta a nutricionista, que também destaca que a pratica de atividade física na terceira idade ajuda muito.
É indispensável, em todas as fases da vida, consumir alimentos de variados grupos e na consistência adequada; na terceira idade não é diferente. Com uma alimentação balanceada, a nutrição estará presente e o idoso terá uma saúde tranquila. 



Serviço: Tathiana Ferreira
Nutricionista

Fone e zap 21 99477-3627

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Cuidado com o coitadismo

Mostre sua força e supere os problemas de cabeça erguida. 

Você conhece um ‘coitadinho’? Ou pior já ouviu falar em ‘coitadismo’? Pessoas que, muitas vezes sem perceber, utilizam-se de doenças ou fraquezas para conquistar a atenção dos outros e sentimentos de pena.
João Alexandre Borba, psicólogo e coach, comenta que é relativamente comum encontrar pessoas que fazem uso desse ‘coitadismo’, mas que essa mania é extremamente incômoda para aqueles que vivem ao redor da pessoa. “Essa ‘síndrome’ faz com que a pessoa ache que aqueles que estão a seu redor ficarão comovidos com a sua situação. Ilusão pura. Ao assumir a persona de vítima, a pessoa só atrai mais vítimas, - assim como, pessoas alegres atraem pessoas alegres”, comenta o especialista, que lembra “essa ‘tática’ de tentar conquistar a atenção, a pena, e o carinho dos outros por meio do coitadismo é extremamente falha”.
Segundo o especialista, muitas pessoas utilizam do fato de terem passado por dificuldades ou de estarem enfrentando algum período difícil da sua vida para conquistarem atenção e favores dos outros, deixando de lado sua competência e contando com a comoção dos que estão próximos. “Quantas pessoas você conhece que não terminam um relacionamento porque possuem ‘pena’ do outro?” questiona Borba, que lembra que muitos ainda fazem uso dessa ‘arma’ para segurar o parceiro.
E o discurso do político que teve uma vida difícil, que os pais trabalharam muito para colocar a comida na mesa, que a família passou fome, etc. O que isso tem a ver com a capacidade de governar que uma pessoa pode ter? Então porque esse método de campanha ainda é tão utilizado no Brasil? “Simples: por causa do ‘coitadismo’. O político espera que o povo fique comovido com sua história, que se sinta mais próximo dele – e, com isso, conquiste o seu voto”, comenta Borba. E essa é só mais uma forma de como essa ‘síndrome moderna’ é utilizada para prender a atenção e tentar conquistar a simpatia das pessoas.
Porém, não há nada melhor do que ver uma pessoa que enfrentou – e continua a enfrentar – problemas de cabeça erguida, conquistando a admiração dos outros por meio de ações, - e não fazendo o papel de vítima. “As pessoas mais admiradas são aquelas que enfrentam seus problemas de frente, dispostas a arriscar e cientes de que estão lidando com problemas grandes”, comenta Borba.
Porém, passar por cima e enfrentar esses problemas nem sempre é tarefa fácil, e, por isso, o auxílio de um profissional pode ser muito interessante para manter-se com a cabeça saudável e deixar de lado o coitadismo. “Contar com o apoio de um psicólogo ou de um bom coach pode ser fundamental para a pessoa perceber que ‘se fazer de coitada’ não lhe trará nenhum benefício verdadeiro – afinal, de que adianta os outros lhe ajudarem apenas por pena?”, indaga.
O profissional pode auxiliar o paciente a encontrar dentro de si os melhores caminhos para lidar com os problemas, sempre tendo em mente de que a síndrome de coitadismo deve ser esquecida. “Lembre-se de que as ações que os outros fazem para você devem ser conquistadas por mérito próprio, e não por pena. Por isso, levante a sua cabeça e enfrente com coragem os obstáculos que surgem na sua vida, sabendo que você sempre terá escolhas a fazer – e que nem sempre elas serão fáceis, mas que são necessárias para definir quem você é”, conclui Borba.
Serviço: João Alexandre Borba
Master Coach Trainer e Psicólogo

Cinco frases que melhoram o seu poder de negociação

Coach de Inteligência Emocional fala sobre como melhorar a comunicação com clientes e colaboradores 

Ter inteligência emocional não só é uma característica muito procurada - e testada - por empresas na hora da contratação, como também é extremamente fundamental no dia-a-dia. Segundo a coach de inteligência emocional, Inessa Franco, uma pesquisa feita nos Estados Unidos, constatou que as pessoas preferem encontrar $50 na rua por dois dias seguidos, do que encontrar $100 de uma vez só e, além disso, preferem perder $100 de uma vez só do que perder $50 duas vezes seguidas. E partindo dessa premissa, a especialista diz que esse resultado pode ser aplicado às técnicas de negociação.
“Essa pesquisa fala sobre como as pessoas reagem à ganhos e perdas. Mesmo que 50+50 seja igual a 100, quando você encontra $50 duas vezes, você fica feliz duas vezes. O mesmo ocorre quando você perde, a reiteração da perda é muito ruim. Perder $100 de uma vez, pode ser apenas desatenção. Perder $50 duas vezes, é uma falha maior”, explica a coach.  
Inessa diz que as pessoas não reagem assim apenas em relação à dinheiro, mas a tudo na vida. “Em uma reunião de negócios, se você pode ceder e fazer concessões, faça aos poucos, dê as vitórias ao outro aos poucos, deixe que ele as saboreie. Se você quiser exigir mais da outra parte, vá direto ao ponto, não faça disso um conta gotas, pois angustia mais a outra parte e ela terá mais coisas negativas para se concentrar”, argumenta. 
A coach diz que a nossa linguagem e a forma como abordamos uma situação, são determinantes na nossa qualidade de vida, atitudes e forma de pensar. “Aprenda a substituir a sua linguagem reativa por uma pró-ativa, pois irá te ajudar a conseguir os seus resultados, ressalta. Confira os exemplos de linguagens reativas dados pela coach e como você pode mudá-las:
1. Não posso fazer nada em relação a isso: “Diante de uma situação que te incomode ou incomode seus funcionários e clientes, substitua essa fala por ‘Vamos procurar alternativas’, que além de abrir mais a mente e te ajudar a encontrar uma solução, é uma melhor forma de mostrar que você está empenhado em resolver, dessa forma será mais fácil encontrar uma solução”, diz.
2. Eu sou assim e pronto: “É muito comum ouvir isso de pessoas, e na verdade, ninguém é de forma alguma porque as pessoas estão em constante processo de transformação.  Não há nada em você que não possa ser mudado. Qualquer comportamento pode ser melhorado. Se mostre sempre aberto à melhorar, a crescer, à evoluir. Substitua por ‘Eu posso experimentar fazer melhor e efetivamente tomar uma atitude em relação a isso’. Talvez você possa pensar diferente e ver a situação por outro ângulo, de forma a encontrar soluções diferentes, e assim, de expandir o seu leque de possibilidades”, argumenta Inessa.
3. Eles nunca vão aceitar isso: “Nós fechamos todas as portas quando falamos isso. Essa é a diferença entre as pessoas que fazem e acontecem e as que estão no mesmo lugar: elas não aceitam e não se permitem não procurar alternativas. Por isso que as pessoas desistem, porque coloram um limite. Tenha uma postura diferente, pense ‘Eu vou buscar alternativas, eu vou pensar sobre uma forma de apresentar, convencer, persuadir, mostrar o meu ponto de vista’ Quando você diz que não tem jeito, é fim de jogo”, destaca a coach.
4. Eu tenho que fazer isso: “Ter é um peso, porque geralmente briga com o querer. Transforme o ter em ‘Eu quero fazer isso, eu quero ter esse resultado’. O querer é um desejo, uma emoção positiva, tem significado para você, diferente do ter que, que normalmente está vinculado a regras externas, vinculadas a crenças de como esperam que eu me comporte - estar se atendendo a uma convenção. Transforme a convenção em significado para você e assim, conseguirá realizar a atividade que provavelmente esteja protelando”, afirma.
5. Eu não posso: “Isso é um baita de um limite que impomos à nós mesmos.” Substitua o depreciativo “eu não posso” por vou experimentar fazer! Vou aprender o que precisa para conseguir. É diferente para a sua autoestima e sua autoimagem”, explica Inessa.
Ela afirma que essas frases reativas já estão no nosso piloto automático e nem nos damos conta do quanto é importante mudar essas ações. “Quando pensamos de uma forma, agimos dessa mesma forma e é isso que determinamos para as nossas vidas”, conclui a coach.
Inessa Franco além de coach de Inteligência Emocional e headtrainer, é autora do Treinamento Power Self, do E-book ‘Desperte Seu Poder’, do Programa em áudio ‘Direcione Seu Dia: 7 Etapas para um dia produtivo e feliz’ e do programa Master Self ON TOP - Coaching em Grupo Online, e co-autora do livro ‘O Segredo do Sucesso Pessoal’. Além disso, a profissional está presente nas mídias sociais com seu canal no Youtube e seu perfil nas redes sociais:
Serviço: Inessa Franco
Coach de Inteligência Emocional, Propósito de Vida e Resultado e Headtrainer
Telefone: (21) 2143-1218

Socorro! Eu não sei dizer "não"!

Você sabe dizer não ou costuma fazer algo que não quer por medo de não agradar? Veja dicas da Coach para mudar isso

Ninguém gosta de dizer e ouvir um não. É difícil, porém, necessário. O ato de não saber dizer não e aceitar sempre as exigências mesmo quando não as quer, é um comportamento diretamente ligado à falta de autoestima. Quando pensamos em negar algo e não o fazemos, isso reflete no medo de julgamento, da crítica, do abandono e na forte cobrança para que as pessoas gostem de nós e nos aceitem. E, ainda assim, quando negamos, muitas vezes nos sentimos egoístas e culpados. Dizer não faz parte da vida e saber dizê-lo quando se faz necessário é fundamental para adquirir respeito e confiança sobre si mesmo.
Segundo a Coach e especialista em Inteligência Emocional, Eloiá Hossana dizer apenas sim se torna um problema como uma bola de neve, que vai crescendo e crescendo. Dessa maneira, quanto mais se cultiva esse hábito mais ele se torna frequente e exagerado. Uma pessoa confiante sabe dizer não.“É necessário aprender a dizer não. Dizer somente sim remete muito a querer atender as expectativas das pessoas por medo do que podem pensar, da vontade de ser aceita, ou querida.”, explica a especialista.
Essa baixa autoestima e confiança pode formar a um círculo vicioso onde o indivíduo se torna dependente de atender as vontades e favores do outro para se sentir útil e importante minimamente. Esse comportamento frequente acarreta uma série de problemas à nossa vida, nos torna uma pessoa estressada, irritada e cansada. Todo pedido deve ser avaliado antes de ser aceito; isso faz de você alguém respeitável perante a si próprio e suas vontades. E a Coach aconselha: “Uma pessoa que te ama, que te respeita e te quer de verdade vai saber receber o seu não e não vai morrer por isso, ela simplesmente vai entender que você não pode”, diz Eloiá.
A especialista, que é desenvolvedora do projeto “Mulher Poderosa”, também chama a atenção para um comportamento bastante comum que  demonstra essa baixa autoconfiança: a justificativa do não, a culpa por dizê-lo. “Existe também a  culpa comum por dizer o não - a pessoa enumera o porquê de estar negando, justifica nervosa e insegura como se fosse um erro não atender àquele pedido.”, explica Eloia.
Conseguir dizer não é algo que dia após dia se trabalha, melhora e aprende. E para conseguir isso, segundo a Coach, é indispensável fortalecer a autoimagem, deixando de se preocupar com o que o outro vai pensar.  Afinal, jamais conseguiremos agradar a todos, por mais esforço que façamos. “A primeira coisa para você conseguir dizer não é ter uma autoimagem, é conseguir se enxergar, reconhecer seu valor”, conta Eloia. “Você não precisa mudar o tom de voz ao dizer não, mantenha-se calma. Não peça desculpas por não poder ou não querer fazer, não pegue essa culpa. É válido explicar o motivo sincero do não, sem desculpas, porque muitas vezes isso ajuda a se sentir melhor. Também podemos dar alternativas a essa pessoa, caso as tenha, demonstrando que, mesmo sem poder atender ao pedido, você se importa, se preocupa.”, aconselha Eloiá.
A especialista ainda esclarece que muitas vezes dizer não ao outro pode ser um grande favor a ele, algo benéfico. “Você pode estar ajudando alguém a crescer dizendo não. Uma pessoa que sempre te grita ao precisar de algo, te usa como muleta para tudo, ao receber um não vai ter que resolver a questão sozinha, vai precisar aprender a fazer, administrar seu tempo e se virar. Isso é um enorme passo de crescimento para ela.”, conclui Eloiá.
Antes de tudo é importante que as pessoas entendam a importância do não e que, com a ausência dele, pouco a pouco se perde o controle de nossas próprias vidas. Cresce dentro de nós a raiva por fazer algo que não queremos. Dizer “não” não é uma maldade, nem soa desagradável. É fundamental para estabelecer limites e priorizar o seu eu e suas vontades. Assim como destaca a Coach “dizer não ao outro muitas vezes é dizer sim a si próprio”. É essa atitude assertiva que deve ser priorizada. 
Serviço: Eloiá Hosana
Master coach e expert em Inteligência Emocional e Autoestima para Mulheres

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