Aproveite as festas juninas sem descuidar da saúde

De Norte a Sul do país, ninguém perde essa festa que é recheada de comidas típicas.

É tempo de entrar no ritmo do “São João e já começar a se preparar para todos os deliciosos quitutes tradicionais das festas juninas e julinas. De Norte a Sul do país, ninguém perde essa festa que é recheada de comidas típicas. Embora esses alimentos não sejam prejudiciais à saúde, é no exagero e na mistura de guloseimas que mora o perigo.

Grande parte dos alimentos consumidos nessas festas possuem uma grande quantidade de carboidratos e gorduras, dois fatores que favorecem não somente ao ganho de peso, mas que interferem, também, no controle do diabetes e colesterol e na função intestinal.

Para quem quer aproveitar esses momentos e não perder a festa, algumas dicas da endocrinologista do Laboratório Frischmann Ainsergart, Myrna Campagnoli são bastante importantes na hora de escolher os alimentos.

A batata-doce e o milho verde são boas opções desse período. Nas festas juninas a batata doce é servida assada e tem um índice glicêmico baixo, “ela ainda é rica em vitamina C e betacaroteno, antioxidantes que previnem o envelhecimento das células”, explica a médica. Já o milho verde é usado na preparação do bolo de milho, da pamonha e na versão cozida. “Ele auxilia no metabolismo, dá energia, além de ser fonte de vitamina A e C, potássio, ferro e fibras”, diz.

Outra vedete das festas é o pinhão: cozido, assado, não importa. O alimento é rico em calorias, mas também em vitaminas do complexo B, cálcio, fósforo e proteínas e também de ômega 6 e 9, que auxiliam no controle do colesterol, assim como o amendoim, que é utilizado na paçoca, na canjica e em outros quitutes.

Com moderação você não precisa fugir do doce de abóbora. Mesmo com uma grande quantidade de açúcar, ele possui um alto valor nutritivo. Na mesma linha temos o quentão, feito a partir do vinho de uva, fruta que tem entre suas substâncias o Resveratrol, uma substância que é importante no combate a infecções por fungos, além de atuar no organismo como um antioxidante.

Para melhorar ainda mais as guloseimas nesta época do ano, acrescente o gengibre e a canela. O primeiro é um estimulante da circulação e um poderoso antioxidante que combate os radicais livres e aumenta a velocidade do metabolismo. A canela auxilia no controle da glicemia em diabéticos e pessoas que tenham resistência à insulina e tem ainda ação anti-inflamatória e antioxidante.


DIETA: OS VILÕES E OS MOCINHOS DAS FESTAS JUNINAS

Fonte da imagem: /roteirobaby.com.br
Endocrinologista da Rede D’Or São Luiz dá dicas de quitutes que podem ser consumidos sem peso na consciência e alerta para os que promovem o ganho de peso

A temporada de São João em Brasília traz com ela uma avalanche de comidas típicas, deliciosas e também muito calóricas. Quitutes como pastel, cocada e cachorro-quente são alguns dos sucessos desse período e lideram a listas dos vilões dos arraiás. Mas como saber quais alimentos consumir sem sair da dieta e aproveitar ao máximo os festejos?

Segundo a endocrinologista do Hospital Santa Luzia da Rede D’Or São Luiz, Cristina Blankenburg, as comidas típicas que são eleitas como as ‘vilãs’ desse tipo de festa recebem esse título por serem alimentos muito calóricos. Algumas delas, além de ricas em gordura, também apresentam níveis altos de sódio, açúcar ou carboidrato, como salsicha e maçã do amor, ou carboidrato e açúcar, como é o caso dos deliciosos pastéis, canjicas e cachorros-quentes.

Esse tipo de alimento deve ser evitado para aqueles que seguirem uma dieta de baixa caloria, conforme indica a médica: “As pessoas que tem restrição alimentar devem consumir estes alimentos de forma reduzida. Excessos podem levar à obesidade, a alterações da glicose e hipertensão, principalmente em quem já tem pré-disposição para estas doenças”.

Para Cristina, pessoas com diagnóstico e em tratamento para doenças como diabetes, hipertensão e dislipidemia - número elevado ou anormal de lipídios (gordura) no sangue - não deveriam consumi-los. “Os efeitos negativos desse consumo no organismo são a sobrecarga de glicose, de energia e de sal. Como em qualquer outro alimento, quando isto está presente, pode desencadear resistência insulínica e alteração de pressão arterial. Além, é claro, do ganho de peso, que potencializa estas mesmas alterações, ou seja, entramos num ciclo de vícios”, alerta a doutora.

Nem tudo está perdido
O consumo de determinados alimentos é mais indicado por apresentarem pouca ou nenhuma adição de açúcar, proteína elevada ou baixo índice glicêmico. Derivados do milho, batata doce e o famoso churrasquinho - quando feito com carne magra - são ótimas opções. “Outros alimentos, se feitos com pouco açúcar, também entram no grupo dos carboidratos de baixo índice glicêmico, que exigem menos do organismo no que diz respeito à produção de insulina. Mas, mesmo assim, devem ser consumidos com moderação”, completa a endocrinologista da Rede D’Or.

O segredo para não exagerar nas festanças e ganhar alguns quilinhos indesejados é o seguinte: evite chegar com fome nos arraiás para não exagerar na quantidade; aproveite não apenas as comidas, mas curta também as atrações musicais, dançando forró, por exemplo – assim você já queima algumas calorias antes mesmo de acabar o festejo; planeje o que você realmente gosta de comer e sempre coma alguma proteína associada aos alimentos com carboidrato. Ter atenção à forma como os alimentos são preparados pode ajudar a controlar as calorias consumidas. No mais, divirta-se com o clima alegre, as brincadeiras e as famosas quadrilhas de São João. Boas festas!

Confira abaixo uma tabela dos piores e melhores alimentos nas festas de São João

•             PIORES ALIMENTOS DAS FESTAS JUNINAS

1. Quentão
Além do alto valor calórico devido ao álcool, o quentão pode prejudicar a saúde. Se consumido em excesso pode deixar uma pessoa embriagada e com problemas no fígado, como uma inflamação tóxica, também por causa do álcool.

2. Cocada
Além de rica em óleo devido aos triglicerídeos existentes no coco, a cocada leva muito açúcar e, por isso, pode gerar problemas como a de compensação da diabetes.

3. Pastel
Vilão já bem conhecido, tem excesso de gorduras saturadas e uma grande quantidade de carboidratos refinados. É uma ‘bomba calórica’ para quem deseja perder gordura corporal e uma ‘granada’ para quem tem problema com o excesso de açúcar no sangue.

4. Canjica
Se não levasse tanto açúcar, seja refinado ou mascavo, esta preparação seria ideal, pois tem grande quantidade de proteínas e exerce efeito na diminuição do apetite. Mas, como é adoçada, entra na lista dos alimentos menos recomendados.

5. Arroz doce
Como se não bastasse o refino do arroz, levando-o a ser um alimento que libera grandes quantidades de açúcar no sangue de uma só vez, este é um prato preparado com açúcar refinado. É determinantemente proibido para quem está no estado de pré-diabetes ou de diabetes.

•             MELHORES ALIMENTOS DAS FESTAS JUNINAS

1. Cuscuz
Feito de milho, esta preparação não precisa ser adoçada. É gostoso por natureza e rico em vitaminas do complexo B. Se vier com ovo, raspa de coco e leite, fica rico em proteína e melhora a velocidade com que a glicose entra no corpo.

2. Batata doce assada
Ideal para os diabéticos. Este alimento tem um baixo índice glicêmico, ou seja, uma baixa velocidade de entrada do açúcar no sangue. Gera uma saciedade prolongada e é o mocinho do dia da festa.

3. Milho Cozido
Rico em fibras. Possui efeito moderador no apetite e o carboidrato presente no grão tem vitaminas que ajudam a ativar o metabolismo. Tem valor calórico baixo se comparado com grande parte das preparações da festa junina.

4. Curau
É derivado do milho e leva leite, uma fonte de proteína. Combinação ideal para uma pequena refeição. Para quem precisa perder peso e não consegue resistir aos doces, vai bem como uma sobremesa, mas também deve ser consumido com moderação.

5. Bolo de Fubá
É uma excelente preparação. Leva ovo, leite e é rico em fibras. O carboidrato do bolo de fubá, por ser misturado a estes produtos, tem índice glicêmico melhorado. Cuidado com a adição de açúcar e com a quantidade ingerida. Coma uma ou duas fatias.

Hospital Santa Luzia

O Hospital Santa Luzia é um dos maiores centros clínicos de alta complexidade de Brasília. Com 46 anos, o HSL une o que há de melhor e mais moderno em assistência hospitalar.  Os quatros andares do complexo hospitalar contam com Centro de Diagnóstico por Imagem, Emergência, Laboratório, UTI’s, Hemoclínica, Endoscopia, Unidades de Internação na Clínica Médica, Unidades de Internação na Clínica Cirúrgica e UTI Cirúrgica, CTI (UTI Geral e UTI Neurológica) e Bloco Cirúrgico, entre outras unidades.

Rede D´Or São Luiz

A Rede D’Or São Luiz é a maior rede de hospitais privados do Brasil com presença no Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal e Pernambuco. No DF, três hospitais integram a Rede: Hospital Santa Helena, no Setor Hospitalar Norte; o Hospital Santa Luzia e o Hospital do Coração do Brasil, ambos no Setor Hospitalar Sul.

No Brasil, o grupo opera com 33 hospitais próprios, dois hospitais sob gestão e um em fase de construção. Possui 5 mil leitos, com planos de chegar a 8 mil leitos em 5 anos. São ao todo 38,6 mil funcionários e 87 mil médicos credenciados, que realizam cerca de 3,1 milhões de atendimentos de emergência, 205 mil cirurgias, 26 mil partos e 320 mil internações por ano. Além dos centros hospitalares, a Rede D’Or São Luiz também conta com participação no Grupo Oncologia D’Or, rede de clínicas especializadas em tratamento oncológico em sete estados brasileiros.

Superando a auto defraudação

Saiba como lidar quando o inimigo é você mesmo 

É comumente normal conhecer pelo menos uma pessoa pessimista e dominada pelo comodismo. O estresse, os elementos surpresas da vida, crenças limitantes, a auto sabotagem, o medo, timidez etc são os motivos principais para que um indivíduo desista da "segunda chance", desacreditando de seu propósito. É a forma de matar aos poucos a ideia de: "quem somos, para quê e por quê estamos aqui", pondo em risco a saúde emocional e até física.  

Segundo a coach de superação e palestrante, Elaine Siston, a cura interior é a cura da própria identidade e é uma das principais características do indivíduo. A mulher sendo mais frágil, acaba limitando todas as áreas da vida afetando a auto estima, família e vida profissional. As dívidas, preocupações, frustrações tiram o sono, atrapalhando a saúde e gerando impaciência, depressão, gastrite, nervosismo e em alguns casos até suicídio. Muitos casais acabam se divorciando devido às consequências das dívidas ou dificuldades financeiras, pois a estrutura familiar é abalada com as brigas e em casos frequentes, acabam levando o casamento, sonhos e amor ao fim. 

No entanto, esses sentimentos são normais e achar uma saída não é tarefa das mais fáceis. O importante é buscar formas e cuidados que podem trazer de volta a paz e sossego, bem como o crédito. Elaine ressalta que é prova viva de superação e que a autoconfiança, mudança de hábito e prática do perdão foram fundamentais para que hoje atingisse seus objetivos como coach. Seguem algumas dicas: 

1 –  Aceitar e encarar o problema
2 – Trabalhar a auto estima
3 – Mudar os hábitos
4 – Buscar o autoconhecimento
5 – Praticar o perdão 
6 -  Foco total, ignorando estresses desnecessários 

Por fim, "ajuda profissional nunca é uma despesa a mais no fim do mês, porém uma forma de reorganizar a vida, os pensamentos e amenizar os efeitos do "abalo sísmico" que o egoísmo que nos prende em nós, promove todos os dias, fazendo com que o desgosto seja maior do que a melhora", finaliza a especialista.
Serviço: Elaine Siston
Coach de Superação
coachelainesiston@gmail.com

Sem medo do medo

Saiba diferenciar quando o medo ajuda ou atrapalha sua vida 

O medo é uma sensação natural, um legado evolutivo vital que leva o organismo a evitar ameaças, tendo um valor óbvio na sobrevivência humana. Essa emoção, produzida pela percepção de um perigo presente ou iminente, é normal em situações apropriadas. O medo deve estar presente em uma intensidade ideal, nem mais, nem menos. O medo excessivo ocorre em situações em que a maior parte das pessoas não o manifestariam, tornando-se dessa forma, exagerado ou irracional. Mas, como diferenciar esses tipos de medo no seu comportamento no dia a dia? Quando é que o medo te protege e quanto ele te prejudica?
O psicólogo Eraldo Melo nos conta que o medo é uma emoção de adaptação psicológica que experimentamos desde o começo dos tempos, servindo para que o ser humano evoluísse e avançasse. O primeiro passo, para conseguir enfrentar o medo, está em identificar se é um medo racional ou irracional. “O medo racional surge quando o indivíduo está realmente em uma situação de perigo. Já o medo irracional é aquele que surge quando não há o que temer, como o medo do escuro, por exemplo,” explica o psicólogo.
Enxergar e identificar seus medos e aflições torna possível solucioná-los. “Um medo racional pode salvar o indivíduo de uma situação fatal, ou arriscada, que o prejudica de alguma maneira. O irracional pode paralisá-lo e impedir que ele conquiste algo, avance viva determinada experiência sem que exista uma causa real para senti-lo”, esclarece Eraldo.
O psicólogo aconselha a tentar se preparar para essas situações de medo, buscando enfrentá-lo. O medo racional pode ser resolvido apenas com medidas de precaução e cuidado. Enquanto o irracional requer uma análise profunda a respeito da essência do medo, podemos estar falando de uma fobia ou transtorno psicológico, tornando necessária uma consulta com o especialista. “É fundamental pensar no que está gerando o medo, pensar no passado, em ocasiões vividas, o que precisou enfrentar, qual foi o efeito disso. Identificar é primeiro passo para enfrentar a situação do medo”, conta.
Enfrentar e derrotar o medo é uma atitude que só depende de quem sofre o medo. Precisa partir do indivíduo esse impulso. Para confrontar um medo irracional, coloque-se à prova dele. Encare seu medo, pouco a pouco, alguns minutos até ir se acostumando à situação, repetindo esse teste até superá-lo por completo. Esse tipo de técnica recomenda-se que seja feito com o a supervisão de um psicólogo.
“O medo pode ser um obstáculo crucial para o nosso crescimento, para podermos seguir em frente e, por isso, é importante aprender a enfrentá-lo. Se permitirmos que o medo nos pare, paralisamos, deixando que nossos objetivos muitas vezes escapem”, ressalta o psicólogo.
Todos sentem medo. Não é possível evitá-lo, mas sim, é importante e necessário aprender a combatê-lo e usá-los a seu favor.
Serviço: Eraldo Felipe de Melo
Psicólogo e Psicanalista
CRP:09/009766
(64)-9 8122-5397| (64)-3433-1818

O PERIGO DA QUEDA DE IDOSOS: COMO AJUDAR E EVITAR?

Por Dr. Sérgio Costa, Ortopedista com Especialização em Cirurgia de Joelho, Artroscopia e Próteses pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP); Pós-Graduado pela Faculdade de Medicina da USP em Ortopedia e Traumatologia; Mestre pela USP; e Coordenador da Equipe Médica do Hospital São Luiz, unidade Itaim

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), quase 20 milhões de brasileiros são idosos, sendo que, atualmente, este número representa 11% da população no País. Ainda de acordo com o IBGE, o número de idosos pode ultrapassar 34 milhões até 2025. O aumento da população idosa é o reflexo da adoção de hábitos mais saudáveis, resultando em uma vida prolongada e de qualidade.

Ao mesmo tempo que este cenário é uma grande conquista, é também desafiador. Depois dos 30 anos, o organismo inicia um processo de perda de massa muscular. Ou seja, ainda que a pessoa tenha tido uma vida regrada, a idade avançada prejudica diversas funções que envolvem coordenação motora, força, agilidade, entre outras.

As quedas, por exemplo, são uma das maiores e mais perigosas consequências da velhice. Os idosos são mais propensos a tropeços e quedas, tendo chances de cair três vezes mais do que um adulto. Essas quedas afetam, todo ano, cerca de 30% da população idosa. Isso quer dizer que, aproximadamente, 4,47 milhões de idosos no Brasil sofrem algum tipo de acidente, sendo que 70% deles ocorrem dentro de casa. 

Portanto, fica evidente que alguns cuidados são importantes para que problemas maiores sejam evitados. Veja a seguir algumas dicas de prevenção de quedas:

    - Não andar calçando apenas meias;
    - Usar calçados com solados antiderrapantes;
    - Usar tapetes presos ao chão;
    - Não passar no chão produtos escorregadios, como ceras;
    - Evitar camas altas ou baixas demais, pois dificulta que o idoso levante de forma segura;
    - No chuveiro, use tapete de borracha antiderrapante e uma barra de apoio. Prefira também as cortinas, ao invés do box de vidro;
    - Na cozinha, coloque fita antiderrapante em frente à pia;
    - Mantenha iluminação adequada nos cômodos da casa.

Cuidados com a Saúde

Os músculos são os grandes responsáveis pelo equilíbrio, movimento e sustentação do corpo. Por isso, manter hábitos saudáveis de alimentação e atividade física constante preservam músculos fortes e ossos saudáveis.

Alguns elementos nutricionais contribuem de forma significativa para a manutenção dos músculos, especialmente as proteínas presentes em carnes magras, ovos e leites.

Para os idosos, é especialmente importante as proteínas de rápida absorção e ricas em aminoácidos essenciais, como a Leucina, que estimula a síntese muscular. Outro nutriente já conhecido por seus benefícios aos ossos e músculos é a vitamina D.

Atividade Física

Há exercícios especialmente projetados para fortalecer determinadas partes do corpo que podem ser feitos em casa, seja em pé ou sentado, dependendo da capacidade de mobilidade de cada um. São eles:

    - Esticar as pernas;
    - Flexionar as mãos contra a parede;
    - Flexionar as pernas para trás e lateralmente;
    - Agachar.

Fundamental frisar que todas estas orientações precisam ser acompanhadas por um médico especialista, já que cada caso exige tratamentos específicos.

A síndrome de Burnout, prejuízo para empresa e um trauma para os colaboradores

Psicólogo e Psicanalista explica essa Síndrome, muito comum entre trabalhadores, e dá dicas de prevenção 

Ter um empreendimento bem sucedido requer dedicação, flexibilidade e muita atenção para liderar não só em negócios, mas também a saúde e o bem estar dos colaboradores. É interessante analisar que os colaboradores estão para as organizações como a alma está para as pessoas. Sendo assim, sem colaboradores saudáveis as organizações também adoecem. É muito comum ver colaboradores realizando atividades profissionais fora do horário ou simplesmente fazendo horas extras diariamente, levando trabalho para finalizar em casa, trabalhando longas jornadas e deixando de ter um tempo investido na vida pessoal, em seu próprio lazer ou com família, hábitos fundamentais para se ter qualidade de vida.
Um indivíduo que não investe em qualidade de vida e trabalha exaustivamente pode pagar um preço muito caro tanto físico quanto emocionalmente podendo desenvolver a famosa Síndrome de Burnout, ou esgotamento profissional. Essa síndrome se trata de uma sincronia de patologias psíquico, de caráter depressivo, causado pelo cansaço mental, emocional e físico, devido ao excesso de trabalho.
Segundo o psicólogo e psicanalista Eraldo Melo, o envolvimento praticamente ininterrupto da pessoa com a área profissional afeta diretamente o seu psicológico, que através do stress pode desenvolver outras patologias mais graves. É importante analisar os presentes hábitos em sua rotina e comportamento já que Síndrome de Burnout pode se confundida como cansaço ou estresse. Algumas características podem ajudar a identifica-la, dentre elas a frequente combinação de más e boas escolhas, dificuldade em lidar com as emoções, trabalho excessivo, pouco lazer, dificuldade em falar de problemas e sofrimentos, pouca tolerância à frustração, entre outras.
O especialista diz que o indivíduo afetado por essa síndrome passa a agir de forma mais agressiva, fica mais mal-humorado e antissocial. “Nas relações de trabalho, esse profissional irá tentar impor sua superioridade até na realização das tarefas mais simples e por vezes prefere trabalhar sozinho, pois acredita que somente ele consegue fazer a atividade, isolando-se. O trabalho acaba ocupando um espaço tão grande na vida e na cabeça desse individuo que dependendo de quão intenso a síndrome esteja, o sujeito pode desenvolver uma angústia profunda ou até uma depressão crônica, o que pode gerar uma grande perda do desejo de realizar suas atividades.”, afirma ele. Outros fatores podem também aumentar o risco de desenvolver a Síndrome de Burnount como históricos de doenças mentais na família, uso de drogas ou álcool, pouco convívio social, sedentarismo, excesso de trabalho e pressão. “Essa síndrome pode levar o individua desenvolver uma compulsão ao álcool ou outras drogas como forma de refúgio”, alerta o psicanalista.
Eraldo diz que os prejuízos psicológicos e físicos causado por essa síndrome afetam diretamente o colaborador, podendo causar fortes dores de cabeça e/ou estomacais, calafrios, falta de ar, desconcentração, insônias, tonturas, ataques de ansiedade e até depressão. “Esses picos de alterações são a forma do corpo de mostrar à pessoa que ela está atingindo um limite. A síndrome em si surge aos poucos e os impactos variam de acordo com cada um, por isso, é importante parar e se atentar se esses sintomas estão se tornando constantes”, diz o psicanalista.
Nesses casos, um acompanhamento psicanalítico é uma opção de tratar e até mesmo prevenir a síndrome do esgotamento profissional. “É preciso trabalhar o autoconhecimento deste indivíduo e entender o que tem por trás de toda essa pulsão de trabalhar. Amar o que faz é definitivamente importante para o sucesso na profissão, porém se torna um problema quando a pessoa substitui frequentemente momentos de lazer e descontração para poder trabalhar mais. Isso geralmente tem relação com acontecimentos do passado, em que a psicanálise pode ajudar o sujeito a re-significar tais acontecimentos, para melhorar a qualidade de vida dessa pessoa, de uma forma geral”
“Algumas sugestões para ajudar a prevenir essa síndrome, atividade física, lazer, separar um tempo para fazer algo que o individuo goste, cuidar da sua saúde psíquica e física e sem dúvidas o acompanhamento profissional.”, conclui; Eraldo Melo.
Serviço: Eraldo Felipe de Melo
Psicólogo e Psicanalista
CRP:09/009766
(64)-9 8122-5397| (64)-3433-1818

Obesidade pode aumentar riscos de câncer de mama

A obesidade é um fator importante para o desenvolvimento de alguns tipos de cânceres, entre eles o de mama. O aumento do Índice de Massa Corpórea (IMC) pode multiplicar os riscos da doença e torna-se um fator de risco. A doença, que atinge mais de 57 mil novos casos por ano no Brasil, é o segundo tipo de câncer mais frequente entre as mulheres no mundo, conforme dados do Instituto Nacional do Câncer - INCA.

“Quanto maior o número de células de gordura no corpo, maior será o volume de estrogênio, hormônio que serve de ‘alimento’ para as células cancerígenas. No tecido adiposo existe uma enzima chamada ‘aromatase’. Resumidamente, ela faz aumentar o nível de estrogênio no corpo, o que é um fator de risco para ao câncer de mama. Quanto mais tecido adiposo, mais hormônio”, explica a médica Myrna Campagnoli, do Laboratório Frischmann Aisengart.

O grupo de risco também inclui outros fatores como histórico familiar, idade acima dos 50 anos e reposição hormonal com estrogênio e progesterona por longos períodos nas mulheres menopausadas.

“No caso de histórico da doença de 1º grau (mãe ou irmã), é importante a avaliação com um mastologista para saber quando os exames de prevenção devem ser iniciados. Existe também a opção do mapeamento genético para avaliar o risco de câncer de mama, semelhante ao realizado pela atriz Angelina Jolie. Esses exames detectam mutações genéticas em genes como o BRCA 1, BRCA 2 ou TP53. São siglas que pouca gente entende, mas as pessoas portadoras dessas mutações apresentam um risco muito elevado de desenvolver o câncer de mama. Mesmo assim, hoje em dia, existem critérios muito específicos para se fazer esse exame, que somente podem ser indicados por um especialista”, destaca.

A médica ainda destaca a necessidade de cuidar bem do seu corpo. “A prevenção começa com pequenos hábitos, como fazer atividades físicas regulares, ter uma alimentação equilibrada, passar por avaliações com um médico especialista regularmente e realizar a mamografia anualmente após os 40 anos, para garantir um diagnóstico precoce da doença”, diz.

Cuidando do bem-estar e evitando o estresse

Saiba como amenizar a pressão do cotidiano 

Atualmente tem se tornado cada vez mais comum as reclamações sobre o estresse, estresse no trabalho, no trânsito, na escola, nas relações etc. Estresse é um conceito que está em todos os lugares, onde há relações humanas há o estresse. 

Os sintomas podem ser físicos e emocionais. No físico, é comum dores nos ombros, pescoço, estômago e principalmente na cabeça. Já na érea emocional são: irritação, imediatismo, dificuldade de aceitar o não, dificuldade de se relacionar, falta de atenção, insônia etc, ou seja, tantas desvantagens numa única palavrinha. 

Segundo o psicólogo e psicanalista Eraldo Melo, “o álcool e a cafeína também podem contribuir para uma mente mais estressada. Durante o uso dessas substâncias, o metabolismo do indivíduo fica alterado expressando assim os seus desejos recalcados durante o dia a dia, podendo ocorrer uma frustração devido a limitação física e psíquica”, diz ele.

Não se deixar levar pelas emoções, desgastar-se menos com as preocupações e principalmente alinhar a vida profissional com o que gosta de fazer é uma das formas que podem amenizar o estresse e melhorar a pressão do cotidiano. Eraldo ressalta, que “a realização de atividades físicas frequentemente ajuda no relaxamento da mente e corpo. Não só pode ajudar como vai usufruir de toda a adrenalina que é produzida demasiadamente em seu corpo, trazendo uma sensação de alívio ao indivíduo. Em todos os casos é recomendado o acompanhamento psicológico, assim o indivíduo tem a oportunidade de entender melhor seu funcionamento”, conclui o especialista. 
Serviço: Eraldo Felipe de Melo
Psicólogo e Psicanalista
CRP: 09/009766
(64)-9 8122-5397| (64)-3433-1818

Pediatra tira dúvidas sobre vacinas e orienta cuidados para evitar a gripe

Pais devem estar atentos aos sinais da gripe em crianças


O bom e velho repouso, com hidratação adequada e oferta frequente de alimentos, ainda pode ser o melhor remédio para as crianças vítimas de resfriados. A proximidade do inverno faz com que os pais de crianças menores de cinco anos comecem a se preparar para as idas constantes ao médico.

Myrna Campagnoli, diretora médica do Laboratório Frischmann Aisengard e endocrinopediatra, diz que, quando surgirem os sintomas, os pais devem observar o filho em casa, deixando a criança em repouso, evitando locais com aglomerações, lavando as mãos dos pequenos com frequência e realizando hidratação e dieta conforme a aceitação das crianças. “Como estarão com menos apetite deve-se diminuir o volume de alimentos por refeição e aumentar a frequência da oferta de alimentos no dia”.

A médica explica que alguns sinais podem indicar que é hora de procurar um médico: febre que persiste por mais de 72 horas, prostração acentuada, dificuldade respiratória, dor de ouvido, secreção nasal purulenta, recusa a ingesta de líquidos e tosse por mais de dez dias. Outro ponto de atenção é com relação aos sinais e sintomas, um resfriado ou gripe podem iniciar com dor de garganta, coriza, obstrução nasal, espirros, tosse e febre de intensidade variável. “Alguns vírus podem até causar diarreia”, completa. Durante a evolução podem surgir, ainda, inquietação, choro fácil, recusa alimentar, vômitos, alterações do sono e dificuldade respiratória. Em crianças maiores, pode haver incidência de dores musculares, dor de cabeça e calafrios.

Nesse período do ano é ainda mais importante estar com a carteira de vacinação em dia. As crianças com mais de seis meses de idade devem ser vacinadas contra a gripe. A vacina protege contra quatro tipos de vírus: A/H1N1, A/H3N2, B/Brisbane e B/Phuket, os principais causadores de surtos de gripe no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde e Anvisa.

Crianças que tenham alergia ao ovo devem ter cuidados especiais, tomando a vacina apenas se indicado pelo pediatra e procurando locais de vacinação com equipe e equipamentos apropriados para tratamento de reações alérgicas.

Outro fator importante é fazer com que a criança se sinta confortável no ambiente, para isso, o Laboratório Frischmann Aisengard conta com salas dedicadas ao atendimento infantil, e ao final as crianças recebem um “Certificado de Coragem”, além de máscaras dos personagens da turma do Scooby Doo.

Cuide da sua saúde mantendo sua vacinação em dia:

A prevenção é sempre o melhor para a manutenção da saúde. Por isso, estar com a carteira de vacinação em dia é uma importante forma de evitar doenças. O Laboratório Frischmann Aisengart dispõe de diversas vacinas, entre elas, a da vacina quadrivalente contra a gripe, que já está disponível. Ela protege contra as infecções causadas pelo vírus influenza, e sua composição é definida pela Organização Mundial de Saúde. Devido à curta duração de sua proteção - aproximadamente 1 ano - e a possibilidade de mudança da composição, deve-se tomar a vacina da gripe anualmente. Mais informações: www.labfa.com.br

Reajustando o coração: saiba como salvar seu relacionamento

Ter objetivos concretos e consideração pelo outro são características indispensáveis para manter um relacionamento saudável 

Todos os relacionamentos têm problemas, isso não é novidade para ninguém. Porém, a questão passa a incomodar quando esses problemas passam a ser diários e parece não haver uma solução para resolvê-los, - a não ser botar um fim no relacionamento. Nesses casos é difícil encontrar uma saída, mas se os dois lados ainda permanecem interessados a continuarem juntos, existem algumas atitudes do cotidiano que podem ajudar a resolver esse problema.
Segundo o psicólogo e coach João Alexandre Borba, um dos maiores segredos para salvar uma relação que está afundando é colocar-se de frente para o outro e verificar quais são as expectativas de cada um para o relacionamento. “Às vezes um tem uma idéia e o outro tem uma idéia completamente diferente. É preciso esclarecer isso, alinhar as ideias e deixá-las compatíveis. É difícil manter um relacionamento saudável quando cada uma das partes deseja coisas diferentes”, comenta.
Borba lembra que o amor é diferente para cada pessoa. Para uns, o amor é quando o casal tira um tempo fora da rotina para ficar juntos, planeja uma viagem ou ocasiões especiais – enquanto, para outros, o amor é aquilo que se faz presente no dia-a-dia, a convivência. “Isso é muito importante de ser lembrado. O que é o amor para você? E para o outro? As pessoas não têm essa noção do que é o amor para o outro, apenas para si mesmas”, ressalta.
No início todo relacionamento é maravilhoso, mas, com o passar do tempo, ele pode tornar-se cruel. Isso acontece porque no começo as pessoas querem ser agradáveis, é o momento de “tatear”, descobrir quem é o outro. “No início as pessoas se esforçam para serem agradáveis e a nossa expectativa em relação a elas fica alta. Porém, com o passar do tempo isso muda – e as expectativas precisam estar alinhadas a isso. Você precisar estar crente de que não vai namorar por anos aquela pessoa do seu primeiro encontro – assim como você também não será para sempre a mesma pessoa do primeiro encontro. Os sentimentos evoluem”, explica Borba.
E a questão de estar alinhado vale também para qualquer outra relação, - como a de amizade, por exemplo. "A diferença é que, quando a amizade não está alinhada e cada um deseja fazer uma coisa, você pode convidar outra pessoa para lhe fazer companhia, ou seja, existem outros amigos que podem suprir suas expectativas. No relacionamento amoroso isso é diferente: não existe outra pessoa que possa suprir essa expectativa – e é assim que muitas traições acontecem”, ressalta o psicólogo.
Para evitar essas questões, Borba sugere que cada um do casal faça duas listas, uma pontuando as expectativas ao relacionamento e outra relatando as expectativas específicas quanto ao companheiro. Depois disso, o casal deve sentar-se junto e conversar sobre aquilo que foi escrito.
Serviço: João Alexandre Borba
Master Coach Trainer e Psicólogo

O que é a tireoide?

Dra. Hevelyn Garcia* Tireoide é uma glândula que tem a forma de borboleta e que fica localizada na região anterior do pescoço. Ela produz dois importantes hormônios que orquestram o bom funcionamento do nosso organismo: o T3 (triiodotironina) e o T4 (tiroxina), reguladores de órgãos como o coração, o cérebro, o fígado e os rins. A tireoide começa a produzir esses hormônios já durante a nossa formação, por volta da oitava semana de gestação. Eles atuarão diretamente no crescimento e desenvolvimento de crianças e adolescentes. A glândula pode apresentar problemas de funcionamento, produzindo hormônios de forma insuficiente, levando ao hipotireoidismo ou, em excesso, causando o hipertireoidismo. Essas duas situações podem levar ao aumento da tireoide, que é conhecido como bócio. A falta dos hormônios da tireoide deixa o metabolismo lento, levando à dificuldade de perder peso ou facilidade de ganhá-lo, pele seca, diminuição de memória, cansaço excessivo e sonolência, aumento da pressão arterial, do nível de colesterol e pode haver desenvolvimento de sintomas depressivos. Algumas crianças podem nascer com hipotireoidismo. A detecção desse problema é possível por meio do teste do pezinho, que deve ser feito, preferencialmente, após as primeiras 48 horas até o quinto dia de vida do bebê. Já o excesso de hormônios do hipertireoidismo geralmente leva a uma perda de peso, aumento da frequência cardíaca, arritmias, tremores de extremidades, aumento do funcionamento do intestino, insônia, agitação, mas também com um aumento do cansaço. É importante lembrar que os sintomas das disfunções tireoidianas podem variar bastante entre as pessoas e também de acordo com a idade de acometimento. Geralmente elas podem ser facilmente detectadas em exames de sangue. Pode ocorrer também o aparecimento de nódulos na tireoide. Estima-se que cerca de 60% da população brasileira tenha nódulos na glândula em algum momento da vida. Eles devem ser avaliados sempre por um endocrinologista que vai solicitar os exames necessários para descartar a presença de um câncer. Somente 5% dos nódulos da tireoide são malignos. *Dra. Hevelyn Garcia, endocrinologista do Centro VITA de Tratamento da Obesidade e Diabetes

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