Câncer de colo de útero: conheça um pouco mais sobre ele

Um inimigo silencioso que precisa ser combatido

Quando falamos em câncer em mulheres o primeiro que vem à cabeça é o de mama, constante alvo de campanhas de conscientização e prevenção por ser o que mais acomete mulheres em todo o mundo.  Mas você sabia que um dos tipos de tumores mais fatais é o de colo de útero? E o mais agravante é que a doença é bastante comum em mulheres de 45 a 50 anos.

Sorrateiro, este câncer é assintomático em sua primeira fase e pode levar anos para se desenvolver. Ao se manifestar, os sinais normalmente são: sangramento vaginal - depois de relações sexuais, no intervalo entre menstruações ou após a menopausa - e corrimento vaginal de cor escura e mau cheiro. Em estágios mais avançados podem ocorrer: obstrução de vias urinárias e intestinos, dores lombares e abdominais, perda de apetite e peso, entre outros sintomas graves.

O câncer de colo de útero ainda está entre as enfermidades que mais atingem as mulheres. Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) indicam que são 530 mil novos casos por ano, no mundo, e no Brasil, em 2016, a estimativa é de que a doença tenha atingido 16 mil mulheres, com um risco de 15,85 de novos casos a cada 100 mil mulheres.

A doença é grave, os casos são numerosos, mas as medidas para evitá-la são relativamente simples se seguidas à risca. “O principal agente causador deste tipo de doença é o HPV (Papilomavírus humano) transmitido através de relações sexuais sem proteção adequada. Outros fatores causadores, ou facilitadores, da doença são a imunidade baixa, o consumo de cigarro, a higiene precária e a má alimentação” afirma a médica Myrna Campagnoli, do Laboratório Frischmann Aisengart.

Com isso em mente, para não se expor ao risco de contrair o vírus causador de lesões desta natureza, é fundamental o uso de preservativos, cuidados básicos com a saúde e a realização periódica de exames preventivos. O mais indicado é o Papanicolau que deve ser realizado ao menos uma vez ao ano.

Segundo a médica, existem dois tipos de vacinas que evitam a contaminação por alguns subtipos do HPV. No Laboratório Frischmann Aisengart há a opção de vacina contra o HPV Quadrivalente. Esta forma de prevenção é recomendada para meninas ainda na infância, em três doses, antes do início da atividade sexual. “É preciso chamar atenção para uma informação importante: ainda não há vacina contra todos os numerosos subtipos do vírus e, portanto, mulheres que optarem por este recurso devem continuar fazendo o exame preventivo de rastreamento, periodicamente”, completa.

Então, não se esqueça: a vacinação, o uso de preservativos, um estilo de vida saudável e o acompanhamento médico adequado poderão salvar a sua vida e a de todas as mulheres importantes pra você. Alerte-as.

6 benefícios do café para o coração

Consumir a bebida moderadamente pode fazer bem para a saúde cardíaca

O cafezinho nosso de todo dia – no meio da tarde, no intervalo do expediente, pela manhã ou à noite – pode trazer benefícios para o coração. A saúde cardíaca pode ser beneficiada com o consumo moderado da bebida. A expectativa é que o café regule a pressão sanguínea e evite doenças como infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

Segundo o cardiologista Leonardo Brandão Précoma, do Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul (PR), a bebida é benéfica por ser rica em antioxidantes. “O café é rico em antioxidantes que auxiliam na prevenção de doenças cardiovasculares como o infarto e o AVC. A associação da bebida com o aumento da pressão arterial é identificada em pessoas que fumam ou já possuem o diagnóstico de hipertensão”, explica.

Apesar de benéfico, o consumo de café não está totalmente liberado. “O ideal é que o consumo seja moderado e não ultrapasse o equivalente a 500 ml por dia. Acima desta quantidade, pode aumentar a pressâo sanguinea e aumentar os batimentos cardíacos.  Pode parecer muito esta quantidade, mas há países onde o consumo médio seja de quase um litro da bebida todos os dias”, comenta o cardiologista.

Confira 6 benefícios do café para a o coração:

1.    Aliviar o estresse
Uma pesquisa publicada na US National Library of Medicine – National Institutes of Health aponta que a cafeína bloqueia os receptores que causam o estresse.
2.    Diabetes
Os ácidos clorogénicos e trigonelina alcalóide – presentes no café – ajudam na redução de glicose e insulina.
3.    Ajuda na perda de peso
A cafeína estimula a prática de exercícios físicos e aumenta o desempenho. Além de promover a queima de gordura.
4.    Imunidade
A grande quantidade de antioxidantes auxilia no fortalecimento da imunidade
5.    Humor
O café ajuda a melhorar o humor e estado de espírito. Além de combater a depressão.
6.    Faz bem ao coração
Pesquisas recentes confirmam que não há evidências de que o café faça mal para pessoas com doenças cardíacas.

Obviamente, como qualquer alimento, a cafeína pode provocar efeitos nocivos quando consumida em excesso. Por exemplo, grávidas devem evitar a bebida durante a gestação, pois ela pode atrapalhar o desenvolvimento neural do feto e colaborar com fatores de risco para outras doenças. Crianças e adolescentes devem ingerir no máximo 100mg por dia da substância.

Sobre o Hospital Angelina Caron

O Hospital Angelina Caron está localizado na cidade de Campina Grande do Sul, na Grande Curitiba (PR). De caráter eminentemente social, o local é um centro médico-hospitalar de referência no Sul do País e um dos maiores parceiros do Sistema Único de Saúde (SUS) no Paraná. Recebe, anualmente, mais de 350 mil pacientes de todo o país, dos quais 95% pertencem ao SUS. Atua em todas as vertentes da medicina e é um centro tradicional de fomento ao ensino e à pesquisa.  O setor de transplantes é um dos mais destacados, reconhecido internacionalmente, com cerca de 250 procedimentos por ano nas áreas hepática, renal, reno-pancreática, cardíaca e de tecidos corneanos.Mais informações no site http://www.hospitalangelinacaron.com.br

A diabetes e o implante dentário

Especialista esclarece dúvidas de pacientes com o problema 

Os implantes dentários são suportes ou estruturas de metal (normalmente de titânio) instalados cirurgicamente no osso maxilar ou mandibular abaixo da gengiva para substituir as raízes dentárias. Uma vez colocados, permitem ao dentista montar dentes substitutos sobre eles, por conta disso, muitos tem optado pelo procedimento que oferece uma estética perfeita ao sorriso evitando desgastes de dentes adjacentes.  Porém, ainda são geradas algumas dúvidas sobre a questão de pessoas diabéticas poderem realizar tal procedimento.

Segundo o Dr Marcelo Braga, gestor clínico da MB Odontologia Especializada, "o diabético é um paciente que precisa de cuidados especiais, pré e pós-operatório, então ele necessita de uma avaliação criteriosa do estado clínico e geral de saúde e através de exame de imagem para verificar a possibilidade da instalação do implante. Portanto, se o paciente for diabético mas tiver um nível normalizado de glicose no sangue ele é um paciente apto ao tratamento, porém se for um paciente descompensado sem controle da glicemia, o tratamento é contra indicado, pois é cientificamente provado que o auto nível de glicose no sangue dificulta a cicatrização e pode causar doenças periodontais”, explica o especialista.

No que diz respeito à implantologia (Implantes Dentários) nos pacientes diabéticos, estudos publicados muito recentemente indicam-nos que embora níveis de glicemia elevados não permitam as melhores condições para a osteointegração dos implantes dentários, a taxa de sucesso de implantes osteointegrados ronda os 97,3 %. Portanto, níveis controlados de glicemia favorecem uma normal cicatrização e osteointegração dos implantes dentários, seguindo o mesmo protocolo de um paciente não diabético.

O especialista conclui, “que apesar de a diabetes ser um fator de risco na Doença Periodontal e na Doença Perimplantar, o paciente quando acompanhado profissionalmente, reúne todas as condições necessárias para um tratamento de reabilitação oral com total segurança, eficácia”, finaliza ele.
Serviço: MB Odontologia Especializada
Dr. Marcelo Braga
Gestor Clínico
(21) 3561-7393
@mbodontologiaespecializada
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Av. Presidente Vargas 633 Grupo 1508-1509, Centro, Rio de Janeiro/RJ.
Aberto agora das 08h às 19h

Já ouviram falar em Síndrome Text Neck?

Especialista revela qual a ligação entre dores cervicais e seu smartphone 

Esse transtorno, também conhecido como “Síndrome cabeça de texto”, surgiu a partir de 2007, com a entrada dos smartphones e tablets no mercado, sendo também os notebooks colaboradores deste mau. Trata-se de dor na região cervical, podendo irradiar para ombros e todo o braço, mãos e cabeça. Todos esses sintomas, podem ser causados pelo uso excessivo e mal uso dos smartphones e demais equipamentos eletrônicos.
Os brasileiros - segundo as últimas pesquisas -, acessam as redes sociais em uma média de 3 horas e meia por dia, normalmente com a cabeça muito inclinada para frente, posição extremamente desfavorável para a saúde da nossa coluna cervical. Pois com a cabeça fletida para frente, a nossa cabeça pesa em torno de 4 e 6 kg, podendo chegar a pesar 27 kg, sustentados pela musculatura a volta do nosso pescoço. Tal posição, por longo tempo e ao longo dos dias, semanas e meses, pode causar a tal Síndrome Text Neck, com seus tão desagradáveis sintomas.
Segundo a fisioterapeuta Ana Gil, “clientes cada vez mais jovens procuram o consultório com o relado de dores na coluna e disfunções relacionados ao uso excessivo dos celulares. A orientação que costuma dar aos pacientes, é para que reduzam o tempo de utilização dos tablets e smartphones e quando forem utilizar, busquem apoiar os braços e deixem a cabeça o mais para frente possível”, diz a especialista.

A região mais flexível da coluna é a cervical que consiste de 7 vértebras, discos intervertebrais entre elas que são responsáveis por absorver o impacto, músculos e ligamentos que ajudam a manter a coluna no lugar. Ana ressalta, “é preciso estar de olho na postura ao utilizar esses equipamentos que cada vez fazem mais parte de nossas vidas. E principalmente, ficar de olho nas crianças, evitando problemas posturais futuros e mais graves”, finaliza ela.
Ana Gil
  • Colunista no jornal Folha do Rio de janeiro
  • Graduada em Fisioterapia (IBMR)
  • Pós-graduada em Anatomia Humana e Biomecânica (UCB)
  • Especialista em Reeducação Postural Global - RPG (Instituto Philipe Souchard)
  • Mestre em Educação Física (EEFD/UFRJ)
  • Autora do livro Core & Training: Pilates, Plataforma Vibratória e Treinamento Funcional (Editora Ícone)
  • Proprietária do Espaço Ana Gil: clínica de fisioterapia, estética e Pilates na Barra da Tijuca
  • Docente de cursos de pós-graduação Lato sensu da UFRJ, UCB, UCP, UNIRN
  • Professora de cursos de capacitação e palestras de grandes eventos e instituições em todo o Brasil.
  • E-mail: ana@espacoanagil.com.br
  • Fanpage e Instagran: /espacoanagil

Procrastinação: descubra se você a pratica

Especialista revela o que é essa palavra que poucos conhecem, porém sempre praticam 

A palavra difícil vem do latim procrastinare e quer dizer, literalmente "a frente de amanhã", ou seja, empurrar com a barriga, deixar para amanhã o que pode e deve ser feito logo. Esse comportamento pode ser muito prejudicial ao longo do tempo, pois gera ansiedade, frustração, uma coleção desculpas e mentiras. Geralmente ela surge inocentemente, de alguma atividade que o indivíduo tem que fazer, mas não quer, é chata ou com longo prazo para cumprir. Isso pode se instalar no indivíduo e se tornar um hábito. 
A coach de Alta Performance, Shai Porto, relata que já teve um cliente que tinha prazer em procrastinar, ao mesmo tempo que isso o incomodava e impedia de crescer profissionalmente. Ele era um advogado competente que saiu do zero e abriu seu próprio escritório no centro do Rio de Janeiro, trabalhando por conta própria e com prazos confortáveis, também terminando uma especialização na área do direito em que atuava. Quando ele iniciou o processo de coaching, buscava o motivo de não conseguir organizar sua agenda, ganhar mais clientes e entregar seu TCC. Descobriram na primeira sessão que ele tinha Procrastinação Aguda Grave (PAG) . Ele deixava todos os prazos para o último dia e ainda ficava pensando neles todos os dias, mas não sentava para produzir. Isso o impediu de entregar o TCC no prazo. Foi criado então um método anti-procrastinação especificamente para ele, pois a procrastinação se instala e para sair precisa-se de força de vontade e ajuda. Até a décima sessão o TCC estava na banca examinadora, conta Shai. 
O fato de alguém descobrir que procrastina em determinadas áreas da vida, quais são os seus pontos fracos, objetos de distrações e por onde pode começar a mudança já são grandes aliados nessa luta. Mas a especialista ressalta três super-antídotos: 
1 - Faça listas do que você tem que fazer e estabeleça prazos curtos para realizar: as listas vão dar uma limpada em sua mente, fazendo com que as tarefas não fiquem armazenadas no seu arquivo mental, impedindo a oxigenação de ideias, atenção e foco e outros afazeres e os prazos curtos vão impedir a afobação de deixar para a última hora. 
2 - Estabeleça uma mini-recompensa para cada meta alcançada sem procrastinar: Elas vão "dizer" para seu cérebro que vale a pena fazer tudo logo. 
3 - Se comprometa com amigos - Pelo simples fato de ter alguém ao seu lado, que vai te impulsionar e muitas vezes puxar a orelha com carinho, te ajudará a ligar o alerta da prontidão. 
Ainda segundo Shai, "quando se deixa levar pela procrastinação, muita angústia e estresse pode lhe tirar a paz. A dor do procrastinador não é a de ter falhado, mas a de nem ter tentado. Não é simples mudar um hábito como esse, mas é perfeitamente possível e gratificante. É como se uma bola de ferro saísse dos seus pés e você se visse livre e em paz", finaliza a especialista. 
Serviço: ShaiPorto
Coach de Alta Performance
coach@shaiporto.com

Descobrindo a ansiedade

Especialista revela como entender e tratar o problema 

A ansiedade é uma emoção normal do ser humano, comum ao se enfrentar algum problema no trabalho, antes de uma prova ou diante de decisões difíceis do dia a dia. No entanto, a ansiedade excessiva pode se tornar uma doença, ou melhor, um distúrbio de ansiedade.

Segundo o psicólogo e psicanalista Eraldo Melo, “pode-se afirmar que a ansiedade é descrita pela preocupação excessiva com o futuro. As principais sensações são: perda de peso, perda de atenção com as atividades, dores no estômago podendo até desenvolver gastrite, insônia, dificuldade sexual entre outros”, explica ele.

Preocupações derivadas da ansiedade e seus transtornos não desaparecem por conta própria, pelo contrário, elas só tendem a piorar. Por isso, tratamento e suporte médicos são imprescindíveis. A forma mais indicada para controlar a ansiedade é procurar um profissional da área de psicologia, para que o indivíduo consiga ressignificar e entender que não podemos controlar todas as coisas no futuro. Na maioria dos casos não se usa medicamentos, pois a origem da ansiedade é psíquica e só é usado medicamento quando o caso já está mais grave.

O especialista ressalta, que “dentro do consultório o problema é tratado de forma singular, entendendo e respeitando cada caso e seus desafios. O princípio básico de um tratamento psicológico é levar o paciente a entender que independente de sua ansiedade o futuro será sempre o futuro, precisando pensar e viver o presente”, diz ele.

Existem alguns “marcadores biológicos” que também podem estar ligados à ansiedade, como a dosagem de cortisol (um hormônio importante no estresse), alterações de glicemia ou dos hormônios sexuais, entre outros. Eraldo afirma ”Um dos métodos mais utilizados é a terapia cognitivo-comportamental (TCC), um tratamento normalmente feito em curto prazo e que permite você retomar aos poucos as suas atividades cotidianas que antes eram evitadas devido à ansiedade”, conclui o especialista. 

Serviço: Eraldo Felipe de Melo
Psicólogo e Psicanalista
CRP: 09/009766
(64)-9 8122-5397| (64)-3433-1818

Conhecendo a cefaleia e seus malefícios

Cefaleia tensional é um tipo de dor de cabeça que pode estar ligada a arcada dentária 

As dores de cabeça são companheiras frequentes hoje em dia, diversos tipos são descritas, por isso 01 de junho é o dia nacional de combate à cefaleia - justificada pelo ritmo de vida acelerado que gera estresse, ansiedade, depressão e tensão constantes –, que muitas vezes, culmina o incômodo que destrói o bem-estar, a qualidade de vida e o sossego de muitos.
A mais comum é, sem dúvida, a cefaleia tensional – dor parecida com a sensação de aperto, pressão na cabeça, que só ao toque já gera dor.
Ela se divide em três subtipos.
A Epsodica infrequente (12 dias) epsodica frequente( 12-180 dias) e cronica (+ de 180 dias). As mulheres são as mais acometidas e normalmente as de 30-40 anos.
Estudos epidemiológicos apontam a presença marcante da primeira, que acomete 87% da população.
A dor tende a vir e passar rápido; em alguns casos, porém, pode durar até dias, o que indica algo de errado.
Segundo o especialista em cirurgia buco-maxilo-facial pelo Hospital Federal de Bonsucesso, Bruno Chagas, uma das causas pode ser a contração da musculatura da face devido à sobrecarga emocional, apertamento ou ranger dos dentes, próteses mal - adaptadas, contatos dentários pré-maturos( dente que toca primeiro que os outros na arcada), entre outras.
Os estados de estresse emocional, ansiedade, tensão e depressão a que a pessoa é submetida provocam uma psicossomatização das questões emocionais sobre a região da boca e do rosto – e a pessoa, de forma involuntária, em vez de relaxar, descarrega a tensão sobre a região da boca apertando silenciosamente os dentes, o que pode ocorrer de dia ou à noite. Por isso, a avaliação da disfuncionalidade dento facial é um dos caminhos para a solução do problema.
Milena Rangel sofria com a cefaleia, as dores de cabeça eram constantes ao acordar e por vezes em horários aleatórios. Ela achava que a má alimentação poderia ser uma soma para as dores, até que procurou ajuda especializada.
Dentre os vários tratamentos indicados para a cefaleia – incluindo intervenções médicas, sobretudo neurológicas, por meio de remédios, como analgésicos –, Chagas conta que a normalização da região dento facial, morfológica e funcionalmente é a melhor opção. “Inibindo-se as parafuncionalidades (funções equivocadas da musculatura), as melhorias no conforto e no bem-estar do paciente são significativas”, conclui o especialista. Dentre as formas de tratamento da cefaléia tensional, o cirurgião cita uma novidade, a aplicação de (Toxina Botulinica) Botox, que promove um relaxamento da musculatura envolvida ,atenuando os espasmos musculares. Os resultados são percebidos em até 5 dias, segundo o especialista.
Crianças, adultos e adolescentes estão sujeitos ao desconforto. Conforme enaltecido, muitas vezes pode ser um problema momentâneo, mas, caso o quadro vá além do normal, é aconselhável que se procure um cirurgião dentista ou médico para melhor avaliação.
Serviço: Dr. Bruno Chagas
Cirurgião Buco Maxilo Facial
drbrunochagas@hotmail.com
https://www.facebook.com/brunochagas253
@drbrunochagas
(21) 2161-0948
Rua Augusto de Vasconcelos 544, sala 466 – Campo Grande, Rio de Janeiro

Inverno aumenta casos de dores no ouvido

Fonte da foto: escolademusicaigorcarboni.com.br
51% dos episódios de Otite Média Aguda acontecem nos períodos mais frios do ano e acometem, principalmente, as crianças

A chegada do inverno ao Distrito Federal associada a uma forte queda das temperaturas levanta um alerta para as mamães de plantão. Isso porque o número de casos de dor de ouvido entre os pequenos costuma aumentar nesse período.  De acordo com estudo realizado em Boston, 51% dos casos de Otite Média Aguda (OMA) – como também é conhecida essa dor - acontecem nessa estação

Tais infecções ou inflamações são habitualmente causadas por bactérias ou vírus que atacam, principalmente, as crianças. “Por causa da anatomia da tuba auditiva - canal que liga o nariz ao ouvido - essa doença é mais comum na infância. Essa estrutura é mais curta e larga na criança, o que facilita a entrada de vírus e bactérias do nariz para o ouvido, causando a OMA”, explica a otorrinolaringologista do Hospital Santa Luzia da Rede D’Or São Luiz, Tatiana Matos.

O principal fator de risco é a idade. Os diagnósticos de OMA’s aumentam consideravelmente entre os seis e 18 meses de vida e, à medida que as crianças crescem, essa incidência diminui, tendo um novo pico por volta dos quatro e cinco anos de idade. Conforme explica a especialista, com o aparecimento da dentição definitiva, a taxa de Otite média cai drasticamente.

Os sintomas mais comuns das otites são febre, dor de ouvido e perda auditiva temporária. Em lactantes e crianças pequenas o diagnóstico pode ser mais complicado, pois os sinais são menos típicos. “Nesses casos os indícios podem incluir irritabilidade, puxar a orelha frequentemente, apatia, falta de apetite, vômitos, diarreia ou, até, conjuntivite”, elucida a médica.

Uma das complicações mais comuns da otite é a perfuração do tímpano. Com a saída da secreção pelo ouvido, que pode ser clara, purulenta ou sanguinolenta, a pessoa sente um alívio instantâneo da dor e melhora da audição. Nesses casos a médica indica que seja feita uma proteção contra água. “Coloca-se um algodão embebido em óleo – pode ser óleo de amêndoas ou óleo mineral - na entrada do conduto auditivo. Na verdade essa drenagem não é ruim. Há melhora da dor e encurta o tempo de infecção”, explica Tatiana.

A otorrino recomenda  como prevenção retirar fatores predisponentes, além de tratar os sintomas dos resfriados, como obstrução nasal e coriza, para que esses não sejam elementos que desencadeiem a otite. “Também é recomendável que as mães protejam seus filhos dos ventos frios e de situações de exposição ao tempo, ainda mais durante o inverno”, completa a otorrinolaringologista da Rede D’Or.

Sobre o tratamento
Os procedimentos são iguais para qualquer caso. Nas primeiras 48h é feito acompanhamento com analgésico, lavagem nasal e compressa quente no ouvido para aliviar a dor. Se a melhora não for perceptível ou houver piora dos sintomas, deve-se iniciar um antibiótico para combata os germes mais frequentes nessa doença.

Algumas crianças apresentam vários episódios de otite, nesses casos, elas devem ser avaliadas de forma mais aprofundada por um otorrinolaringologista. Em alguns casos, inclusive, é feita indicação cirúrgica para diminuição da recorrência.

As OMA’s envolvem fatores de pré-disposição, são eles:

·         Sexo masculino
·         Idade entre 6 e 18 meses de vida
·         Convivência com pessoas tabagistas
·         Frequentar creches
·         Inverno
·         Uso de mamadeira na posição deitada
·         Alergias e deficiências imunológicas
·         Síndrome de down
·         Paciente com fenda palatina ou anormalidade craniofacial
·         Predisposição familiar (irmão ou pais)
·         Infecção das vias aéreas superiores (IVAS)
·         Nível socioeconômico baixo
Hospital Santa Luzia

O Hospital Santa Luzia é um dos maiores centros clínicos de alta complexidade de Brasília. Com 46 anos, o HSL une o que há de melhor e mais moderno em assistência hospitalar.  Os quatros andares do complexo hospitalar contam com Centro de Diagnóstico por Imagem, Emergência, Laboratório, UTI’s, Hemoclínica, Endoscopia, Unidades de Internação na Clínica Médica, Unidades de Internação na Clínica Cirúrgica e UTI Cirúrgica, CTI (UTI Geral e UTI Neurológica) e Bloco Cirúrgico, entre outras unidades.

Rede D´Or São Luiz

A Rede D’Or São Luiz é a maior rede de hospitais privados do Brasil com presença no Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal e Pernambuco. No DF, três hospitais integram a Rede: Hospital Santa Helena, no Setor Hospitalar Norte; o Hospital Santa Luzia e o Hospital do Coração do Brasil, ambos no Setor Hospitalar Sul.

No Brasil, o grupo opera com 33 hospitais próprios, dois hospitais sob gestão e um em fase de construção. Possui 5 mil leitos, com planos de chegar a 8 mil leitos em 5 anos. São ao todo 38,6 mil funcionários e 87 mil médicos credenciados, que realizam cerca de 3,1 milhões de atendimentos de emergência, 205 mil cirurgias, 26 mil partos e 320 mil internações por ano. Além dos centros hospitalares, a Rede D’Or São Luiz também conta com participação no Grupo Oncologia D’Or, rede de clínicas especializadas em tratamento oncológico em sete estados brasileiros.

Inverno não é desculpa para descuidar da saúde

Mesmo com as baixas temperaturas é importante não deixar as atividades físicas de lado

Praticar exercícios físicos no inverno não é nada fácil. São inúmeras as desculpas que arrumamos para deixar de exercitar o corpo nesta época do ano. Além do mais, é neste período que sentimos mais fome e mais vontade de ingerir comidas calóricas e gordurosas. E, também, temos muita vontade de estar embaixo das cobertas, assistindo a um filme, de preferência, comendo aquela comida gostosa, na maioria das vezes com baixa qualidade vitamínica e rica em calorias.

Além disso, geralmente, usamos as temperaturas mais baixas como desculpa para deixar o exercício de lado ou adiar o início das atividades físicas. “É importante continuar a rotina de praticar exercícios mesmo nessa época do ano. Com as temperaturas mais baixas precisamos de mais gordura e maior quantidade de comida para manter o corpo aquecido. Para manter a qualidade de vida, a boa alimentação e os exercícios são fundamentais e não podemos deixar a energia corporal cair e a preguiça tomar conta”, diz Myrna Campagnoli, diretora médica do Laboratório Frischmann Aisengart.

Para aqueles que estão habituados a praticar atividade física regularmente, a queda da temperatura não é motivo para parar. “O que precisamos é respeitar nosso corpo. Se você vai realizar um exercício ao ar livre e está frio, se agasalhe melhor, de acordo com o clima”, orienta a médica.

As lesões nessa época do ano acabam aumentando porque as pessoas não se preparam para o início da atividade física e acabam exigindo um esforço maior do corpo. “A musculatura precisa ser ativada antes dos exercícios e, no frio, é normal que a resposta demore um pouco mais do que no verão. O segredo está no aquecimento”, pontua. “Treinar faz bem à saúde, aumenta a imunidade, oferece mais disposição e traz mais uma série de benefícios para a saúde”, completa.

Tosse: um alerta do organismo que deve ser investigado

Legenda da foto: blog.consultadobem.com.br
Sintoma pode indicar infecção aguda das vias aéreas ou até doença crônica

Tosse seca, com catarro ou alérgica.  Não importa o tipo, ela sempre incomoda. Esse é um reflexo natural que todos temos, por exemplo, para proteger as vias aéreas contra a entrada de partículas. Mas ela também exerce funções importantes e pode representar um alerta do organismo para alguma doença simples ou mais grave. É o que acontece quando chega o inverno e, com ele, os resfriados. Então, como saber o que a sua tosse está querendo sinalizar?

 As causas podem variar de pessoa para pessoa e vão desde um processo alérgico, inflamatório, infeccioso – por bactérias, vírus ou fungos – até outros fatores como refluxo ou tumores. A presença de corpos estranhos, asma ou a irritação das vias aéreas por substancias como fumo ou tabaco, igualmente, podem provocar esse reflexo, que também é uma forma de eliminarmos as secreções produzidas pelo corpo.

 Nem todas as tosses são iguais, ela pode ser classificada, segundo a sua duração, como aguda ou crônica. A tosse aguda, comumente de curta duração e associada a sintomas de resfriado comum, pode ser tratada com medicamentos sintomáticos e medidas simples. Entretanto, os casos crônicos, de longa duração, sempre devem  ser investigados por meio de uma consulta médica.

 “A tosse seca, geralmente, indica processo irritativo, algo que causa irritação na região da laringe, enquanto a tosse com catarro, ou produtiva, é indicativa de um processo infeccioso, viral ou bacteriano, que ocorra nas vias aéreas. Porém, essas características não são determinantes no diagnóstico da causa da tosse, pois podem haver variações”, explica a otorrinolaringologista do Hospital Santa Luzia da Rede D’Or São Luiz, Luciana Watanabe.

 É importante lembrar que a tosse não é uma doença, mas um sintoma de que algo não vai bem ou de uma alteração local. Segundo Luciana, a tosse pode piorar à noite por várias razões, mas está mais relacionado à causa. “Por exemplo, a tosse causada pelo refluxo pode piorar no momento em que a pessoa se deita para dormir. Outro fator é porque geralmente à noite a temperatura do ambiente cai, piorando o quadro da tosse relacionada às irritações”, complementa a médica da Rede D’Or.

 Foi o que aconteceu com André Felix que, madrugada após madrugada, saltava da cama tossindo e passando mal sem saber o que causava aquele incomodo. Após consultar-se com um gastroenterologista e fazer uma endoscopia, ele descobriu que estava com hérnia de hiato. “Tomei algumas medicações para diminuir o refluxo, que era a causa primaria da minha tosse noturna, mas só melhorei, de fato, quando comprei o travesseiro de elevação anti refluxo”, conta o consultor Jurídico.

A prevenção da tosse está relacionada à prevenção de doenças respiratórias. Segundo a otorrinolaringologista, a pratica de exercícios físicos associada à adoção de hábitos saudáveis como uma alimentação rica em nutrientes e, no frio avassalador que tem feito no Distrito Federal, o uso de proteção como casacos, cachecóis, luvas e gorros, também podem ajudar nesse processo, além da atenção especial à hidratação – beber água várias vezes ao longo do dia, principalmente dos dias secos. E, caso os sintomas persistam, um médico deverá ser consultado.

 DIFERENÇA ENTRE AS TOSSES AGUDA E CRÔNICA

 ·         Aguda: dura até três semanas, geralmente está relacionada a algum fator infeccioso ou alérgico, como inflamação das vias aéreas e costuma, cessar conforme o processo acaba.
·         Crônicaprecisa ser melhor investigada, pois pode estar relacionada a doenças mais graves, que precisam de tratamento específico, como tuberculose ou tumores.

Hospital Santa Luzia

O Hospital Santa Luzia é um dos maiores centros clínicos de alta complexidade de Brasília. Com 46 anos, o HSL une o que há de melhor e mais moderno em assistência hospitalar.  Os quatros andares do complexo hospitalar contam com Centro de Diagnóstico por Imagem, Emergência, Laboratório, UTI’s, Hemoclínica, Endoscopia, Unidades de Internação na Clínica Médica, Unidades de Internação na Clínica Cirúrgica e UTI Cirúrgica, CTI (UTI Geral e UTI Neurológica) e Bloco Cirúrgico, entre outras unidades.

Rede D´Or São Luiz

A Rede D’Or São Luiz é a maior rede de hospitais privados do Brasil com presença no Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal e Pernambuco. No DF, três hospitais integram a Rede: Hospital Santa Helena, no Setor Hospitalar Norte; o Hospital Santa Luzia e o Hospital do Coração do Brasil, ambos no Setor Hospitalar Sul.

No Brasil, o grupo opera com 33 hospitais próprios, dois hospitais sob gestão e um em fase de construção. Possui 5 mil leitos, com planos de chegar a 8 mil leitos em 5 anos. São ao todo 38,6 mil funcionários e 87 mil médicos credenciados, que realizam cerca de 3,1 milhões de atendimentos de emergência, 205 mil cirurgias, 26 mil partos e 320 mil internações por ano. Além dos centros hospitalares, a Rede D’Or São Luiz também conta com participação no Grupo Oncologia D’Or, rede de clínicas especializadas em tratamento oncológico em sete estados brasileiros.

O inverno chegou com tudo, como se proteger de gripes e resfriados?

Fonte da imagem: dicasdemulher.com.br
Segundo o Inmet a sensação térmica pode chegar a -1° C nesta terça-feira. Médicas da Rede D’Or São Luiz sugerem algumas medidas para não adoecer nesse período do ano

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a sensação térmica em algumas regiões do Distrito Federal pode chegar a -1° c nesta terça-feira. Com a chegada do inverno e a queda nos termômetros, doenças respiratórias como gripes e resfriados costumam incomodar a população. A mudança de clima também traz o alerta sobre outras enfermidades como faringite, asma, bronquite, pneumonia, sinusite, rinite alérgica e amigdalite, infecções respiratórias comuns nessa virada de estação.

Engana-se quem pensa que trancar janelas e portas, evitar o vento frio ou a hiperexposição pode ser uma saída para não adoecer. Com essas atitudes, abrimos caminho para aglomeração de ácaros e fungos e a proliferação de vírus e bactérias. Segundo a otorrinolaringologista do Hospital Santa Luzia da Rede D’Or São Luiz, Luciana Watanabe, o ideal é que as pessoas deixem os ambientes bem ventilados durante o dia, pois espaços fechados aumentam as chances de contaminação.

“Já durante a noite o ideal é cortar as correntes de ar, ainda mais quem tem filhos pequenos ou pessoas idosas em casa, pois a temperatura cai muito e pegar esse vento frio pode adoecer as pessoas”, explica a otorrinolaringologista. Os vírus que causam as gripes e resfriados têm um comportamento sazonal. “Os resfriados comuns podem ser causados por vários tipos de vírus, sendo o rinovírus o mais comum. A sazonalidade dessa infecção varia entre os tipos de vírus”, completa Luciana.

A baixa umidade do ar é outro vilão da estação. “A baixa umidade aqui em Brasília é um problema sério. Esse tempo resseca todas as nossas mucosas – coberturas internas do nariz, da boca, da garganta, traqueia – esse ressecamento pode favorecer a ação de micróbios e o aparecimento de infecções, além de facilitar o sangramento do nariz”, alerta a médica do hospital Santa Luzia.

A pneumologista do Hospital Santa Helena, Bianca Coutinho, esclarece que o diagnóstico é principalmente clínico e que apenas casos mais graves podem necessitar de exames complementares. “A maioria dos casos necessita de tratamento sintomático apenas, como analgésicos, repouso relativo e medidas para congestão nasal. Os casos mais graves podem precisar de medidas adicionais”, elucida a pneumologista.

Bianca Coutinho lembra que o vírus influenza – também conhecido com H1N1 - costuma ser mais encontrado durante o inverno nas regiões norte e sul do globo, mas, nos trópicos, ele pode ser encontrado durante todo o ano. “Como a transmissão ocorre por gotículas e contato próximo com pessoas contaminadas, além de toque de mãos, a aglomeração de pessoas em locais fechados pode aumentar esta transmissão”, alerta.

As medicas da Rede D’Or São Luiz aconselham algumas medidas simples para se proteger dessas infecções respiratórias e manter a saúde plena com a chegada do inverno e do tempo seco. Vacinar-se contra a gripe, beber bastante água, lavar o nariz com soro fisiológico, alimentar-se adequadamente, evitar atividades físicas intensas, lavar constantemente as mãos – esse é o principal canal de contaminação – evitar contato com fumaça, poluição, poeira e evitar aglomerações.

Hospital Santa Luzia

O Hospital Santa Luzia é um dos maiores centros clínicos de alta complexidade de Brasília. Com 46 anos, o HSL une o que há de melhor e mais moderno em assistência hospitalar.  Os quatros andares do complexo hospitalar contam com Centro de Diagnóstico por Imagem, Emergência, Laboratório, UTI’s, Hemoclínica, Endoscopia, Unidades de Internação na Clínica Médica, Unidades de Internação na Clínica Cirúrgica e UTI Cirúrgica, CTI (UTI Geral e UTI Neurológica) e Bloco Cirúrgico, entre outras unidades.

Rede D´Or São Luiz

A Rede D’Or São Luiz é a maior rede de hospitais privados do Brasil com presença no Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal e Pernambuco. No DF, três hospitais integram a Rede: Hospital Santa Helena, no Setor Hospitalar Norte; o Hospital Santa Luzia e o Hospital do Coração do Brasil, ambos no Setor Hospitalar Sul.

No Brasil, o grupo opera com 33 hospitais próprios, dois hospitais sob gestão e um em fase de construção. Possui 5 mil leitos, com planos de chegar a 8 mil leitos em 5 anos. São ao todo 38,6 mil funcionários e 87 mil médicos credenciados, que realizam cerca de 3,1 milhões de atendimentos de emergência, 205 mil cirurgias, 26 mil partos e 320 mil internações por ano. Além dos centros hospitalares, a Rede D’Or São Luiz também conta com participação no Grupo Oncologia D’Or, rede de clínicas especializadas em tratamento oncológico em sete estados brasileiros.

Quando fatores emocionais influenciam na saúde do intestino

A síndrome também pode ser confundida com alergias ou intolerância a alguns tipos de alimentos

A saúde digestiva está diretamente ligada ao bom funcionamento do intestino e a Síndrome do Intestino Irritável (SII) é um problema mais comum do que se imagina. Segundo a Federação Brasileira de Gastroenteorologia, estima-se que os sintomas uma a cada cinco pessoas, sendo ainda mais frequente em mulheres.

A SII é uma desordem funcional do intestino com origem comum de fundo emocional ou ainda relacionada a ingestão de alguns alimentos. Segundo a diretora médica do Laboratório Frischmann Aisengart, Myrna Campagnoli, as pessoas que têm a síndrome, aparentemente, não notam sinais da doença, porém, sabem que o seu intestino não têm funcionamento normal. “Geralmente sentem dor e desconforto abdominal e também notam alterações nas fezes. Pode ocorrer constipação, diarreia ou ainda ambos com alternância entre diarreia e constipação. Alguns pacientes ainda sentem a sensação de estufamento, distensão abdominal e gases, decorrente da formação de gases no cólon”, explica.

A síndrome também pode ser confundida com alergias ou intolerância a alguns tipos de alimentos. Os estudos têm demonstrado que o intestino das pessoas com o SII é mais sensível a diferentes estímulos, como alterações na alimentação e situações de estresse. “Ainda não foi desenvolvido um exame que comprove o diagnóstico da síndrome. Muitos pacientes que passam pelo problema e fazem exames veem seus resultados saírem todos normais, com isso, o diagnóstico é realizado pela análise do histórico clínico do paciente, bem como pelo exame físico”, destaca a médica.

A síndrome pode incomodar tanto os homens como as mulheres, no entanto, atinge mais o sexo feminino e, geralmente, os sintomas começam a aparecer ainda na adolescência ou no início da vida adulta.

Evitar o estresse e cuidar da alimentação, além dos medicamentos indicados por um especialista, são as formas hoje disponíveis para o tratamento. Em muitos pacientes, os sintomas podem piorar quando ingerem refeições volumosas, alimentos gordurosos ou que contenham leite, trigo, cafeína e alimentos que facilitem a formação de gases, como o feijão, a lentilha e o brócolis. O importante é identificar quais são os gatilhos que desencadeiam a síndrome em cada um dos pacientes.

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